terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

<font color="#ff0080"> Testando o Windows Live Writer </font>

Testando o novo Writer, editor de texto da Microsoft, criado para o MSN Spaces, que serve para o Novo Blogger, Wordpress e afins também.

Tentando colocar uma imagem:

A imagem não pôde ser publicada, tive que retirar. Acho que o blogger deve estar com problemas de hospedagem, verei depois.

Para centralizar a imagem, tive que recorrer ao formato html e inserir a tag <center>, pois estava dando erro na tabelinha que fica ao lado deste editor com vários aditivos, inclusive tratamentos variados nas imagens. Menos centralizar - eu não consegui - deixa isto para lá, dei um jeito.

Porém ficou fácil colocar cores, itálico, sublinhado e riscado - mas que bosta ainda não consegui retirar o negrito, que ficou automatico na postagem por este método, meu blog não é em negrito, aff... que saco...Negrito some... Bem parece que sumiu sim...

Enfim, é isto, olhando aqui (no programa) nas diversas formas de visualisar a postagem, aparentemente fica escuro assim na visualização no formato "layout de blog"... Deve ser isto... Quando mudo para formato "web" ou "normal" ele fica em negrito apenas aonde eu coloquei que devesse ser.

Também não dá para mudar a cor do título, coisa que eu consigo facilmente no modelo tradicional, peraí deixa eu tentar no formato html (estou me achando exigente demais, porém estou testando, tenho que ver o que ganho com isto não é mesmo?).

Escreve, coloca a cor e depois no formato html, recorta e cola no espaço reservado ao título. Vamos lá:

Testando o Windows Live Writer

Bem, vou publicar agora para ver o que é que mostra na tela. Mas já vi que dá para inserir mapas, tags diversas (flickr, technorati, del.ici.us, colocar links, inclusive nas imagens, facilidades têm muitas).

Conforme eu for usando vou contando se foi bom para mim, beijos!

UPDATE: provavelmente usarei apenas para escrever, mas terei que voltar ao blogger para atualizar, não consegui colocar marcador (tags) do blogger, e percebi que o sistema de hospedagem de imagens do site também está normal, talvez seja alguma incompatibilidade momentânea do programa, pois já vi em outros sites figuras publicadas por este método, enfim, só não podemos esquecer que este Windows Live Messanger é Beta, ainda.

Ah, deixei o título do texto do jeito que saiu pelo Writer mesmo, ou seja, sem cor. Com as tags, se estivesse publicado pelo sistema original, usando o formato de postagem html, teria ficado colorido.

Voltei ao Writer para tentar também atualizar o texto reescrito pelo blogger no programa, ele não atualizou este "update" feito pelo site.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Festa no Atacado



A blogosfera está em clima de festas, parece que o universo blogueiro é em boa parte tomado pelos piscianos. Além do signo em comum, o mesmo prazer em blogar.
Senão vejamos, além de mim que já passei pela data, temos ainda muito a festejar:

- 26 de fevereiro, hoje:
Magui, com sua admirável capacidade contestadora e guerreira, que mostra a que veio, usando mais do que palavras, atos. É aquela que mata a cobra e mostra o pau!
Fer, que posta pouco, mas com uma sensibilidade e textos tão bem escritos que sempre que a visito, perco a noção do tempo relendo-a...

- 27 de fevereiro, amanhã:
Não menos guerreira, admirável, amiga, exemplo de cidadã do mundo, a adorável Grace, que me faz levantar da tristeza mostrando que a vida é muito mais que o próprio umbigo.

- 02 de março:
Lulu, que nos diverte e tira da dura realidade do dia a dia com seus posts sobre o fantasioso e glamouroso mundo das celebridades. Está a fim de novidades? Passe por lá.

- 06 de março:
A querida Flavinha, que me surpreendeu desde o princípio tamanha afinidade que encontrei em teu blog. A mesma posição política, o amor pelos animais e uma alegria tão gostosa que mesmo fazendo complô para que eu coma legumes (argh!) não deixa de ser fofa.

Pois é, o que seria da vida sem os amigos (parentes que se escolhe) para compartilhar a vida? Um feliz aniversário gostoso a estas meninas maravilhosas que mostram que este mundo virtual é mais do que simples palavras eternizadas na escrita, é de relação pessoal, de amizade e confraternização. Beijos!


PS: e um agradecimento especial aos amigos que fizeram questão de deixar escrito o carinho neste blog por ocasião do meu aniversário.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Sonho/Realidade

- O sonho:
Como seria o dia ideal do meu aniversário de trinta anos? Porque aniversário é aniversário e, para mim, datas têm significado especial. Mesmo que eu faça um ar blasé e diga que não me importo. Quem me conhece sabe que me importo sim.
Pois então, o dia do meu aniversário ideal seria assim: acordaria tarde, para ter brilho suficiente na pele para poder curtir a noitada.
Ficaria em casa, receberia alguns poucos e bons amigos. Os mais próximos, no sentido geográfico.
Teria feito a sobrancelha.
Navegado um pouco na internet, sozinha em casa, do jeito que eu gosto. Antes dos amigos chegarem. Teria descoberto alguma novidade, um carinho de alguém por mim. Teria tido tempo de responder pessoalmente a todas as felicitações de aniversário via Orkut.
Enviaria e-mails desencanados, de última hora, convidando aqueles que moram mais longe, para um bar legal.
Convidaria também aqueles que me ligarem, convidaria a melhor amiga dando um jeito de arrumar alguém para cuidar de seu bebê, além de carona cativa comigo lá no carro do namorado. Que viria antes do anoitecer e me esperaria colocar o vestido novo, guardado para esta ocasião.
Usaria alguns dos cosméticos que provavelmente eu ganharia.
Teria comemorado alegremente a virada de década na minha vida num dia especial com 25 horas.

(Se você que chegou até aqui decidir parar de ler, desculpo por antecipação. Este post, destas linhas em diante, é totalmente “diárinho”, no qual desabafo como foi meu dia. Escolho meu blog pra isto porque quando o criei, queria ter a liberdade de ter um local para escrever besteiras, novidades, coisas legais, pirações da mente e, principalmente, desabafar em ocasiões como esta. E como já ocorreram em outras vezes, não é necessário ler. Nem ficar com dó, ou preocupado, apenas entender que no meu espaço, sim hoje pelo menos isto, meu espaço, eu o usei para aliviar a alma.)

- A realidade:
Acordei cedo. E dormi mal. Naveguei na internet, postei no blog, comentei em alguns.
Recebi telefonemas, de parentes. Posteriormente visita surpresa. De uma tia e de uma prima (esta que há anos não via). Sinceramente, para quem anda pouco sociável e chegou ao cúmulo de desligar o celular e não atender telefonemas um dia antes porque não queria contato com o mundo, este não era propriamente o tipo de visita que eu desejava.
Ter que fazer sala, tratar bem, não ter tempo de banho, sorrir, não tirar a sobrancelha, não poder enviar os programados e-mails nem convidar os amigos dos telefonemas.
Oras, eu tinha visitas.
Fazer comida. Ajudar a localizar a fôrma no fundo do baú porque minha tia gostaria de me fazer um bolo (sem farinha, para quem não pode comer glúten, um achado, e eu posso comer glúten).
Sim, estou altamente intolerante.
Apertar o power do computador e antes mesmo de sentar em frente à tela, ceder o lugar à sua tia que na cara larga senta dizendo que ia ficar só um pouquinho, para esta enviar um scrap para mim mesma de feliz aniversário e ficar olhando as fotos do meu álbum pacientemente na internet.
Recebi alguns amigos queridos, que me trouxeram cosméticos. Mas estes não pude deixar à vontade. Tinha visitas de cerimônia: a família.
Preparei alimentos, destrinchei o congelador, pouco tinha a oferecer à pessoas do nível parentes que podem pensar que por você morar só e não fazer comida é irresponsável. Talvez nem pensem, mas dado o grau de não intimidade, melhor não fazer feio.
Daí que chegou a noite, as visitas ainda em casa, e não sonhando que meu mais íntimo desejo desde o meio dia era a paz da solidão, acho eu que estavam com dó de me deixar sozinha, porque o namorado ainda não tinha aparecido, falaram que iam embora, por educação disse: “assistam a novela, depois vocês vão”.
Bingo! Assistiram a novela.
Horário em que o namorado chegou.
Este, um caso à parte, seu carro entalado na oficina. Ele que precisa do automóvel, está sem casa, quase sem emprego e com o mestrado tendo que ser defendido... Bem, seria injustiça exigir que ele abandonasse tudo para ficar comigo no dia do meu aniversário. Ajudar a fazer sala para as minhas visitas enquanto eu faria os poucos telefonemas de última hora.
Sem tempo para e-mails.
Eu sem tomar banho, cabelo num coque, suada porque é verão e o ar condicionado do planeta está ligado no quente. No máximo.
A Carla, entre sorrisos com as visitas, que se avolumaram na sala para ver a novela, idas a cozinha preparando os últimos salgados e espetinhos... Uma choradinha escondida.
Fim da novela, literalmente, as visitas se foram. Eu lavei a louça.
O namorado cansado, cheio de problemas, dormiu no sofá.
Peguei um livro, deitei na cama.
Visualizei as duas meias noites do meu querido aniversário passando. Pronto, acabou.
Não saí. Tomei banho.
Pensei em como sou infeliz.
Chorei de verdade. Com vergonha de mim. Vergonha dos outros, vergonha de ser triste de causar pena ao ter que assumir para todo mundo, ao ser questionada amanhã, em como foi o dia, e eu não ter coragem de dizer: “uma bosta”.
O namorado para se desculpar, contou os problemas. Eu não briguei, mas também não fiz papel de namorada. Culpa.
Culpa por saber que minha tristeza foi por mim causada. Culpa por não ter forças para acalentar a alma do ser que amo.
No dia do meu aniversário.
E a melhor amiga, também não ligou.
Sonho que se sonha sozinho, continua sendo sonho.

(Desabafei... Um passo para eliminar o buraco enorme do peito e o nó na garganta que nem os remédios para depressão curam, porque o vinho, ah, o vinho já cortou o efeito...)

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Trinta anos

Hoje é meu aniversário, e o dia terá 25 horas. Eu que sempre quis um dia com horas a mais, para dar tempo de fazer tudo e poder dormir mais, terei hoje...
Mudança de década. Finalmente uma balzaquiana. Já?
Deveria fazer reflexões, balanço e afins... Deveria? Na boa, nem ao menos programei como será meu dia. Deixa rolar, talvez um bar à noite, com alguns amigos, aqueles que ligarem e quiserem ir... Talvez...
O bom de fazer aniversário é que além de teoricamente ser o seu dia de estrela, ainda ganhamos de quebra o fim do inferno astral! Que eu acho que não tive, pelo menos não senti!
Mas, ah se eu pudesse imaginar como seria minha vida com trinta anos. Antigamente (velho que tem isto de “antigamente”). Então, antigamente eu achava que com esta idade seria tudo diferente do que vivo hoje: casada, com filhos, carro, emprego, cachorro no quintal.
Ainda bem que não é.
Não sou casada, não tenho filhos. Mas tenho pais maravilhosos, uma irmãzinha linda, ótimos amigos e pude ir além do que imaginava no âmbito profissional. Tenho carro (não é o último tipo, aliás, descobri que o apelido dele na oficina é Caveirinha, rs) e tenho uma cachorra, no quintal da minha mãe.
Enfim, não ia fazer balanço e acabei escrevendo isto. Não se assustem se daqui pra noite eu programar uma festa, porque esta sou eu, inconstante, bipolar, seja com 10, 20 ou 30 anos.
Feliz aniversário para mim!

PS: além de ter 25 horas, o meu dia caiu em um sábado e fora do feríado de carnaval.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Copiando a Idéia

Primeiro vi na linda Andrea, depois no Osi e também na Flavinha. Lógico que não resisti e copiei a idéia para ver com quais "celebrities" me pareço.
E vocês, o que acham?


PS: Não é foto de "book", e sim do meu álbum de formatura, uma das poucas em que eu aparecia de frente.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Carnaval chegou e eu não fui...

Deixei tudo para última hora e não fui para canto nenhum, embora minha vizinha tivesse me chamado para ir à sua chácara. Quem sabe eu ainda decida e vá?
Na verdade estou me sentindo como passarinho fora da gaiola. Nunca tive feriado de carnaval desde que comecei a trabalhar e agora que tenho, não só os dias de folia, mas também o resto da semana, acabei aqui, em casa, sozinha.
Até hoje, amanhã não mais, J. disse que vem.
Batendo papo em comunidades do orkut. Quanta gente ficou em casa! Garota “Chat line”. É legal!
Querem saber? Eu adoro ficar na minha casa.
Fazer minhas coisas, ler meus livros (e revistas, dei uma abastecida na sexta-feira já prevendo os momentos de descanso).
Dormir, comer, entrar na net, ler, dormir...
Vinho, livros, revistas.
Realmente, não sou mais como era antigamente: baladeira.
Tenho nisto um problema: achar um local para comemorar meu aniversário de trinta anos.

Uma vez eu caí num baile de carnaval. Caí de gaiata. Estávamos sem nada para fazer, eu e uma amiga. Saíamos com outro amigo para um barzinho. Mas, como São Paulo estava praticamente morta devido ao feriado, não achamos nada e resolvemos tentar a vida no antigo Palace, uma casa de shows que promovia bailes de carnaval.
Eu de shorts jeans e miniblusa – quase uma freira perto das outras mulheres – não podia ficar dois minutos dançando num mesmo local que enchia de homens tarados como abelhas no mel.
Definitivamente, é melhor a minha casa.

Mas tem Santana do Parnaíba, aqui pertinho. Cidadezinha do interior, com o centro tombado pelo patrimônio histórico e rola um carnavalzinho de rua por lá. É mesmo, uma opção, quem sabe...

No mais, escrever aqui no blog sem preocupação em ser lida (porque acho que todo mundo está viajando) também é bom.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Devaneios de um quase balzaquiana

Limpei a casa. E ainda lendo Jules e Jim. Egocentricamente me identificando com a Kathe, aquela que ao menor sinal de dúvidas do amor de alguém por ela, dá um jeito de se vingar. Não, eu não traio, mas me vingo. Como ela, me arrependo.
Se bem que quase nunca chego a me vingar. Maquino, mas chegar aos finalmente quase nunca, ou nunca mesmo, consigo.
Coisas da vida. Vai entender.
A Kathe encara a vida como uma festa. Por isto até digo que em vez de egocêntrica, minha comparação tenha um “quê” de admiração e vontade de ser assim.
Saí da completa letargia. Que como mal entendeu meu amigo Jhon, não era mesmo completa, era quase...
Para quem está sempre nos quase. Quase terminei de limpar a casa, faltam os quartos, a mala da viagem pra desfazer, roupa para passar, contas para arquivar... Isto é o lado bom de morar só. Posso ficar no quase, e limpar o que e quando quiser. Ou quando me incomodar, foi o que aconteceu.
Estava tomando um ansiolítico*, que era para me ajudar no sono, segundo a psiquiatra. E ajudou, mais do que deveria. Dormi por horas, senão dias, a fio.
Parei três dias antes (ontem), por necessidade de limpar a casa, preciso de ansiedade para isto e também porque amanhã cedo tenho um exame médico e não posso perder a hora.
Acontece que o sono demasiado sumiu novamente e cá estou eu, a maquinar o que fazer no carnaval. E também a maquinar o que fazer no meu aniversário de trinta anos.
É, trinta anos. Uma data que achei que fosse demorar. Que achava há dez anos que quem tinha trinta anos era tiazinha. Que puxa!
Além disto, estou em pleno inferno astral e nem dei conta. Acho que os astros me pouparam desta vez, uma vez que sabem que não é fácil mudar de década nesta vida. Virar balzaquiana.
Enfim, preciso comemorar. Só não sei como. A vida de estudante nerdiana me afastou de vez da badalação (e de possíveis destinos de viagens no carnaval).
Agora que já desabafei, vou aproveitar e visitar alguns amigos, junto com uns goles de vinho, até a hora que o sono chegar.
*ansiolítico = remédio para ansiedade.

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Lendo, lendo e lendo.

Uma da poucas (!) coisas que tenho feito para não me considerar em estado de completa letargia.
Talvez para compensar o que não pude fazer em anos anteriores por causa dos estudos, talvez para dar vazão a um prazer reprimido, talvez porque simplesmente gosto...
Lendo muito, sem critério rigoroso quanto à qualidade literária, porque além do conhecimento que me falta neste quesito, o que eu gosto é de ler, pouco importando a erudição do texto.
Se bem que sempre se aprende, querendo ou não.
Foram nos romances mediúnicos colecionados por minha mãe que aprendi um pouco mais sobre os costumes do Brasil na época do descobrimento, na época da libertação dos escravos e até mesmo sobre os EUA, quando da guerra da Secessão.
Depois de O Caçador de Pipas, tive a audácia de ler, antes de entregar, um dos livros que eram presentes para minha mãe, Encontros com a Verdade de Elisa Masseli, um outro romance espírita.
A bem da verdade, em 2007, depois destes dois citados, vejam bem estamos nos primeiros dias de fevereiro, já foram lidos:

3. Memória de Minhas Putas Tristes Gabriel García Márquez
Jornalista que decide comemorar seus noventa anos com uma jovem virgem.

4. Até que a Vida os Separe – Mônica de Castro
Na época do Holocausto uma família de brasileiros adota um bebê judeu, que a fim de protege-lo num gesto desesperado foi entregue por sua mãe àquele casal desconhecido.

5. Medo de Amar – Marcelo Cezar
Em plena época da ditadura, DOPS, COI, mulher se casa com homem rico por interesse, passando por cima de todos os interesses alheios para conseguir seu intento.

6. Quando o Passado Não Passa – Elisa Masseli
A história de uma jovem portuguesa de familia nobre que se apaixona por negro escravo e de sua amiga pobre que é estuprada pelo pai do noivo e depois é acolhida por ciganos.

7. A Vida Sempre Vence – Marcelo Cezar
Estados Unidos, época da Guerra da Secessão, morte do presidente Lincon, cinco amigos americanos compram uma fazenda de café e se mudam para o Brasil, onde praticam por vontade própria e com sucesso a abolição da escravatura em suas novas terras.

8. A Força do Destino – Maria Yvonne Santana Ramaciotte
Século IX – Portugal, uma jovem se apaixona pelo melhor amigo de seu noivo. A paixão reacendida como que por encanto vinda de outras vidas.

9. Fortaleza Digital – Dan Brown
Suspense Tecnológico

10. Reflexo - Mary Sheldon
Depois de um casamento problemático casal se separa. Quem ficará com a filha? Em capítulos alternados e em situações semelhantes a vida da garota em cada uma das situações. Por exemplo, com a mãe ela é estrela de um seríado de televisão, com o pai o mesmo seríado é seu programa predileto. Interessante.

11. Além do Infinito Azul - Antonio Demarchi
Dois jovens médicos e amigos se apaixonam pela mesma mulher. Em nome da amizade um deles abre mão de seu amor.

12. A Herança – Louisa May Alcott
Século XIX, na Inglaterra, jovem órfã é adotada por uma família nobre. Ela carrega um segredo e possui um amor, mas sua alma pura e grata faz com que se cale pela felicidade dos que a acolheram (água com açúcar, mas gostei).

13. Na Ponta dos Pés – Ana Cristina Vargas
Romance espírita: vínculos entre pessoas, mães e filhos, explicados ao longo de vidas passadas. Escrito de forma diferente dos demais do gênero (vou mandar para minha mãe pelos Correios).

Ainda nas possibilidades, talvez seja compulsão, talvez seja escapismo, talvez seja apenas um vício saudável. Que seja o que for, eu gosto e é isto que me mantêm afastada um tanto quanto de outros afazeres, como blogar.
No momento lendo Jules e Jim, o Roteiro, o Romance.


terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

São Miguel do Gostoso


As férias acabaram, infelizmente, e para coroar o final do meu passeio ao Rio Grande do Norte, resolvi conhecer um lugar literalmente gostoso.

São Miguel do Gostoso, ou simplesmente, Gostoso, para os íntimos.

Reza a lenda, fonte Folha Online, que o vilarejo quando ainda era oficialmente conhecido por São Miguel de Touros, atraía os viajantes que por lá paravam para além de apreciar a paisagem natural e descansar, a escutar por horas a fio os contos de um antigo morador do local, que hospedava caixeiros-viajantes e encantava a todos com suas histórias regadas a café e gargalhadas e que passou a ser chamado carinhosamente de "seu" Gostoso, dando origem ao adjetivo peculiar ao nome santo do município.

Gostoso fica exatamente na esquina do Brasil, marco zero da BR-101, próximo de onde o Brasil faz a curva (em Touros) e local mais próximo do nosso continente à África do Sul. Por isto a brisa é constante, onde não se sente o sol queimar e ótimo para prática de esportes náuticos como windsurf.

Mesmo com tantos atrativos e com moradores de várias nacionalidades encantados pela atmosfera de Gostoso, o local não perdeu o charme e o clima de vila de pescadores, com praias praticamente desertas e uma cidade incrivelmente limpa.

Tudo isto pode ser apreciado na "pilha" de fotos acima ou melhor visualisado no meu álbum clicando aqui.

Nada melhor do que colecionar este tipo de lembrança antes de voltar à vida real e, para quem ainda não conhece, sonhar com um "quem sabe um dia?".