domingo, 29 de outubro de 2006

Blogagem coletiva: Prevenção do câncer de mama


Mais uma blogagem coletiva que resolvi participar, esta foi proposta pela Denise.
Acho interessante pessoas se juntarem por uma boa causa, mesmo com pouco tempo acredito ser válida qualquer contribuição.
Estamos no mês de mundial de conscientização do câncer de mama - uma das maiores causas dos óbitos entre a população feminina.
É um assunto que choca, mas dados os estudos e empenhos dos grandes laboratórios, cientistas e médicos podemos dizer hoje, que praticamente morre de câncer de mama quem quer.
É tão fácil fazer o auto exame, e mais confiável ainda, visitar seu médico uma, duas vezes ao ano. Além dos exames rotineiros, ele com as mãos hábeis poderá fazer melhor, ou tirar àquela dúvida de quem não tem a segurança de ter feito direito. E no menor sinal de perigo encaminhar para um exame mais preciso a tempo.
O assunto mexe comigo. Eu era criança e a mãe de uma amiguinha morreu (ela tinha uns dez anos e o irmão menos ainda).
Mas hoje, estes casos (de morte) podem ser evitados.
Até revistas de R$1,50 nas bancas, dão dicas de como se cuidar, falta de conhecimento não é, certo?
Vamos todos divulgar esta idéia, participe você também até o dia 31 de outubro.
Beijos!
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UP DATE: Achei a revistinha "baratinha", aqui jogada em casa e vou copiar as dicas (o site da publicação retira do ar os conteúdos passados).
Diante do espelho:
Eleve e abaixe os braços. Observe se há alguma anormalidade ou alterações no formato dos seios, abaulamentos ou retrações e mudanças de cor na pele.
No banho:
Com a pele molhada e ensaboada, eleve o braço direito e deslize os dedos da mão esquerda suavemente sobre a mama direita, estendendo até a axila. Faça o mesmo com a mama esquerda.
Deitada:
Coloque um travesseiro debaixo do lado esquerdo do corpo e mão esquerda sob a cabeça. Com os dedos da mão direita, apalpe totalmente a parte interna da mama. Inverta a posição e apalpe da mesma forma a mama direita.
O que procurar:
- Deformações ou alterações no formato das mamas
- Abaulamento ou retrações
- Feridas ao redor dos mamilos
- Caroços nas mamas ou axilas
- Secreções
(Fonte Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Sociedade Brasileira de Mastologia - retirados da revista Viva Mais, prova de que não é necessário gastar horrores para ter conhecimento).

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Minhas decisões (que ninguém entende)

Vai fazer nove anos que moro sozinha – fui abandonada pela família aos 20 anos.
(Estas contas pouco importam todos já ficaram sabendo a minha idade no post abaixo – mas o corpinho é de 20 e o rostinho de 21, hahaha, bendito Renew).
Ao contrário de todo mundo, o que é normal no meu caso ser diferente da maioria, não fui eu quem saiu de casa, foi minha família inteira que se mudou para outra, outra cidade, em outro estado...
No começo não queria ir, e ainda não – imagina morar no nordeste?
Não tem show de rock, não tem cinema, não tem shopping, teatro, etc.
Até tem, mas não na quantidade suficiente que em São Paulo, ou seja, mesmo que eu não vá a nenhum destes lugares por um bom período de tempo, não me sinto prisioneira/limitada, porque sei que se quiser a opção estará a umas buzinadas de distância...
Imaginava: “Stones no Brasil, vem para SP, no máximo RJ, e eu lá longe... Sem Vila Madalena? Sem filas, sem trânsito, poluição, fumaça... Sem '25 de março'?”
Pois é, acho que sou masoquista...
Deixei de ter uma casa com mãe, pai, irmãos, cachorros... Deixei a oportunidade de poder estudar o dia inteiro numa faculdade federal sem precisar trabalhar...
Deixei inúmeras coisas do conforto da casa paterna (roupa lavada, comida caseira, carinho quando se está doente).
Confesso que com nove meses de solidão quis ir correndo pra barra da saia da mamãe, mas meu pai deu um grito:
- Alto lá!!! Eu insisti para que você viesse, agora quem não te quer aqui sou eu!
- Hã? - pensei: "será que ele não me quer mais?"
- Não filha, é que o melhor para você é terminar sua faculdade em São Paulo, que é pública e tem certo nome para você arrumar emprego melhor aqui.
- Ah, tá! Mas é que estou triste, não agüento mais viver sozinha (chorando)... Matar barata, consertar chuveiro, tudo sem ter ninguém para me ajudar...
Uma semana depois ganhei dois dias do meu chefe, uma passagem ida e volta da minha mãe e matei um pouco da saudade.
Eis que hoje estou aqui, fazendo outra faculdade na cidade de sempre, amadurecida (um pouquinho só, assumo) e lutando contra um novo problema que surgiu: o egoísmo de viver sozinha...
É, acabamos mal acostumados... Não podemos contar com ninguém é fato, mas a compensação é não precisar pensar também – eis me no exercício da preocupação com o próximo quando preciso dividir espaço com mais alguém...
Assim como a vida, tudo sem seu lado bom e mau. (Graaaande filósofa!)

PS: Atualmente, lá em Natal, existe uma infinidade de shoppings, Mc Donald’s, C&A (três!), Cinemark, Makro, Carrefour, Extra, trânsito, viadutos, grandes avenidas... Uma cidade crescendo com vasto campo para a construção civil (melhor para mim). Tudo isto pertinho do maravilhoso mar...
E eu ainda decidindo se quero ou não arrumar minhas trouxas...

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Bodas de Pérola

Está fazendo hoje exatamente 30 anos que meus pais se casaram.
E eu nesta época não era um espermatozóide querendo vencer a corrida não, já havia vencido a batalha há pelo menos cinco meses...
Contrariando o que todos dizem sobre este tipo de casamento, ainda estão juntos, firmes e fortes.
E, acrescento, ponho ainda minha mãozinha no fogo pelo amor deles: nunca houve traição.
Ah, eu quero um destes para mim – sem a barriga, é claro!

Vejam na foto eu lá na cerimônia e como minha mãe era (ainda é) linda!
PS: Ai droga, entreguei minha idade sem querer...

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

A Profeta?

Enquanto me preparava psicologicamente para dar continuidade no trabalho de patologia das pontes (acabei traída pelos colegas de classe e tendo que fazer sozinha, quer dizer um garoto que não conheço me ligou hoje, está no meu grupo e vai preparar a apresentação de slides) assisti pela primeira vez a nova novela das seis O Profeta, mais uma no estilo de A Viagem e, segundo me disseram da mesma autora, que não assisti, senão alguns capítulos. Mas também, como diz o J., para que assistir a novela se eu sempre sei o que vai acontecer? (Ele é ótimo em me descrever! E neste caso tem razão, eu sou leitora voraz, todos sabem e, acabo lendo tudo, inclusive resumos de novelas na internet, revistas, jornais...)
Então, como ia contanto (eu e meus parênteses me fazendo ter que chamar de volta o assunto), a novela trata de assuntos além-vida. Mas, creio que esta foca mais o tema mediúnico.
Identifiquei-me de pronto. Acho que vai ser mais uma que acompanharei nos dias em que não tiver aula, ou coisa melhor para fazer!
Dizem por aí que eu tenho “mediunidade forte”, não duvido. Aliás minha mãe me contou que quando eu ainda mal falava, já expressava medo e horror com pessoas que só eu via! Ainda, segundo ela, um padre me benzeu e “melhorei”.
O negócio é polêmico, mas dada minha atração por assuntos deste teor acabei que me metendo por diversas vezes em lugares e com pessoas que entendem do assunto – em diversas formas – há controvérsias.
Resumindo, porque me empolgo e escrevo posts longos e haja paciência em ler, estas várias pessoas confirmaram o mesmo parecer... E completam: tenho tanta mediunidade que atraio espíritos desencarnados e necessitados para perto de mim.
Deram para isto a explicação das minhas angustias repentinas e crises depressivas, dizem que que o que sinto nada mais é do que o sintoma que os espíritos “passam” para mim, através de um lance chamado “energias afins” (ou algo do tipo, depende do segmento que estuda os casos).
Daí que quanto mais fico pra baixo, mais eles me envolvem, e vira uma bola de neve...
“Sabendo” disto, e por outras coisas que acredito mais realistas, procuro tomar conta do meu estado de ânimo.
Partindo do principio que isto é verdade (quero descobrir realmente se vim nesta vida com este “dom”) então é porque tem um motivo – preciso saber.
Só não sei como e/ou aonde fazê-lo. Será que vim para ajudar estas “pessoas”?
O que me consola é, que disseram também que não são só os "ruins" me perseguem e que minha amada avó é um espírito evoluído e do bem, me acompanha, cuidando e protegendo... Fiquei feliz porque a amei como nunca, e somos tão idênticas fisicamente, que eu mesma me assusto com a semelhança cada vez que vejo suas fotografias. Só digo que não sou uma reencarnação dela porque a conheci em vida.
Dos males o menor, hoje não vejo estes seres, que supostamente freqüentam minha casa.
Mas, sinto que devo fazer algo, como se fosse uma missão...
Se for, saberei na hora certa. Enquanto isto vou levando a vida...
E, como disse um amigo: “E a Carlinha achando que morava sozinha”!

Antes de encerrar, preciso contar que estou feliz novamente, meu sol voltou a brilhar acompanhado do girassol...
Repetindo dá para ser feliz sozinha, mas acompanhada é mais gostoso.
Aumentando mais ainda o bom astral, dei uma passadinha básica no blog da minha irmã, Silêncio, e me emocionei com o post dedicado a mim.
Obrigada Jeriquinha!
E, aparentemente consegui terminar o trabalho!
Fim(nalmente)!

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Nostalgia

Sessão nostalgia... Porque eu ainda acredito que o mundo pode ser melhor...
Porque eu não perdi as esperanças...
E a musiquinha me emociona!

domingo, 15 de outubro de 2006

Cuidando de mim

A vida continua, uma parada nos afazeres para cuidar de si faz bem.
Depois de não ter produzido nada ontem, e quase nada hoje – a salvação foi um trabalho mecânico (se tivesse que pensar não conseguiria, estou down ainda) de transformar um texto de 255 páginas no formato PDF para Word, pois só assim poderei “salvar” as fotos e usar no meu seminário de patologia das pontes rodoviárias... Precisarei ainda de um Datashow, a faculdade só empresta a pedido do professor, que neste caso, se eximiu de trabalhos...
Conversando com a Jéssica ontem no MSN, a mesma que me enviou o bendito programa “Detravation Tabajara” que só consegue converter três folhas por vez, resolvemos alugar um (Datashow) – metade da sala apresentando no mesmo dia não sairá caro a despesa...
Pois é, como ia contando, dei uma pausa e resolvi cuidar das madeixas – sempre me anima. Como chegou na sexta a encomenda da novíssima escova de chocolate, eis que me aventuro novamente no exercício ilegal da profissão cabeleireira... Não sei o resultado ainda, conto depois... Mas se for tal qual a escova progressiva, será ótimo.
Podem pensar assim, com tanta coisa para estudar esta pessoa (eu) fica perdendo tempo com cabelo?
Pois é, por incrível que pareça, eu ganho preciosos minutos fazendo estas experiências.
Tempo na semana.
Vamos fazer as contas: perdi duas horas na escovação, mas tenho que ficar três dias sem lavar o cabelo, e com ele liso, não preciso lavar e/ou passar a dúzia de cremes costumeiros para deixar os cachos assentados todas as manhãs. Também não preciso ficar a todo instante olhando no espelho, fugindo do “vento contra” e etc. cuidando em não virar o Capitão Caverna. Ou seja, ganhei tempo, pelo menos quarenta minutos por manhã nestes três dias. Além de economizar dinheiro, porque no salão isto custa os olhos da cara.
Depois que lavo, ele não fica liso não. (Não!) Pois no meu caso, que uso prancha de metal (ela absorve um pouco o produto) e também devida à força de puxar os próprios cabelos que não é muita, ele fica enrolado, mas com menos volume, que é igual a menos trabalho por pelo menos um mês.
Otimização do tempo, sim senhores, é comigo mesma!
Se quiserem o segredo, detalhes e afins passo por e-mail, é só pedir. Porque eu ainda não tenho grana para fazer estas coisas com um profissional (no fundo tenho prazer no “faça você mesmo")...
Vou voltar para o batente, mente ocupada não pensa asneira e/ou sofre.
Além de que tenho que aproveitar os sete dias de vida do já tão falado Able2Extract e verificar se os textos que servem para meu TCC também precisam de conversão.
E o cheirinho de chocolate aqui em cima tá uma delícia.
Beijos para todos!

sábado, 14 de outubro de 2006

Morri um pouco, disse adeus

Um pouco de mim morreu hoje, já aconteceu outras vezes... Inúmeras...
Talvez tenha deixado de cuidar do jardim e me preocupado demais com as borboletas!
E as borboletas não estavam muito a fim das minhas flores, um pouco descuidadas!
Este pouco que morreu, vai me fazer sofrer mais ou menos, ou melhor, pra caralho!
Mas, estou acostumada.
Como uma lagartixa, ou um fígado, as partes cortadas nascem novamente!
E como eu havia dito: é possível ser feliz sozinho!
Acredito hoje que é mais fácil assim...
Ser só uma.
Ser dois não deu certo.
A tormenta passa e a luz retorna.
1,65m de sol voltará, vai ser difícil mas vou brilhar.
Sozinha, porém inteira!

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Saudades do Dia das Crianças

Eu queria o poder de comemorar o dia das crianças hoje.
Queria não ter crescido, continuar sendo feliz acreditando que a vida é tudo de bom.
Queria que meus maiores problemas ainda fossem a cascinha da ferida que soltava e ardia no banho.
Queria que meus medos fossem apenas que meu pai não descobrisse minhas travessuras.
Sonhar com a Barbie nova e seu carro. Acordar a noite com meu irmão eufórico descobrindo que o Papai Noel (minha mãe) tinha acabado de colocar o presente ao lado do chinelinho.
Brincar de “aventura” fazendo trilhas perigosas nas áreas ainda não urbanizadas perto de casa.
Subir em árvores.
Encontrar a plantinha dormideira e tocá-la só para vê-la encolher.
Roubar uma mexerica do pé do vizinho e achar que ia ser castigado por Deus.
Descer escorregando barrancos com um papelão na bunda.
Jogar queimada nas férias.
Mas não, hoje é dia das crianças e cá estou, adulta, enfrentando todos os problemas da vida. Pagar contas, estudar para ser alguém, tentar entender o próximo, às vezes tão próximo que nos machuca.
Saudades da época em que um quarto rosa era tudo o que eu queria.
Saudades do almoço na casa da vó.
Saudades de poder acreditar no amor verdadeiro dos adultos.
Saudades da época em que o sofrimento era tão passageiro que um beijo curava a dor.
Feliz dia das crianças para quem ainda pode sentir tudo isto!

Frase do dia

"Eu morro um pouco toda vez que te digo adeus." - Paulo Buenoz


terça-feira, 10 de outubro de 2006

Falando besteiras

Estava lendo hoje que em situações de stress devemos comer mais ovos, derivados do leite, feijão e carne, pois são alimentos ricos em proteínas, e neste estado é quando mais precisamos deste nutriente. Será que é por isto que ando tão carnívora e louca por um churrasco?

E que puxa, foi só eu mencionar o meu mecânico que precisei dele novamente. Indo hoje cedo para o batente meu carro me deixou na mão. Como disse no post passado tenho vários anjos da guarda e um deles veio me socorrer, levar ao trabalho, consertar o carro (incluindo o tirar de onde ele ficou) e depois me buscar no final do expediente.
E como todo castigo pra corno é pouco, na ida para casa o carro deu outro probleminha, me perdi tentando evitar subidas, acabou a bateria do celular antes do anjo, ops, mecânico me encontrar novamente. Acabei que perdi a aula, mas vou ganhar umas linhas no TCC – fiquei em casa. Em todo o caso, para não atrair quizila, vou evitar mencionar esta alma boa por um bom tempo...
Por falar no meu carro, acho que já demorei em deixar que o J. mande fotos dele para o Lata Velha do Luciano Huck. Melhor rever os conceitos e concordar em aparecer na televisão, pagar mico neste caso, desde que o carro fique turbinado no sentido de motor e velocidade. A lataria pouco me importa...
Preciso apenas autorizar que ele envie umas fotos bem “ruins” do possante, e olha que na atual situação não preciso caprichar para conseguir tal feito, só falta amassar o teto (do jeito que eu ando, amanhã chove granizo porque escrevi isto!). Mas quer saber? Eu amo tanto o meu “filho”, são anos agüentando meu dia a dia estressado. Ele corre bem, me leva para todo canto, enfrenta buracos e lombadas e todo mundo me respeita, porque no fundo tem medo... Devem pensar assim: “deixa passar que aquele ali não tem mais nada para perder”. Eu bem que aproveito. E já virou um caso de amor nossa relação...

Concluindo, para quem não sabe, Lata Velha é o quadro de um programa de televisão, que passa nas tardes de sábado, onde eles escolhem um carro bem ruim com uma história comovente e dão um trato nele, acrescentando ainda todos os opcionais que a “nova” máquina tem direito...

Acho que já queimei meu filme mesmo sem aparecer na TV... Melhor parar por aqui... Fui...

sábado, 7 de outubro de 2006

A iluminada

Já ouviram falar de pessoas iluminadas no sentido de proteção?
Não vou entrar no mérito de encaixar o tema numa concepção religiosa, que não cabe discutir, além de eu até hoje estar tentando me encontrar no que se refere o assunto...
Mas na minha vida sempre aparece uma alma boa para me ajudar quando menos espero... Não sei se devo isto a anjos da guarda, santos, guias espirituais, coincidências, Deus... Estou muito longe de compreender o que ocorre...
Mas creio numa força boa, porque como ia contando sempre aparece um caridoso na minha vida para me salvar.
O J. já disse: “Carla, você tem muitos anjos da guarda, nunca vi isto, até seu mecânico faz por você o que ninguém faz.”.
Pois é, descobri que o que ele faz por mim, é apenas para mim, mesmo. E não é com segundas intenções. Ele, que me conhece desde criança, disse que me ajuda (tipo socorrer na rua, levar no trabalho, consertar o carro sem se preocupar se eu tenho grana para pagar, facilitar pagamento e etc.) porque já passou pela mesma situação que eu: morar só, estudar, ter que cuidar de tudo sozinho e com grana curta – sou universitária, e já dizia o comercial: “universitário é duro”. Diz que admira meu esforço (céus quanta responsabilidade! Ter que corresponder ao que os outros pensam de você é tentar nunca sair da linha).
Continuando a lista de coisas boas: amigos que vieram limpar minha casa pelo simples prazer de ajudar quando os bichos já estavam tomando conta e eu tendo que optar pelo estudo... Vizinhas trazendo comida, pois já sabiam que eu também estava sem tempo de fazer algo além de miojo. Amigo médico psiquiatra cuidando de mim gratuitamente quando eu mais precisei. O Zhé que surgiu do nada como um salvador no dia que atropelei o motoqueiro e ficou comigo o tempo todo (hospital, delegacia). O meu ex-chefe Ebenezer que quando bati meu carro veio advogar em minha causa e me fazer ser ressarcida do prejuízo, e etc. – o etecétera agora é real, e também para não ser injusta tamanha gama de favores inesperados com que já fui agraciada e certamente muitos ficariam de fora ou o blog seria insuficiente...
Somo a isto tudo, a minha mãe, que se pudesse faria ainda mais que o impossível, mais do que já faz: já mandou comida, dinheiro, amor...
Enfim, não posso negar, a vida sempre cuidou bem de mim.
Juro que não pratico maldade “de graça”, nem sou dada à vingança (excluindo no trânsito, “óbeveo”). Minha mãe diz que sou trouxa, na verdade eu acho que sou boa (sem ser modesta) e acredito na bondade humana... Mas, quando menos espero, assisto de camarote alguém que me fez mal pagar na mesma moeda e por vezes com juros, isto sem eu ter movido uma palha – palavra de escoteiro.
E, depois, não vou dizer que sou iluminada (ou qualquer outro sinônimo)?Isto porque não mencionei o presente de Deus na minha vida, tão falado em outros posts, meu amor...
Por estas e outras, altos e baixos, alegria e depressão (eitcha bipolaridade!) tenho certeza que sou feliz e sempre repito o mantra-pára-choque-de-caminhão: “Tudo dá certo no final e se não deu certo é porque o final ainda não chegou”.

Texto de charlatã profissional, mas é o que sinto, rs.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

São Davis

Agradeço ao São Davis pela graça alcançada.
Me ajudou a remover aquela horrível barra de buscas do google que apareceu no meu blog quando migrei para o sistema beta.
Amém!

PS: Editei o post, porque me dei conta depois que santo que começa com consoante é "São", "Santo" só os que os nomes começam com vogal. Desculpem-me.

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Esclarecendo

Só para esclarecer - embora ninguém tenha questionado - o que disse no post passado, sobre acreditar na bondade das pessoas: quando digo isto, estou falando das pessoas da vida real (portanto, excluindo os politicos) e me baseando nelas que se baseiam em si (espero que entendam).

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Mundo cor-de-rosa

Sempre acreditei na bondade das pessoas e tenho cada dia mais certeza que as pessoas que acham que todos os demais habitantes do universo são ladrões, bandidos ou que agem em benefício próprio estão, no fundo, baseando-se em si mesmas. E, infelizmente, conheço gente deste tipo!

Para mim todo mundo é bom até que se prove o contrário e sou feliz assim.
E como disse Anne Frank: "Ainda acredito na bondade humana". Quer saber? Prefiro assim...

Fui ao neurologista hoje que recomendou algumas coisas:
  • largar o anticoncepcional (para quem tem predisposição à enxaqueca isto é um veneno);
  • dormir mais (impossível, até dezembro terei que me contentar com as cinco horas de sono ou menos);
  • não passar nervoso, situação de stress e afins. (mais impossível ainda);

Resumindo, além de tudo isto, vou passar por uma bateria de exames - já que ainda posso pagar convênio melhor aproveitar.

E, eu acredito (ou quero acreditar) no Lula ainda. Apesar disto fiquei brava com ele por não ter ido ao debate. Acho que se não fosse isto, ele teria ganhado no primeiro turno. Mas vejamos pelo lado bom, teremos mais tempo para esclarecer muita coisa... Inclusive as traíragens, rs. E também Memorex para o povo: O FHC não foi ao debate na época dele, e ganhou a eleição. Ainda há esperança.

Agora convenhamos, votarem no Maluf e no Collor é demais.

E para descontrair: o pai do J. disse que votou em primeiro lugar (deputado federal) no candidato 1907. "Quem é este?" perguntou ele. "O vôo da Gol que caiu!". Sem mais comentários!