terça-feira, 27 de setembro de 2016

Show do Whitesnake (eu fui, de novo)!


Passei o final de semana todo pensando nisto: o show do Whitesnake.

Ver novamente, depois de 19 anos, uma das bandas que eu mais gosto e que ainda está na ativa (e eu já tinha este mesmo pensamento, naquela época) é sem palavras o bastante para descrever....

Sabe, ver o cara que você curte, ao vivo e a cores, a menos de, sei lá, 10/15 metros, cantando as musicas que você ama???

Parece surreal, parece que eu estava vivendo um sonho!




Mas aconteceu, sim!

Eu sei... eu estava lá.

E, hoje, com quase 20 anos depois do primeiro show deles (que eu mal me lembro porque era v1d4 lok4), mesmo lembrando de tudo, é difícil acreditar.

Ainda bem que agora eu tenho fotos no meu celular e um pequeno vídeo (que fiz mesmo sabendo que me poderia perder parte do show - por isto poucas fotos e quase zero vídeos) para me fazer lembrar, realizar e deixar registrado que realmente aconteceu!


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Set List Whitesnake Greatest Hits World Tour 23/09/2016 - Citibank Hall São Paulo - SP:

Bad Boys
Slide It In
Love Ain’t No Stranger
The Deeper the Love
Fool For Your Loving
Ain’t No Love In The Heart Of The City / Judgement Day
Slow An’ Easy
Crying In The Rain
Is This Love
Give Me All Your Love
Here I Go Again
Still Of The Night
Burn

Sim, ele tocou Burn!!!


domingo, 12 de agosto de 2012

Prioridades

Que coração o cacete. Coração burro não merece crédito.

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Nota para dar prioridade (assim no singular):

  • Me jogar no trabalho. Fim.

Com a cabeça pensando apenas em trabalho, mesmo que temporariamente seja uma escolha não muito boa para o meu coração (nem para meu futuro em todos os aspectos), não faltam tarefas, então, sem dar bola pra bosta do lado direito do cérebro eu consigo ser alguém que pensa na família, que tem coragem de largar o cigarro e investir este dinheiro economizado em aulas de pilates (que há tempos venho adiando).

 

(a imagem eu peguei lá no Facebook em algum compartilhamento idiota que não resisti em fazer)

Não sei dar amor enquanto espero amor

Quando eu fico triste eu fico incapaz de dar amor…

Não sei se me acho indigna de tal ato, sei lá… Parando pra pensar agora eu acho que fico mesmo incapaz de fazer qualquer coisa.

Quando eu estou triste não é uma constante. Eu estou triste, mas tenho momentos de alegrias, seja por estar em algum lugar legal, fazendo um trabalho que gosto… Fico feliz, mas ESTOU triste. E quando o momento passa, volto a ficar triste.

O que me deixa mais triste são minhas ilusões do amor.

(Não caro leitor, não é o suposto “amor” psicótico do passado, estou em outra)

Mas acho que tenho algum defeito de amar. Ou amo demais. Ou tenho dedo podre para ficar nesta eterna luta de esperar reciprocidade em sentimentos.

Sentimentos que sinto que quando sinto que são de verdade. Mesmo que duvidem. Eu sei o que estou sentindo. Saco.

Resumindo, de maneira bem simplória, vou contrariar todos que dizem que devemos ser felizes sozinhos para sermos felizes acompanhados: não consigo me ver feliz se estiver sozinha.

Aí vem a desgraça na vida, na minha, diga-se de passagem, estou sempre esperando.

Porque não sou a chata, a pegajosa, nem aquela que só diz que vai beijar o cara se tiver uma aliança no dedo. Não sei bancar a difícil. Se eu sinto, as pessoas (ou a pessoa) ficam sabendo e foda-se.

Acho que não sei jogar.

E fico pensando que se eu fosse estas moças vadias que só agem por interesse, que jogam e trapaceiam no amor, mas estão sempre com alguém legal rastejando aos seus pés… Então, será que eu faço errado?

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De qualquer maneira, hoje me sinto triste. Mesmo tendo recebido uma visita.

Talvez os filmes de amor que assisti e os romances que li tenham me estragado. Talvez eu seja assim de nascença mesmo. Mas uma visita de uma pessoa que poderia estar na PQP ao invés de estar comigo não foi o suficiente.

Faltam as palavras. O brilho no olho. O abraço inesperado (que no fundo sempre espero). Falta o pedido de “vamos ficar juntos de verdade?”.

Talvez a forma de amar do outro não seja tão efusiva quanto eu gostaria que fosse. Mas cansei desta vida de ter que adivinhar se passar tempo comigo é interesse real em mim…

Cansei de ter que compreender que as pessoas são diferentes e talvez tenham tempo de resposta diferentes. Mas que cacete, por que é tão difícil encontrar um amor que venha no tempo certo?

Sei lá, se eu gosto eu gosto, por que as outras pessoas precisam racionalizar os sentimentos?

Isto me deixa triste.

Tão triste que coisas banais me deixam mais triste ainda.

Como, por exemplo, mesmo sabendo que minha irmã amada está feliz curtindo sua noite de sábado nos EUA com seus amigos, fiquei triste porque as fotos da alegria dela estão sendo publicadas com uma camera que poderia ser melhor. Que eu queria que ela tivesse agora. Porque eu queria que ela tivesse tudo de melhor no mundo…. Mesmo que ela nem esteja dando bola pra este detalhe das fotos.

E também fico triste com o amor que não consigo dar enquanto espero o amor que quero ter.

Como por passar tanto tempo sem falar com meus pais.

Simplesmente eu evito ligar para aqueles para quem eu não consigo mentir. Vou mentir felicidade enquanto meu coração tá pequeninho?

E olha, estou com saúde, estou “trabalhando”, meu carro não está quebrado… No geral tá tudo ok. O que seria importante para eles. Mas estou com uma puta dor de cotovelo.

Só que amanhã é dia dos pais e será inevitável não ter que ligar para o meu.

E aí eu fico lembrando de como ele deve estar tão triste como eu por esperar o amor do outro. E, neste caso, quase um crime: um pai não deveria esperar o amor da filha.

Que impasse!

Sou a filha-decepção, que se sujeita a trabalhar de graça para ter a graça de estar perto de quem estima, mas não telefona para os seus pais porque sabe que se escancarar suas escolhas será uma decepção para eles.

Mesmo sabendo que tem pais maravilhosos que não a julgam, aceitam e apoiam a filha quando ela corre precisando de colo porque mais uma vez fez merda por pensar com o coração.

sábado, 28 de julho de 2012

A flora do gato

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Um dia, mais ou menos alguns meses depois que o Habibi e a Ayuni chegaram, e eu ainda me pegava pensando “que merda que eu fiz?” ao trazer logo dois gatos no atacado pra casa, reparei que quando o machinho fazia cocô em sua caixinha de areia, não havia quem conseguisse ficar perto.

Eles ainda tinham seus objetos totalmente dentro de casa, mais precisamente na sala.

Conversando com a veterinária sobre o mau cheiro que aquela coisa fofa e pretinha provocava, ela sugeriu fazer um exame de fezes pra ver o que poderia estar acontecendo… Vermes, talvez?

Tudo poderia ser possível, apesar de estarem vacinados, só comerem ração e sua irmã que levava uma vida igual não apresentar o mesmo “problema”!

Bom, aí o resultado saiu. O gato estava perfeito.

- Mas e o mau cheiro, doutora?

- Bom, deve ser a flora dele que é assim!

- Putz, nem quero imaginar se não se chamasse “flora”

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De qualquer forma, mandei fazer um buraco na porta da cozinha e hoje sua caixinha de areia fica no quintal (que é telado), e fomos todos felizes para sempre!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eu ainda acredito na bondade humana

Posso dizer que sou uma pessoa meio Anne Frank. Sabe, ela estava lá escondida dos nazistas, comendo o pão que o diabo amassou e, ainda assim, acreditava na bondade humana. Acreditava, apesar de tudo.

Sou assim. Me ferro, me lasco, me machuco, mas sempre acho que as outras pessoas são diferentes das anteriores.

Em todos os sentidos.

E hoje estou falando do meu lado profissional e pessoas que vivem no meio em que trabalho.

Há dias em que quero jogar tudo para o alto. E, na maioria das vezes, quero jogar tudo para o alto por causa de “gente” e não por não estar feliz fazendo o que faço (assumo minha parte da culpa em depositar expectativas em terceiros, em não dar bola para intrigas e fingir que não existe inveja, por exemplo).

Pelo contrário, amo com todas as minhas forças “transformar sonhos em concreto”. Pode ser uma casa de cachorro, um conjunto habitacional ou até mesmo uma caixa d’água. Realizo-me em saber que contribuo para que algo concreto (mesmo que seja de outro material, rs) saia do papel.

Enfrentar os problemas e os empecilhos do dia a dia. A entrega que não veio, o caminhão que quebrou atrasando todos os planos do dia (e semana)…  Alterar um projeto no meio do caminho porque algo na hora da execução saiu diferente do planejado.

Enfim, nada disto me incomoda. Pode cansar mentalmente. Mas é o cansaço gostoso do sentir-se viva e parte de uma realização. O cansaço de quem levanta da cama todos os dias pra “fazer algo”. Principalmente porque visto a camisa e sei que conseguiremos vencer os obstáculos dando sempre nosso melhor.

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Não faço nada sozinha. E gosto de ser equipe. Só me entristece quando esta equipe não trabalha na mesma sintonia.

Aí sim tenho vontade de pular fora. E, na loucura de virar a mesa, chego a cogitar a mudar de área. Mas são sempre pensamentos insanos de um cansaço de quem dá soco em ponta de faca.

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Mas hoje, especialmente hoje, gostaria de deixar registrado que foi um dia, a despeito de todos os acontecimentos de um passado muito recente, em que estou cansada (fisicamente), mas feliz e realizada.

Incluo aí a realização do reconhecimento profissional. E, veja bem, não é reconhecimento financeiro – se fosse isto, nem estaria onde estou hoje – tampouco de elogios diretos, é um outro tipo de reconhecimento.

Reconhecimento por ser ouvida e levada a sério nos seus conceitos e preocupações. Por perceber que sou alguém crível naquilo que acredita e naquilo que vem fazendo.

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Hoje vou dormir esperançosa e acreditando mais na bondade humana.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

My second life

Gostaria de avisar que se engana (e MUITO) quem pensa que sabe tudo sobre mim ao me seguir nas redes sociais, blogs e afins.

Pode parecer que gente como eu adora exposição, e não é um fato de todo distorcido, mas gosto de exposição para o meu blog, para minhas fotos, para meus textos e até tuites de cunho pessoal – mas são sempre sobre coisas que eu quero que saibam. Coisas que escrevo com total consciência de se tornarem públicas.

Mesmo as merdas no ventilador (que já joguei por aqui) não serão jamais totalmente conhecidas de quem não faz parte integralmente da minha vida (no sentido mais literal que puder existir).

Então, o que quero deixar claro é: minha vida é de certa forma pública, mas só naquilo que eu permito (e quero) que saibam.

Ninguém que me segue sabe o quanto ganho ou o nome do meu chefe, por exemplo. Podem saber que ganho pouco/muito ou que meu chefe é chato/legal… Mas nunca mais do que isto!

Podem saber a cor do meu batom preferido, mas jamais saberão a cor da calcinha que uso (se é que uso calcinha, ou cueca, ou ceroulas…).

Podem saber que estive na balada X no dia Y, mas jamais saberão, apenas me seguindo na internet, de quem era a boca que eu beijei (e se beijei).

Existem limites.

Sejam reais ou virtuais há os seguidores e os amigos.

Amigos que podem ser reais ou virtuais que, independentes de estarem separados por duas casas na mesma rua ou por uma banda larga de internet, sabem que são amigos. E saberão sempre o que for conveniente saber. Sem precisar imaginar, stalkear ou contar com a fofoca alheia.

Os demais, por mais que eu tuite de onde estou, que roupa nova comprei na liquidação ou a dor de barriga que tive no dia, saibam que só sabem de mim aquilo que permito que saibam.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Caracoles

Olha, nunca fiquei tão arrepiada com estas coisas de sortilégio como com este app do iPhone que a Lia indicou aqui.

A “sorte” de hoje:

Three Swords

ThreeOfSwords

Three people may be involved in a dispute or go their separate ways.

This is a minor arcane card, however, when its energies manifest, it can seem like a major event at the time, due to its intensify and how it makes you feel.

The card symbolically shows three swords, one dripping in blood, which represents pain and distress.

Often a separation from someone occurs at this time or some kind friction or dispute.

It often feels like quite tormenting and hurtful at the time and is difficult to get through while this time lasts.

Three people may be involved in a dispute or go their separate ways, or become involved in a emotional tug of war.

However, once the anger or hurt is expressed openly and each airs their grievances, it is usually only a matter of hours or days before you feel better again and the issue may be resolved permanently, or at least for the time being, which eases the stress levels.

Sometimes, a person may need to have an operation or there is some minor injury, which usually heals quite quickly.

(fonte da imagem: aqui)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tentativas de roubos de senhas

Tsc, tsc, tsc...