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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Noivos


Noivos - Carla e Jossano
Simples assim, meio brega.  Para coroar nossos anos e anos e idas e vindas, ele e eu ficamos noivos. Maktub.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Furada

Para começar Juquitiba. Perto. Pouco gasto, vários campings, longe da praia, bem a calhar para o sossego no carnaval.

O carro, um jipe, ótimo para aventuras. Quebrado.

Vamos de Uno mesmo.

Atraso, trânsito, calor de rachar.

Camping tipo família. Crianças. Piscina, quadra. Muita infra-estrutura para quem, como nós, queríamos apenas aventura. Nada adequado para o verdadeiro o contato com a natureza.

Procura.

Respostas: “há mais campings estilo "adventure" por aqui sim”.

Calor, estrada de terra esburacada. Dor nas costas.

Aflição.

Quero chegar logo, não me importa mais aonde, quero chegar.

"Como, lotado!"

"Tipo assim, reservado só para o pessoal da igreja?"

Desconjuro todos.

Muitas horas depois: Campos do Jordão. Fora de temporada.

 

Carlinha e Bubu Jossano Campos
Fim.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Resoluções para 2008

Nunca fiz resoluções de ano novo, mas considerando que sou uma pessoa que funciona melhor "ticando" itens de listas do tipo "a fazer", cá estou eu anotando minhas resoluções:
  1. Aprender bem a dança do ventre, seja na aula, seja em casa assistindo os vídeos baixados na internet ou treinando exercícios até que saiam perfeitos;
  2. Terminar de bordar a roupa de dança que comecei;
  3. Acabar o ano com uma boa poupança;
  4. Para o item anterior dar certo: ganhar dinheiro;
  5. Comprar menos, muito menos;
  6. Viajar mais com meu namorado;
  7. Dar atenção aos amigos não virtuais;
  8. Passar num concurso público, e;
  9. Dormir mais.

Acho até que tem pouca coisa.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Novembro

Novembro precisa de um post... Um só que seja para tirar as teias de aranha deste 1,65m de Sol...
Acho que a missão está cumprida agora.

Outras coisas:
- Quase trinta livros lidos este ano;
- Visita do meu pai em casa depois de quase dez anos;
- Criando coragem para ensaiar para ver se consigo me apresentar no aniversário do Pai de Santo amanhã;

(Eu e meus dois pais!)

domingo, 13 de maio de 2007

Dia da minha mãe

Esta data me fez lembrar que mãe é unica né?

Que mãe, senão a minha teria mandado cesta básica (cheia de miojos e sopas prontas) pelos Correios, quando eu ganhava apenas quatrocentos reais, e já morava sozinha e ela achava que eu poderia morrer de fome?

Que mãe, aproveitaria a viagem de volta à SP de cada um dos amigos que íam passear em Natal, e encheria um isopor com congelados delíciosos, do tipo coxinhas, esfihas e feijoadas para me entregarem, senão a minha?

Que mãe viajaria de férias para minha casa e, em vez de passear, faria reformas e faxinas na minha casa, senão a heroína que me pôs no mundo?

E quem mais, poderia ter permitido com seu sexto sentido fudido que eu ainda tivesse meu braço esquerdo hoje em dia? A Cidinha, é claro?

Já que a curiosidade mata o gato, deixa eu contar:

Estava com dez anos de idade, havia acabado de ser socorrida num hospital público perto da escola onde eu estudava, o braço quebrado depois de pular mula (lembram desta brincadeira?)...

A escola liga para casa, minha mãe vai me buscar e resolve conversar com um amigo médico, que disse: "Se vocês tem convênio, leve a menina, porque o caso é grave. Talvez precise de cirurgia."

Em casa, por volta das oito da noite, de bracinho engessado, minha mãe diz que vai me levar à uma consulta.

"Agora mãe? Deixa para amanhã, já fui socorrida mesmo..." - disse eu.

"Não filha, vamos agora." - foram as palavras dela.

Depois de alguns minutos em que eu tentei convencê-la de que poderia aguentar até o dia seguinte, afinal que diferença faria ter sido socorrida por um médico do governo e outro do convênio, ela me arrasta gentilmente até o carro rumo ao tal hospital que ela queria...

Chegando lá, as únicas palavras da médica ninja que só de ver a cor dos meus dedos pôde dar um diagnóstico foram: "Corra ao Hospital das Damas, porque a esta hora não temos mais ortopedista e se esta garotinha não tirar este gesso em 20 minutos o braço dela grangrenará".

Caracoles!

Já no Hospital das Damas, na sala da ortopedia, o médico não queria me atender. Esbravejava com minha mãe que meu caso era grave, que ele não ía colocar a mão na merda que outro tinha começado... E ainda xingava a coitada por ter "me levado" em médico ruim.

Daí que a mamãezinha da pessoa que vos escreve, vira na Giraia, pois por quê cargas d'água ela deveria ser culpada se o foi o "melhor" que a escola podia ter feito por mim? Isto que na época, ainda furamos a longa fila do atendimento com o desespero da professora...

Bem, só sei que eu via que a briga estava dando em nada, meus vinte minutos derradeiros como uma pessoa com dois braços se esgotando, começo a chorar... O médico-bonzinho-que-brigava-com-minha-genitora diz: "Só vou tirar por causa da menina, mas ela só sai daqui se for para uma internação pois vai ter que operar, o osso fraturado dela saiu do lugar...".

Enfim, operei, tenho dois braços saudáveis, mas penso até hoje, por que diabos, minha mãe, me vendo com gesso, em casa, tranqüilinha, pronta para dormir, insistiu em me levar ao hospital em plena noite, sendo que eu já estava "socorrida"?

Coisas de mãe... Porque se fosse pela filha, teria acordado no dia seguinte, com um bracinho morto, pronto para ser decepado...

É por estas e outras, que temos que comemorar o dia da minha mãe, não hoje apenas, mas todos, todos os dias!

Ah, sem ser egoísta, viva os dias das suas mães também!

PS: post fazendo parte da blogagem coletiva proposta pela Micha.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Carnaval chegou e eu não fui...

Deixei tudo para última hora e não fui para canto nenhum, embora minha vizinha tivesse me chamado para ir à sua chácara. Quem sabe eu ainda decida e vá?
Na verdade estou me sentindo como passarinho fora da gaiola. Nunca tive feriado de carnaval desde que comecei a trabalhar e agora que tenho, não só os dias de folia, mas também o resto da semana, acabei aqui, em casa, sozinha.
Até hoje, amanhã não mais, J. disse que vem.
Batendo papo em comunidades do orkut. Quanta gente ficou em casa! Garota “Chat line”. É legal!
Querem saber? Eu adoro ficar na minha casa.
Fazer minhas coisas, ler meus livros (e revistas, dei uma abastecida na sexta-feira já prevendo os momentos de descanso).
Dormir, comer, entrar na net, ler, dormir...
Vinho, livros, revistas.
Realmente, não sou mais como era antigamente: baladeira.
Tenho nisto um problema: achar um local para comemorar meu aniversário de trinta anos.

Uma vez eu caí num baile de carnaval. Caí de gaiata. Estávamos sem nada para fazer, eu e uma amiga. Saíamos com outro amigo para um barzinho. Mas, como São Paulo estava praticamente morta devido ao feriado, não achamos nada e resolvemos tentar a vida no antigo Palace, uma casa de shows que promovia bailes de carnaval.
Eu de shorts jeans e miniblusa – quase uma freira perto das outras mulheres – não podia ficar dois minutos dançando num mesmo local que enchia de homens tarados como abelhas no mel.
Definitivamente, é melhor a minha casa.

Mas tem Santana do Parnaíba, aqui pertinho. Cidadezinha do interior, com o centro tombado pelo patrimônio histórico e rola um carnavalzinho de rua por lá. É mesmo, uma opção, quem sabe...

No mais, escrever aqui no blog sem preocupação em ser lida (porque acho que todo mundo está viajando) também é bom.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Retrospectiva 2006

De acordo com a Micha, hoje é dia de retrospectiva, e de falar sobre os planos para 2007.

Como aluna aplicada, e às vezes precisando de temas para escrever outras coisas, vamos lá:



(Escrever é terapia, desde os doze anos coleciono diários tradicionais).

Foi no ano de 2006 que decidi criar este blog, nem eu mesma sabia como era bom isto aqui. Por vezes me assusto com o teor de meus devaneios publicados e tenho pena das pessoas que lêem e se preocupam, porque já que fiz alguns amigos aqui. Porém se fez necessário para que eu me libertasse de algumas angustias e pudesse compartilhar sentimentos (entre eles alegria e amor) que ficam atolados na garganta precisando de um escape.

Também foi o ano em que consegui realizar um dos sonhos da minha vida, ser engenheira civil. Acabei de concluir a tão sonhada faculdade. Por sinal paguei o diploma hoje (no sentido de dar entrada nos papéis na faculdade e não de comprá-lo, meu sonho foi conquistado no verdadeiro sentido da palavra). Ainda não caiu a ficha do que significa isto, mas um peso enorme da tensão dos estudos saiu das costas...

Na parte emocional da vida, digo que comecei com o pé direito. Estava totalmente feliz e equilibrada, feliz comigo mesma, e gostaria que tivesse sido sempre assim... Mas já foi um grande passo, aprendi que em primeiro lugar na minha vida sou eu, embora nem sempre tenha praticado isto.

Principalmente porque Deus me deu um Presentinho em 2005, mas foi em 2006 que se configurou presença na minha vida mesmo. O sonho do amor. Que delicia de momentos que passei, da espera, da cumplicidade, da amizade, dos sonhos em comum, do amor verdadeiro. Pela primeira vez na vida me senti completa, feliz e não tinha medo de dividir com ninguém o que sentia... Brilhava os olhos a qualquer pessoa, mesmo que estas não quisessem ver.
Entro em 2007, sem saber se este “presente” continuará a fazer parte da minha vida. Se foi apenas algo com duração limitada, eterno enquanto durou. Não sei, deixa o Sr. Ano Novo resolver, o que não está em minhas mãos, resta esperar.

"Concedei-me Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso modificar, coragem para modificar aquelas que eu posso, e sabedoria para distinguir umas das outras”.
Confesso que ainda não tenho planos mirabolantes ou concretos, embora nunca deixe de sonhar com um mundo melhor (sou pisciana nata), os sonhos estão turbulentos, há tanto que se fazer, que se realizar. Não sei se presto concurso público, se troco de carro, se me mudo para Natal, se procuro outro emprego, se faço uma pós, se dou entrada no meu primeiro apartamento (a casa aqui é do meu pai)...

Deixarei rolar, e escolherei o que me parecer melhor diante das circunstâncias. Sem sonhos programados, mas não sem desejar (viagens).

De concreto, pretendo apenas me matricular numa aula de Pilates, desenvolver HTML como terapia, praticar Autocad e realizar algum trabalho voluntário – penso a princípio em dar aulas aos pedreiros e ajudantes do condomínio em iniciação técnica na construção civil (leituras de plantas, pequenos cálculos de volumes, áreas, inclinações, consumo de material). Acho que terei tempo, e fatores externos dificilmente influem em planos deste estilo e, se influírem, não será nenhum castelinho de Cinderela desmoronando.

O resto, que venha o que tiver que ser, pois qualquer que seja, será o melhor. Sempre é. Até porque estou meio cansada de planejar, vamos ver se consigo.

E ficam registrados aqui meus sinceros votos de tudo de bom em 2007 para todos, para o caso de eu não voltar postar até o ano que vem! (Adoro falar “ano que vem”, parece tão longe e é só daqui a três dias).

Beijos e sonhos realizados, programados ou não.

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Finados

Não deixando a data (que nada tem de comemorativa) passar em branco, escrevo uma historia real de arrepiar os cabelos da peruca:

Minha avó paterna, amada e querida, já havia morrido há alguns anos e meu avô vivia falando aos quatro cantos do mundo que quando morresse queria ser enterrado junto dela.
Bem, minha família nunca se deu ao trabalho de comprar uma tumba comunitária - eis um dos meus medos de morrer e ser enterrada no Cemitério do Ariston em Carapicuíba, dizem que quando chove alaga tudo e dá para ver os pés dos defuntos, isto se a família não for assaltada na hora da despedida final, cruzes.
Voltando ao assunto, como minha família não é proprietária de um terreno neste tipo de condomínio – minha avó foi enterrada na cova cedida pela família de sua irmã. O sonho do meu avô pouco tinha chance de ser concretizado, claro. Minha avó era irmã da dona do terreno, meu avô... Bem deixa pra lá.
Minha mãe, bem realista/escrachada/sincera dizia: “Seu Justino, o senhor não vai ser enterrado lá não. Até parece! Mas, não se preocupe que a gente dá um jeito, nunca vi defunto abandonado na rua!”
Eis que meu vovozinho morre. Onde enterrar?
O marido da minha tia, que não é parente dele (genro é parente?), confabulou com a família dele e arrumou um “buraco” num cemitério para meu avô finalmente descansar em paz.
E, pasmem, São Paulo é enooorme, tem zilhões de cemitérios e cada um deles de proporções gigantescas (dá até medo de se perder dentro) e a tumba da família deste meu tio (marido da filha do meu avô) que não tem nenhuma ligação com a família da irmã da minha avó era no mesmo cemitério. E mais inacreditável ainda: as duas covas ficavam (ficam) a alguns passos, na verdade uma calçadinha de uns 90 centimetros, de distância!
O último sonho do meu avô finalmente se concretizou, seus restos mortais jazem em paz ao lado da sua amada.

É ou não um grande causo de finados? Eu só acredito porque eu vi.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

11 de setembro

O simples mencionar da data “11 de setembro” nos remete aquele dia fatídico de 2001, há exatos cinco anos.
Lembro-me que neste dia andei de avião, tinha ido passar o feriado da independência e aniversário da minha mãe em Natal, e nesta data voltava da pequena viagem.
Na hora do ocorrido estava no salão de beleza me preparando para voltar para São Paulo, porém, quando chego à casa dos meus pais, me deparo com aquele tumulto todo, e até a hora em que eu entrei no avião, aproximadamente meio dia, ninguém sabia o que era aquilo...
Só sabia-se que era uma desgraça muito feia e pronto.
E eu no avião...
Quem? Por quê? Ninguém podia responder...
E até hoje acho que muitos “porquês” rondam as pessoas no mundo todo. Pois até vendo (como vimos na televisão) ainda parece coisa de filme... Triste mas verdadeiro.

Mudando de assunto, hoje eu parei de fumar, mas ainda tenho oito cigarros. Já tomei muita água e acho que vou resistir...
Só espero que meus amigos me agüentem durante a fase de abstinência. Dizem que a gente fica meio louca... Veremos...
Ah, mas preciso relatar, vou parar de fumar porque cada dia fica mais difícil achar meu cigarro (Gudan Garan) e o lugar mais próximo de casa anunciou que não vai mais vender, juntando o difícil com o necessário, melhor desistir.
Só que hilário mesmo foi minha mãe querendo mandar cigarros para mim lá de Natal, quando contei a notícia e o porquê da decisão.
Sem comentários, tsc, tsc... Eu querendo parar e ela "botando pilha", rs.

Este final de semana gastei boa parte do tempo garimpando blogs.
Adorei um em especial, o da Fernanda, tirando o dia-a-dia dela que está recheado de acontecimentos escolares, nada mais indica que ela tem apenas 15 anos, me surpreendi...
(Quer dizer, me surpreendi mais ou menos, a Carol, minha ciumenta irmã da mesma idade, já tinha me dado mostras de maturidade precoce em garotas novinhas ).
Ah, e ela, a Fernanda vai me fazer um template... Não é uma fofa?
Duro vai ser minha ansiedade deixar escolher um tema assim de primeira...

Enquanto isto não acontece vou bebendo água e escovando os dentes, porque engana a vontade de fumar!
Beijos.