quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Galinhos - RN


Fundação: 1963
Altitude: 2 m
População: 1.541 habitantes
Área Total: 333,4 km²
Dens. Demográfica: 4,62 hab/km²
(
http://www.citybrazil.com.br/rn/galinhos/)

“...Vila de pescadores, a sede do município de Galinhos tem cerca de 2 mil habitantes. A sua localização é numa pequena península, cujo acesso só pode ser feito de barco ou de veículo 4x4 e bugue, na maré baixa, enfrentando dunas.
Dunas, salinas e manguezais formam as paisagens que encantam os turistas, a vila de Galinhos é diferente, não possui trânsito de automóveis. Charretes são. cenários diferentes”
(http://www.natalonline.com/galinhos/index.shtml)

“A 160 km de Natal, Galinhos é dessas praias que não se fabricam mais. Como sempre acontece, o segredo de seu encanto está na dificuldade de acesso. Você deixa o carro num estacionamento e pega uma balsa, que aporta numa vilazinha de ruas largas e casas simples porém decentes. Uma frota de carrocinhas movidas a jegue (!) estará à sua espera, para levar você até a praia do outro lado da península -- um pontal de areia que avança num mar azul-calcinha, com um farol e duas lagoinhas temporárias (aparecem de setembro a março). Não existe praia mais bonita entre Pipa e Canoa Quebrada. A magia de Galinhos está na sua delicadeza: ao contrário das outras praias bonitas do litoral potiguar/cearense, nada aqui é monumental. Não há dunas nem falésias. Só um mar lindo, e a maré alta enchendo aos poucos a lagoinha temporária. Mas não espere nenhum luxo além da paisagem. “
(http://www.freires.com.br/destino.asp?destino_id=28&modo=esticar)

península
pe.nín.su.la sf (lat paeninsula) Geogr Porção de terra cercada de água por todos os lados, exceto por um, que se liga ao continente; quersoneso. (Fonte: Michaelis).


Foi para este maravilhoso local que aportamos na última segunda-feira. Sem carros nas ruas, praias desertas e um mar verde-água. Palavras faltarão para descrever as delícias de estar em um local assim (talvez por isto tenha "roubado" informações de quem está acostumado a relatar paraísos na Terra).

Mais fotos aqui, no meu flickr.

Um beijo a todos e comunico que a semana que vem (não há outro jeito) retornarei as atividades normais, inclusive na blogosfera.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Residência em Medicina Veterinária

Sinto assumir, mas é nisto que se transformou minhas férias. Vejam as especialidades:

Felina
O caolhinho que agora tem nome: Félix, se bem que eu ainda tenho minhas dúvidas sobre seu sexo – como é difícil definir o sexo de um gato, isto eu aprendi.
Duas vezes por dia temos que limpar o local do olho extraído (que ainda tem alguns pontos) e passar uma pomada cicatrizante. O outro olhinho uma pomada antibiótica para que o problema não ocorra do outro lado também.
Sem falar que ninguém daqui de casa consegue ser indiferente aos seus primeiros tudos da vida: as brincadeiras, a hora do leite, o soninho. Que bom seria se os filhotes não crescessem, mas mesmo adultos não deixo de amá-los.

Canina
A Olívia, que foi adotada por mim em SP – vivia nas ruas, e hoje mora com meus pais em Natal, resolveu cruzar com o vira-lata mais horrível do mundo. Meu pai que não é muito sensível, embora ame os bichos, e já faz o favor de cuidar dela não aceitou o fato e disse que não queria saber de filhotes.
Claro que vira-latas quando dá cria é logo um monte de uma vez. O que fazer? Levar embora e eu cuidar de todos não dava.
A opção foi recorrer à pílula (no caso injeção) do dia seguinte para cães. Mas, nem tudo que parece ser bom é fácil. A veterinária daqui (a mesma do gato) nos convenceu de que seria um aborto, não era recomendável nem 100% eficaz e a solução seria castrar – assim evitaria problemas futuros.
Mesmo pensando com meus botões que retirar o útero da minha Olivinha seria o mesmo que abortar os possíveis fetos de cachorros, era uma boa solução.
Ai se arrependimento matasse, tenho hoje uma cadela mutilada, com sete pontos na barriga e tendo que usar uma cinta no corpo. A operação foi ontem.
Logo, não consigo me imaginar abandonando o lar por muito tempo enquanto seu estado for de recuperação.

E eu achando que estava de férias. Volto em breve para minha casa diplomada em cuidados médicos veterinários. Se em veterinária propriamente dita eu não me transformar creio que uma boa enfermeira pelo menos eu serei.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Ginga com Tapioca


É a comida típica do “povão” de Natal nas praias. Consiste em peixinhos fritos (para mim, de SP, conhecidos como manjubinhas) e tapioca (que eu adoro) pra quebrar o gosto salgado do bichinho e encher a barriga.

Isto me fez lembrar a história de uma amiga, Mariela, que veio de São Paulo para morar em Natal há uns anos. Ela comentou que logo nos primeiros dias na capital potiguar, saiu com uma turma de amigos para beber e pediu uma porção de manjubinhas como acompanhamento. Qual não foi a surpresa dela e o espanto de todos até entenderem que ela queria a tal ginga (o peixe) e não pênis, pois manjuba aqui é um dos apelidos desta parte do corpo masculino! (risos).

PS: E podem falar que tapioca, uma massa assada na chapa ou frigideira feita de goma (polvilho), não tem gosto de nada, eu simplesmente amo, me deu água na boca só de escrever e lembrar!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Férias? Toma lição de casa!

Estou de férias e ao visitar as amigas da blogosfera vejo que ganhei um monte de lição de casa. Vamos a elas então:

- 5 coisas que me deixam feliz, esta listinha foi passada pela Saia Plissada, e como ela mesma afirmou duvidar (ficou esquisita minha colocação) eu escrever apenas cinco, vou confessar que foi difícil. Escolhi então aquelas que são “coisas” realmente e que me fazem feliz assim, meio que do nada:

Cosméticos: amo conhecer, cheirar, comprar e usar. Sim eu acredito em cosméticos e eles me deixam felizes. Como sempre disse o J. “Carla você é a única mulher que usa o creme após creme”, e é verdade. Ou como dizia a Silvia, minha amiga: “Caraca, é o creme da raiz, do meio e das pontas dos cabelos”. Ela só esqueceu de dizer o dos olhos, o do cotovelo, barriga, calcanhar, mãos, o especifico para manchas, o que tira oleosidade, o gloss, o rímel, o perfume...

Bichos: de preferência filhotes, ou vira-latas. Como eles me deixam felizes e em estado de graça.

Amor: este aí fica até difícil encontrar um lugar na lista, se é primeiro, ultimo ou constante. A questão é: nasci e morrerei como a romântica incorrigível que ainda acredita na bondade humana masculina. Ainda bem (eu acho)!

Livros: leitura em geral. Agora descobri os blogs, mas vale revistas (às vezes fico com raiva quando chega minha vez de ser atendida e abandoná-las na sala de espera do salão, do dentista, do ginecologista ou diabo a quatro), bula de remédios, o que for. Amo ler com toda a força. O único porém é que eu detono livros em menos de uma semana e fico com raiva porque a história acabou muito rápido.

Dormir: como eu amo dormir, dormir até tarde, dormir horas seguidas. Simplesmente dormir. E não me incomodaria de ao final da vida contabilizar e ver que passei mais horas dormindo do que acordada, porque sono nunca me falta, mas tempo de colocar em dia sim.

- Resoluções para 2007, foi a Flavynha quem me passou. Como eu estava triste (pra não dizer depressiva na passagem do ano), resolvi não fazer resoluções e acho que continuo firme com o propósito. Só que mulher que é mulher sempre planeja algo, sendo ou não para o ano que começou ou para os dias próximos, eu penso em algo sim, vamos lá:

1. ver mais filmes no cinema e assistir em DVD os que ficaram para trás;
2. aprender autocad e html;
3. fazer algum trabalho voluntário (e se depender da minha decisão a ser tomada não vai dar para dar as aulas de noções de obras pro povo do condomínio);
4. ingressar em alguma terapia para equilíbrio desta mente demente;
5. e, fazer aulas de pilates, para ver se melhoro a postura e sumo de vez com aquela barriguinha que tanto me incomoda.

Não vou passar pra ninguém porque estou com preguiça de pensar e que a Carol me perdoe pois ainda vai faltar a listinha de coisas que eu odeio que ela me passou dias atrás.

Beijos daqui de Natal pra todos e mais uma vez peço: não deixem de contribuir com os refugiados, apenas 20 reais um número e de pouco em pouco fazemos muito. Estamos quase chegando lá, só falta você.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Enfim, em Natal

Cheguei sábado em Natal, depois de uma hora de atraso em Congonhas, (até que não foi tanto). Colocaram a culpa agora no radar de Curitiba, que justificava os aviões que não iam nem de lá vinham.
Enfim, cheguei - a tempo de ter que pela primeira vez esperar meus pais no aeroporto.
A bagunça é tão grande que falaram que eu chegaria aqui em Natal depois das duas da manhã, quando na verdade antes da uma hora já estava fora da sala de desembarque anunciando o nome da família.
Em SP, sentei e esperei no aeroporto, aqui sentei e esperei novamente.
Mas nem posso reclamar, perdi apenas duas horas no total. Acho que tenho que agradecer a sorte, isto sim, porque todo mundo viu a bagunça e o descaso para com os passageiros nos últimos 30 dias.
Se eu já fui à praia? Não, nem vi a cara dela ainda!
Descansar, matar a saudade da família, ler, dormir estão entre as minhas prioridades nos primeiros dias.

Zoo

Revi minha filhota Olívia e conheci o gatinho (o caolhinho relatado no post de 12 de janeiro). Ele é tão pequeno e indefeso. Está aprendendo agora a jogar montinho de terra sobre seu xixi e cocô (e ainda erra a mira).

Fico pensando como pode Deus deixar nascer no mundo um bichinho que não sabe falar e ficar assim, a sofrer. Um dia terei minha chácara para adotar todos eles...

Quando minha mãe o encontrou seu olho tinha sido expurgado por causa de uma infecção, e se ela não o tivesse salvo, levado a tempo à veterinária ele estaria hoje sofrendo, senão morto.

Imaginem a dor, o desespero de sentir algo, uma dor de um olho naquele estado e você não saber nem falar para pedir ajuda?

Mas, agora ele está bem e claro que não será posto para adoção. Só precisa de um nome (alguma sugestão?). Amor ele conseguiu, até das cadelas daqui.



Cuidados médicos

No mais, tudo indo. Fui a um tarólogo para ver se me ajudava numa decisão difícil que tenho tomar, mas nada, ele pediu para eu buscar a resposta dentro do meu coração! Bem, se é o santo de casa que fará o milagre, logo que definir conto o que é.

Aos poucos também, quando puder, e se deixarem, visito os amigos da blogosfera – aqui tenho que dividir o PC com meu pai, minha irmã e, claro, passear né? Tirar o bronzeado escritório que veio de contrapeso de SP.

Só não deixem de participar da campanha dos refugiados relatada abaixo. Sempre é tempo de ajudar. Um grande beijo!

sábado, 13 de janeiro de 2007

Solidariedade aos Refugiados de Moçambique

Em apoio a nobre idéia da querida Grace, venho aqui convidá-los a participar da rifa em prol da Escola de Maratane, no Campo de Refugiados de Moçambique.

Se forem em seu blog pessoal e o blog dos refugiados, verão melhor descrito, com a alma de quem visitou e presenciou, as precárias condições de vida destas pessoas.

Crianças que além de passar fome, sede, não terem mais uma família, um país, atualmente estudam numa escola com “paredes” de plástico.

E foi pensando em ajudar mais uma vez, que ela resolveu rifar uma linda escultura africana, com atestado de autenticidade, disponível em fotos para quem quiser ver.

Gostou? Quer ajudar? Cliquem aqui (no blog exclusivo que ela criou sobre as crianças refugiadas) e participem.

Um beijo de agradecimento antecipado a todos.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Alma em Manutenção


Andei sumida. Não é um abandono de blog, pois ainda preciso decidir o que eu mais gosto: se é “ler” amigos ou escrever no meu.

Mas a minha alma precisa de uma manutenção, com isto apelo para o recolhimento. Por vezes me sinto mergulhar na tristeza, por mais que eu me esforce em contrário. E a cada vez percebo que uma coisa é certa: nem sempre conseguimos influir nos fatores externos, infelizmente, principalmente quando estes fatores têm vida própria.

Espero que compreendam minha ausência se eu demorar a postar e a visitar todos os amigos.
“Agora aqui em casa tem um gatinho ou gatinha, ainda não sabemos é muito pequenininho(a) acho que no máximo umas 2 semanas, a mãe achou na rua, ela tava andando ai viu ele, foi fazer carinho na cabeça dele e percebeu que o olhinho dele(a) tava dependurado, ai mãe levou ele na veterinária, então ela tirou o olho do bichinho, tá só com um olhinho o outro tá todo costurado, da até pena, é tão pequeninho, menor que a palma da mão e todo fraquinho!Mas é lindo! ^^” (Carol)
Isto me espera em Natal – confesso que estou tão sensível que chorei ao ler este recado deixado pela minha irmã no orkut. Além de matar as saudades da minha filha Olívia, tratarei de dedicar meu amor a este pobrezinho.

E um dia ainda poderei adotar e criar todos os bichinhos vira-latas e mal tratados do meio da rua.

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Passeio e Censura


E viva a Rua 25 de Março, a Galeria Pagé e o Shopping 25!
  • Prancha de cerâmica R$18,00
  • 2 Carregadores de pilhas + 4 pilhas palito R$30,00
  • Brinco de strass R$35,00 no shopping, R$ 27,00 em Carapicuíba e R$12,00 na 25!
  • Pulseiras de bolotas, bolsas douradas, piercings, batas indianas... Tudo, tudo muito mais barato.
Só não vale a pena as grifes Dior, D&G, Chanel, Diesel. Isto é muito feio, mas quem quiser dá pra pagar 20 paus num mimo destas marcas!



E o passeio é gostoso, principalmente se for depois do Natal, num dia fresco como sábado passado. Além de ter curtido o Centro Velho de São Paulo e na volta uma caminhada até a Julio Prestes, passando pelo Viaduto Santa Efigênia, Vale do Anhangabaú, prédio dos Correios, colégio São Bento, Estação da Luz...

Amo muito tudo isto!

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Momento Revolta: aquela $#@!@ da Daniela Cicarelli deve estar se achando a galinha da cocada preta. Cheguei a defendê-la na época e não mudo a opinião, deixem que dê quem quiser e atire a primeira pedra quem nunca protagonizou cenas calientes fora de quatro paredes. Mas ela não deveria se esquecer que é uma "celebridade", e arcar com o preço da fama. Sem reclamações.
Ela optou ser famosa, não é nenhuma coitada filha de uma Xuxa ou Michael Jackson que não tiveram escolha.

E agora, anos luz depois do caso, ressurge do nada (eu já tinha até esquecido e nem achado nada de mais naquelas cenas) e nos faz pagar o preço (alto) de sermos censurados. Como se tivéssemos culpa e o que é pior: atestando a ignorância do meritíssimo, pois se alguém (ainda) quiser assistir meios não faltam. A internet não se restringe ao Youtube.

Boicote à Cicarelli na vida real, é minha proposta. Ela não se incomodou tanto de ser vista? Que seja ignorada.

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E pra finalizar, só teve uma coisa que não gostei no Caçador de Pipas: acabou muito rápido! Terminei a leitura no domingo.

sábado, 6 de janeiro de 2007

O Caçador de Pipas

Acho que tenho problemas mentais mesmo. Estou há noites dormindo apenas duas, três horas. Sou a mesma pessoa que dorme cerca de 14 horas seguidas durante finais de semana sem peso na consciência. E que contrariando a regra de quem acorda cedo todo dia se acostuma, pois consigo embarcar num sono até o meio dia, mesmo sendo obrigada a acordar de madrugada desde os onze anos para ir à escola.
Mas, de uns dias pra cá, nada de pregar os olhos. Já aconteceu antes.
Creio que tenha a ver com aquelas emoções fortes e que preciso cuidar, pois até a tal da menstruação que costuma ser pontual feito um reloginho atrasou. Esperemos pelo dia 5 de fevereiro para ver o diagnóstico do médico, neste meu caso. Acreditam que mesmo dormindo tão pouco, tendo trabalhado o dia todo, estou aqui, às três da madrugada, ligadona e com planos de quando largar o computador me deleitar com o presente que me dei e chegou hoje: “O Caçador de Pipas”?

E preciso confessar, estou no capítulo 4 e foi preciso muita força de vontade para largá-lo e lavar a louça que estava fazendo aniversário em cima da pia – praticamente brotando cogumelos – pois o livro promete ser uma delícia!

Só um desabafo antes de finalizar, a merda do modem e kit de instalação da banda larga que eu me dei também ainda não chegaram, desde o dia 22 de dezembro, o prazo eram de cindo dias úteis, já se passaram três semanas. Daí que liguei lá na Telefônica, soltei os cachorros quando o rapaz que me atendeu disse que teria que aguardar 72 horas por uma resposta do porquê eu ainda não havia recebido, pode? Cancelei o pedido.
Daí que fui procurar o Virtua e descobri que na minha cidade este acesso à banda larga ainda não chegou.
O f* do monopólio dá nisto, tive que ligar lá com cara de bunda, pedir o cancelamento do cancelamento. Mas desta vez fui melhor atendida e a moça do telemarketing só me deixou desligar depois de averiguar o problema.
A culpa neste caso foi do Terra, que na super promoção que peguei, ficou de entregar o modem e até agora não conseguiu atender a demanda...
Tsc, tsc, isto me lembra a Revista Época que se lascou todinha quando vendeu assinaturas a preço de bananas dando como brinde uma passagem de avião ida e volta para qualquer lugar do Brasil, mas isto é história pra outro dia.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Aniversário do meu pai sem homenagens aqui e nossas semelhanças

Aniversário do meu pai, e nem posso fazer uma homenagem a ele aqui. Ele não sabe da existência do blog.

Explico: conheceu o endereço do meu flog e, numa época em que desembestei a falar de uns sentimentos, ele quase surtou de preocupação – mandou que minha mãe me ligasse imediatamente desesperado e impotente, “lá longe”. E, como este 1,65m de Sol foi criado com o intuito de poder escrever tudo o que quero, por uma questão de amor e preservação de sua tranqüilidade, não contei deste espaço.

Mas , no endereço “antigo” será postada uma foto e palavras de carinho, para aquele ser que foi o meu herói quando criança, às vezes temido na adolescência e admirado hoje, na minha fase adulta (?).

E como somos, né? A cada dia que passa me sinto mais parecida com ele, principalmente no “jeitinho” de dirigir.

Falando nisto, e mudando de pato pra ganso, permitam-me confessar, odeio lerdos em minha frente e desejo muitas vezes um tanque de guerra super veloz (mas Deus não dá asas pra cobra, ainda bem). Outras considerações:
  • O que explica aqueles seres com um motor potente (acima de duas mil cilindradas) em sua frente, na faixa da esquerda andando a 20 km/h, que nunca dão passagem e ainda fazem sinal “de passar por cima” mesmo que tenha dez mil faixas à sua direita pra deslizar com seu automóvel em ritmo de desfile de sete de setembro?
  • Gente que não dá seta me faz perder a cabeça também.
  • E kombi’s e utilitários brancos que me perseguem, sempre estão em minha frente em local que não posso ultrapassar. Lá vou eu por quilômetros em velocidade de funeral, só faltando acender os faróis em sinal de condolências.
  • Motoqueiro é outra raça: quando querem ultrapassar tiram “finas” que assustam, mas quando você está atrás deles numa velocidade maior, eles teimam em ficar bem no meio da tua frente ocupando mais espaço da faixa do que uma Jamanta tamanho extra largo. Juro que dá vontade às vezes de dar um beijinho na bunda da moto, ah dá!
  • E homens, (sem generalizar, apenas experiências da minha vida real) que quando percebem que a ultrapassagem foi realizada por uma mulher, rebelam-se e tentam reconquistar a posição de “primeiro colocado” na frente novamente?
  • Ou, os seres motorizados que nas chamadas lombadas eletrônicas que induzem a redução de velocidade à 60 km/h, passam por lá todos os dias, a quase 10 Km/h de lerdeza? Senhor paciência!
  • Fora os adolescentes metidos à playboys que rebaixam seus carros e depois não podem se dar ao luxo de dirigir convenientemente em cidades esburacadas como São Paulo ou Carapicuíba. Com estes eu grito pra mim: “%$#@#@, sai de dentro desta @!$%, põe o carro na cabeça e anda”. Parecem que não pensam!

Mas não pensem que sou um exemplo de como não ser cidadã, sei parar para um pedestre, dou “passagem”, respeito semáforos, dou setas, não paro em local proibido, nem vaga de deficiente e adoro dar caronas. Enfim, apesar de nervosinha, sei respeitar as regras e fico PUTA, apenas com quem não faz o mesmo. Pois é, tal pai, tal filha!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Primeiro Post do Ano

Alguém que errou e achou que tinha encontrado a felicidade do amor correspondido em 2006.

E pesando na balança viu que este amor não foi correspondido, não da maneira que deveria ser um relacionamento normal.


Pensei em começar o ano me lamentando, mas o primeiro post do ano, um ano novinho em folha para viver?

Decidi tentar me animar. Vou dar uma limpada na casa, arrumar minhas malas – dia 13 eu viajo. Fazer (e comprar) a listinha de presentes para a família. Livros para minha mãe, o do meu pai já está comprado e o da Carol... humm, deixa pra lá, ela costuma ler o que escrevo aqui... e os brinquedinhos de borracha para a cachorrada.

Vou para Natal gente. Terra do Sol, visitar aqueles que eu amo de verdade. Tá, ainda faltam 13 dias, mas que tal em vez de eu ficar lamentando o que perdi, viver gostosamente os dias de pré-férias, com aquela ansiedade gostosa, o clima de deixar as coisas prontas, saber que em poucos dias poderei abraçar minha filhota Olívia?


Olívia


Meu Speedy, a banda larga de SP, está para chegar, meu presentinho presente de natal atrasado. Isto me anima, já disse nos primórdios deste blog, fico alegre com besteiras e presentes que me dou.

Começo o ano com uma vontade de mudança, mudança interior. Talvez procure uma terapia para ficar fortinha e evitar recaídas, como me sugeriu uma alma boa num bate papo esta madrugada. Anjos existem e eles estão em todos os lugares – disfarçados de amigos – como os amigos da blogosfera também.

Então, meu planos serão modestos a princípio, mas realizáveis: dar uma volta na 25 de Março, por exemplo, na semana que vem. Depois com a cabeça em paz, programo (ou não) outras coisas, afinal como boa brasileira, meu ano realmente começa depois da revigorada viagem!

Só peço uma coisa, paciência para agüentar meus vizinhos e a mania deles de acharem que eu quero ouvir a mesma coisa que eles o dia todo. Chuva meu Deus, mande chuva!