terça-feira, 12 de setembro de 2006

Uma história (de amor) real

Era uma vez uma casa onde viviam um irmão e uma irmã, com diferença de idade entre eles de apenas 10 meses e a proeza de terem nascido no mesmo ano.
Nesta casa, o pai e a mãe havia pelo menos treze anos que nunca fizeram nada para impedir que viesse outro filho, que nunca vinha. Já tinham até se conformado com a cota de herdeiros destinada pela vida.
Mas, eis que um dia, todos eles são surpreendidos pela notícia de que o número de integrantes da família iria aumentar.
Foi uma festa! Festa maior ainda para as crianças – quase adolescentes – que torciam com toda a força do seu ser para que o bebê fosse do sexo oposto ao seu.
A explicação de tal desejo? Com a chegada de mais um membro os donos da casa iriam aumentá-la e, claro, o sortudo teria um quarto só seu, coisa que até então não existia.
Porém a menina, além de desejar assim, ela também queria muito, desejava de verdade um bebezinho para cuidar, já que não tinha idade para ter o seu (até hoje não teve), dar carinho, mimos, amor...
Ao contrário do que ela ansiava, no sentido de sexo, depois de nove meses ela ganhou uma irmã, que foi recebida no lar com grande festa e alegria.
Amou aquele bebezinho desde o primeiro dia, desde que a viu pela primeira vez através do vidro do berçário com seu cabelinho espetado e seu rostinho que nada tinha de joelho.
Ali ela experimentou pela primeira vez na vida o gosto do amor incondicional, que dura até hoje e durará eternamente...
Trocou suas Barbies pela irmã e foram felizes para sempre. Quer dizer, na oração anterior há um equivoco, ela não trocou as bonecas, passou como herança, sem se importar, porque além das bonecas, ela dividiu tudo pois, como já mencionei, o amor era incondicional.
E quem não adivinhou, ou ainda não conhece as personagens, revelo aqui que são a minha família, e a criança, para aumentar mais minha alegria, pude escolher o nome (depois de umas briguinhas, claro) é a minha amadorada* Carolina.
(continua)
*Amadorada = amada + adorada. (N. da R.)

P. S.: Não vai ser desta vez que vou parar de fumar, minha mãe anunciou ontem a postagem nos correios de 20 maços de Gudang Garam (leia-se 400 cigarros!).

5 comentários:

Carol disse...

Own que lindoooooooo...
Meu tô qse chorando aqui...
Amei mto, amo vc ainda mais ;}
Amoamoamo!!!

=D

Sem palavras =X

Obrigada :D
Te amo

Ps.: lendo isso lembrei que vc queria que eu te chamasse de mãe qdo pequena... mas nem precisa vc já é mais que uma mãe pra mim!!!

Nossa... Carlinha vc é mto importante pra mim, amo demais!!!

Elaine disse...

ahhh fiquei com inveja, a silvia naum fala assim de mim....

Malves disse...

Puxa, ficou muito bacana o novo visual Carlinha...
Quem sabe um dia aprendo a fazer assim tb srsrs
Beijao

Layka disse...

Cara: Já vi muitos blogs! mas como o seu nunca!!!!!!
Nossa estou espantada: Alem de feia vc é tão cafona q dá uma dó!!

Anônimo disse...

Carol,
Compartilho de um problema igual ao seu.
É a respeito do comentário abaixo:
"P. S.: Não vai ser desta vez que vou parar de fumar, minha mãe anunciou ontem a postagem nos correios de 20 maços de Gudang Garam (leia-se 400 cigarros!). "
Tenho sérios problemas com cigarros de outras marcas. Tenho dor de cabeça, tonturas, mas por incrível que pareça, o Gudang vermelho é perfeito. Sou viciado e dependo deles. Tenho dificuldades de encontrar o Gudang. É a sua mãe que envia para vc? De onde e por quanto ela compra? Soube que tem um fornecedor na Paraíba por R$ 3,50. Vc sabe alguma coisa? Grato. Meu e-mail é: cordula@ig.com.br.
Grato, Fabiano.