Ai My God que meu bigode está ardendo mais que o mármore do inferno!
Acabei de depilar o buço com cera fria (daquelas folhas prontas que vendem em lojas de cosméticos).
Eu nem precisava tanto assim.
Estou passando ácido retinóico e hidroquinona para, uma das coisas que preciso melhorar no rosto, é tirar uma mancha que fiz justamente quando combinei, há uns anos, o mesmo ácido com a mesma depilação.
Será que ferrei minha cara? Terei que esperar até amanhã para saber, a marca está super vermelha, queimando...
Que vontade de chorar!
Ainda bem que tenho dermato marcada para esta segunda.
domingo, 6 de julho de 2008
Carla
Estes dias andei falando bastante sobre o significado do meu nome. Agora, com trinta e um anos, eu adoro meu nome inteiro.
Demorou para eu gostar do meu segundo nome.
Também pudera, ter dois nomes era sinônimo de personagem de novela mexicana: Pablo Roberto!
Meus irmãos sortudos (na minha antiga visão): Carolina e Eduardo apenas, depois o sobrenome.
Por que eu Carla Regina?
Lembro-me duma época que meu pai tinha ficado meio decepcionado com o fato deu não utilizar o Regina. Sim, eu escrevia cartas e preenchia formulários esquecendo do meu segundo nome.
Um consolo é ninguém nunca ter me chamado pelos dois nomes, ou o que poderia ser pior, apenas pelo segundo nome.
Eles (meus pais) explicavam que Regina significava Rainha, e que a sugestão tinha sido da minha futura-ex-nunca-foi madrinha de crisma... E eu sempre gostei desta senhora, mesmo com este porém na minha certidão de nascimento.
Mas como eu ia dizendo lá em cima, antes de encher este texto com um monte de linguiça, é que hoje em dia eu adoro meu nome inteiro.
Adoro, principalmente, meu primeiro nome.
E tem uma coisa que me faz gostar mais dele ainda, e ilustro com isto uma frase de um amigo meu: "Carla é nome de mulher bonita. Toda vez que você liga no meu trabalho eu percebo o que a sonoridade do teu nome provoca na mulherada ao redor."
Carla, Carla, Carla.
Sem modéstia, fico feliz ao imaginar as pessoas associando um "a Carla ligou" com uma moça bonita.
E o melhor, meu nome "Carla", é de grafia simples, sem aquelas pirações de "k" no começo ou dois "l" no meio. Chique!
Demorou para eu gostar do meu segundo nome.
Também pudera, ter dois nomes era sinônimo de personagem de novela mexicana: Pablo Roberto!
Meus irmãos sortudos (na minha antiga visão): Carolina e Eduardo apenas, depois o sobrenome.
Por que eu Carla Regina?
Lembro-me duma época que meu pai tinha ficado meio decepcionado com o fato deu não utilizar o Regina. Sim, eu escrevia cartas e preenchia formulários esquecendo do meu segundo nome.
Um consolo é ninguém nunca ter me chamado pelos dois nomes, ou o que poderia ser pior, apenas pelo segundo nome.
Eles (meus pais) explicavam que Regina significava Rainha, e que a sugestão tinha sido da minha futura-ex-nunca-foi madrinha de crisma... E eu sempre gostei desta senhora, mesmo com este porém na minha certidão de nascimento.
Mas como eu ia dizendo lá em cima, antes de encher este texto com um monte de linguiça, é que hoje em dia eu adoro meu nome inteiro.
Adoro, principalmente, meu primeiro nome.
E tem uma coisa que me faz gostar mais dele ainda, e ilustro com isto uma frase de um amigo meu: "Carla é nome de mulher bonita. Toda vez que você liga no meu trabalho eu percebo o que a sonoridade do teu nome provoca na mulherada ao redor."
Carla, Carla, Carla.
Sem modéstia, fico feliz ao imaginar as pessoas associando um "a Carla ligou" com uma moça bonita.
E o melhor, meu nome "Carla", é de grafia simples, sem aquelas pirações de "k" no começo ou dois "l" no meio. Chique!
domingo, 4 de maio de 2008
Quase lá
Estou virando a noite, falta pouco para terminar a parte que me compete na equipe neste projeto das casinhas - eu que chamo assim de "projeto das casinhas". Vai ser um condomínio com 90 casas, para (óbvio) 90 famílias de uma associação buscarem (no caso "nós") o financimento junto à Caixa Econômica Federal.
O sonho delas se tornou meu. Primeiro porque é estranho, saber que todo mundo está botando a maior fé em você - no caso a equipe técnica que faço parte - embora tenhamos sido apenas contratados.
Depois, porque a grana que vai rolar (está rolando ladeira abaixo já: vide as dívidas contraídas por esta descabeçada que vos escreve) nem é tão boa, mas a "fama" me aguarda... Tipo assim, quem conhece engenheiro dando sopa por aí com experiência em buscar financiamentos para famílias de baixa renda?
Enfim, o "know how" foi adquirido trabalhando lá na prefeitura, onde conseguimos até agora aprovar alguns projetinhos.
Trabalhar sem o vínculo de um órgão público (tirando a própria Caixa) pode ser mais fácil sim, pois as barreiras burocráticas não existem mais.
Eu explico, explico e fico com a sensação de quem lê depois não entende bulhufas, mas o fato é que eu apenas estou dando um descanso para a mente antes de terminar o orçamento da parte elétrica.
Será o fim da minha parte no trabalho? NÃO!!! Porque estou vendo que a casa que eu orcei está muito mais cara que o valor do crédito que buscamos.
Com certeza, depois de uma reuniãozinha básica na segunda, me encontrarei novamente com este orçamento, tirando revestimento de parede, porta de quarto e outras coisinhas...
São seis horas e 22 minutos, está passando Pe. Marcelo Rossi na TV - minha prima deve estar lá. E eu vou trabalhar até terminar, para só depois dormir. Daí sim, eu durmo sem ficar pensando em mil outras coisas que tenho para fazer, porque eu já terei uma missão "cumprida" (será?).
O sonho delas se tornou meu. Primeiro porque é estranho, saber que todo mundo está botando a maior fé em você - no caso a equipe técnica que faço parte - embora tenhamos sido apenas contratados.
Depois, porque a grana que vai rolar (está rolando ladeira abaixo já: vide as dívidas contraídas por esta descabeçada que vos escreve) nem é tão boa, mas a "fama" me aguarda... Tipo assim, quem conhece engenheiro dando sopa por aí com experiência em buscar financiamentos para famílias de baixa renda?
Enfim, o "know how" foi adquirido trabalhando lá na prefeitura, onde conseguimos até agora aprovar alguns projetinhos.
Trabalhar sem o vínculo de um órgão público (tirando a própria Caixa) pode ser mais fácil sim, pois as barreiras burocráticas não existem mais.
Eu explico, explico e fico com a sensação de quem lê depois não entende bulhufas, mas o fato é que eu apenas estou dando um descanso para a mente antes de terminar o orçamento da parte elétrica.
Será o fim da minha parte no trabalho? NÃO!!! Porque estou vendo que a casa que eu orcei está muito mais cara que o valor do crédito que buscamos.
Com certeza, depois de uma reuniãozinha básica na segunda, me encontrarei novamente com este orçamento, tirando revestimento de parede, porta de quarto e outras coisinhas...
São seis horas e 22 minutos, está passando Pe. Marcelo Rossi na TV - minha prima deve estar lá. E eu vou trabalhar até terminar, para só depois dormir. Daí sim, eu durmo sem ficar pensando em mil outras coisas que tenho para fazer, porque eu já terei uma missão "cumprida" (será?).
domingo, 27 de abril de 2008
Uma outra visão do mundo
Ler blogs, isto não me pertence mais...
Mais uma madrugada trabalhando.
Hoje ganhei uma lente de contato, grátis, free, na faixa.
Por que em loja de rico somos tratados como reis? Fui lá fazer meus óculos, um de sol, outro normal. Tomei cafezinho feito na hora, exclusivamente para mim e para minha tia, ela deu uma regulada na armação ("di grátis também") e eu ainda ganhei um par de lentes de contatos, tipo assim, só para ver como é que é...
Gente! Como o mundo é bonito!
Eu vi as folhas da árvore que eu acho bonita no caminho de casa - ela não é um enorme borrão verde.
Eu li as placas que estavam lá longe.
Eu consigo ler o nome dos livros da minha estante sem precisar chegar perto.
Acho que vou procurar o Dr. Fritz e operar minha miopia, o mundo tem contornos definidos e eu tinha esquecido.
Mudando de assunto, estou me sentindo tão bem, fazer boas ações é bom demais. Dar a mão para sua melhor amiga, quando ela já estava desacreditando de que lá no final do túnel tem uma luzinha, não tem preço.
Gastei boa parte de um tempo precioso que serviria para trabalhar no projeto das casinhas - temos até o dia 10 para dar entrada na Caixa Econômica, estou correndo contra o tempo e eliminando algumas diversões (tipo, nada de Virada Cultural), eliminando sono, evitando o supermercado, fazendo o namorado entender que a vida está corrida (ele é fofo e compreensivo sim)... Xi, me perdi nos parenteses de novo! Então, gastei preciosos minutos que poderiam ser revertidos em trabalho, com a vida dela - que em muitas épocas de nossas existências se funde com a minha - mas, fazer o bem é gratificante. Quem ler isto aqui, considere na vida, vale a pena!
Só vou falar como estou me sentindo - não o que fiz - para não pensarem que uso o blog para me promover, porque também não gosto de quem ajuda e fica pagando de bonzinho, só escrevo para dizer que têm certas coisas na vida que dão muito mais satisfação do que a realização de sonhos e consumos egoístas - é só tentar.
Bom, a pausa para descanso da mente já esgotou o prazo permitido, voltarei às minhas planilhas de custos e até um outro dia.
(Quero agradecer ao DO, a Lulu, a Bruninha, a Ju, a Ludi e aos amigos que ficam vindo aqui, mesmo com minha aparente falta de consideração em visitá-los: obrigada mesmo!)
Mais uma madrugada trabalhando.
Hoje ganhei uma lente de contato, grátis, free, na faixa.
Por que em loja de rico somos tratados como reis? Fui lá fazer meus óculos, um de sol, outro normal. Tomei cafezinho feito na hora, exclusivamente para mim e para minha tia, ela deu uma regulada na armação ("di grátis também") e eu ainda ganhei um par de lentes de contatos, tipo assim, só para ver como é que é...
Gente! Como o mundo é bonito!
Eu vi as folhas da árvore que eu acho bonita no caminho de casa - ela não é um enorme borrão verde.
Eu li as placas que estavam lá longe.
Eu consigo ler o nome dos livros da minha estante sem precisar chegar perto.
Acho que vou procurar o Dr. Fritz e operar minha miopia, o mundo tem contornos definidos e eu tinha esquecido.
Mudando de assunto, estou me sentindo tão bem, fazer boas ações é bom demais. Dar a mão para sua melhor amiga, quando ela já estava desacreditando de que lá no final do túnel tem uma luzinha, não tem preço.
Gastei boa parte de um tempo precioso que serviria para trabalhar no projeto das casinhas - temos até o dia 10 para dar entrada na Caixa Econômica, estou correndo contra o tempo e eliminando algumas diversões (tipo, nada de Virada Cultural), eliminando sono, evitando o supermercado, fazendo o namorado entender que a vida está corrida (ele é fofo e compreensivo sim)... Xi, me perdi nos parenteses de novo! Então, gastei preciosos minutos que poderiam ser revertidos em trabalho, com a vida dela - que em muitas épocas de nossas existências se funde com a minha - mas, fazer o bem é gratificante. Quem ler isto aqui, considere na vida, vale a pena!
Só vou falar como estou me sentindo - não o que fiz - para não pensarem que uso o blog para me promover, porque também não gosto de quem ajuda e fica pagando de bonzinho, só escrevo para dizer que têm certas coisas na vida que dão muito mais satisfação do que a realização de sonhos e consumos egoístas - é só tentar.
Bom, a pausa para descanso da mente já esgotou o prazo permitido, voltarei às minhas planilhas de custos e até um outro dia.
(Quero agradecer ao DO, a Lulu, a Bruninha, a Ju, a Ludi e aos amigos que ficam vindo aqui, mesmo com minha aparente falta de consideração em visitá-los: obrigada mesmo!)
segunda-feira, 21 de abril de 2008
O descanso do mouse
Parando de desenhar um pouco, porque as juntas dos dedos e o punho já estão doendo...
Projetar é legal quando se tem experiência e/ou tempo. Projetar não é tão legal (mas não é chato) quando não se tem tempo... A experiência se adquire fazendo.
É tão bonitinho ver o vasinho sanitário, o seu tubinho de esgoto indo para o ralinho, tudo "inho" e limpinho na tela.
Era o que eu estava fazendo e para onde vou voltar daqui à pouco.
A minha parceira de trabalho fez o projeto da casa tipo e a implantação no terreno. Eu vou terminar os orçamentos (inshallah).
Todo mundo acha que eu sou louca quando digo que virei a noite trabalhando, mas fazer o quê se é a hora que meu organismo escolheu para ser mais produtivo?
Amanhã é feríado, eu acordo tarde e com a missão, senão cumprida, bem adiantada.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Um post para mim mesma
Não precisa ler nem comentar, ninguém vai entender.
Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.
Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Ah o tempo...
Tempo que anda curto novamente.
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...
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