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segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Finalmente, o Sebo Fusquinha


Como eu já havia prometido, apresento aqui o Sebo Fusquinha.
Não resisti e, apesar da minha dor de cabeça que durou três dias seguidos, passei por lá na sexta-feira e o fotografei.
Suas fotos também vão parar no meu flickr , no álbum dedicado à Carapicuíba.

O Vagner é um doce de pessoa, foi super simpático e receptivo na hora em que eu pedi para fotografar. Não fui a primeira, já teve até norte-americano fazendo o mesmo que eu fiz! Mas, convenhamos, este sebo não é nada comum. Rs.

Acabei ganhando um livro de presente. Agora já são três do Jorge Amado na minha coleção eterna, porque, ao contrário dos seus fornecedores, eu não me desfaço de livros - nunca!

Quem quiser conhecer de perto pode ir até o Centro de Carapicuíba e deliciar-se com os achados espalhados em seu carro. Ou, se preferir, entrem em contato com warig@terra.com.br ou seboeste@terra.com.br, tenho certeza que serão bem atendidos!

Sobre minha dor de cabeça infernal que não passa nem com remédios, descobri que não é sinusite, nem rinite.
Agendei uma consulta com o neurologista. Mas no fundo acho que seja stress, o fim do ano está chegando e as responsabilidades acumulando.
Há quem ache que seja espiritual, mas deixo isto para falar sobre isto em um outro post, se tiver coragem.


No mais, está tudo bem.
Continuo a cada dia mais apaixonada (e correspondida), só preciso parar de obrigar meu bem a assistir aos toscos filmes românticos...
Grande beijo, fui...

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Uma história (de amor) real

Era uma vez uma casa onde viviam um irmão e uma irmã, com diferença de idade entre eles de apenas 10 meses e a proeza de terem nascido no mesmo ano.
Nesta casa, o pai e a mãe havia pelo menos treze anos que nunca fizeram nada para impedir que viesse outro filho, que nunca vinha. Já tinham até se conformado com a cota de herdeiros destinada pela vida.
Mas, eis que um dia, todos eles são surpreendidos pela notícia de que o número de integrantes da família iria aumentar.
Foi uma festa! Festa maior ainda para as crianças – quase adolescentes – que torciam com toda a força do seu ser para que o bebê fosse do sexo oposto ao seu.
A explicação de tal desejo? Com a chegada de mais um membro os donos da casa iriam aumentá-la e, claro, o sortudo teria um quarto só seu, coisa que até então não existia.
Porém a menina, além de desejar assim, ela também queria muito, desejava de verdade um bebezinho para cuidar, já que não tinha idade para ter o seu (até hoje não teve), dar carinho, mimos, amor...
Ao contrário do que ela ansiava, no sentido de sexo, depois de nove meses ela ganhou uma irmã, que foi recebida no lar com grande festa e alegria.
Amou aquele bebezinho desde o primeiro dia, desde que a viu pela primeira vez através do vidro do berçário com seu cabelinho espetado e seu rostinho que nada tinha de joelho.
Ali ela experimentou pela primeira vez na vida o gosto do amor incondicional, que dura até hoje e durará eternamente...
Trocou suas Barbies pela irmã e foram felizes para sempre. Quer dizer, na oração anterior há um equivoco, ela não trocou as bonecas, passou como herança, sem se importar, porque além das bonecas, ela dividiu tudo pois, como já mencionei, o amor era incondicional.
E quem não adivinhou, ou ainda não conhece as personagens, revelo aqui que são a minha família, e a criança, para aumentar mais minha alegria, pude escolher o nome (depois de umas briguinhas, claro) é a minha amadorada* Carolina.
(continua)
*Amadorada = amada + adorada. (N. da R.)

P. S.: Não vai ser desta vez que vou parar de fumar, minha mãe anunciou ontem a postagem nos correios de 20 maços de Gudang Garam (leia-se 400 cigarros!).

Fazendo justiça

Preciso me redimir aqui, porque tinha esquecido de contar que de todos os blogs da minha excursão bloguística do sábado, o que mais eu gostei foi o de um menino, exatamente por ser de um espécime do sexo masculino e porque o que ele escreve é legal pra $%$&*#!
Cliquem aqui e divirtam-se...

Agora justiça maior eu acho que quem cobra de mim é minha irmã Carolina, parece que ela não-sabe-que-o-mundo-inteiro-sabe que eu a amo demais. Saco!

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

11 de setembro

O simples mencionar da data “11 de setembro” nos remete aquele dia fatídico de 2001, há exatos cinco anos.
Lembro-me que neste dia andei de avião, tinha ido passar o feriado da independência e aniversário da minha mãe em Natal, e nesta data voltava da pequena viagem.
Na hora do ocorrido estava no salão de beleza me preparando para voltar para São Paulo, porém, quando chego à casa dos meus pais, me deparo com aquele tumulto todo, e até a hora em que eu entrei no avião, aproximadamente meio dia, ninguém sabia o que era aquilo...
Só sabia-se que era uma desgraça muito feia e pronto.
E eu no avião...
Quem? Por quê? Ninguém podia responder...
E até hoje acho que muitos “porquês” rondam as pessoas no mundo todo. Pois até vendo (como vimos na televisão) ainda parece coisa de filme... Triste mas verdadeiro.

Mudando de assunto, hoje eu parei de fumar, mas ainda tenho oito cigarros. Já tomei muita água e acho que vou resistir...
Só espero que meus amigos me agüentem durante a fase de abstinência. Dizem que a gente fica meio louca... Veremos...
Ah, mas preciso relatar, vou parar de fumar porque cada dia fica mais difícil achar meu cigarro (Gudan Garan) e o lugar mais próximo de casa anunciou que não vai mais vender, juntando o difícil com o necessário, melhor desistir.
Só que hilário mesmo foi minha mãe querendo mandar cigarros para mim lá de Natal, quando contei a notícia e o porquê da decisão.
Sem comentários, tsc, tsc... Eu querendo parar e ela "botando pilha", rs.

Este final de semana gastei boa parte do tempo garimpando blogs.
Adorei um em especial, o da Fernanda, tirando o dia-a-dia dela que está recheado de acontecimentos escolares, nada mais indica que ela tem apenas 15 anos, me surpreendi...
(Quer dizer, me surpreendi mais ou menos, a Carol, minha ciumenta irmã da mesma idade, já tinha me dado mostras de maturidade precoce em garotas novinhas ).
Ah, e ela, a Fernanda vai me fazer um template... Não é uma fofa?
Duro vai ser minha ansiedade deixar escolher um tema assim de primeira...

Enquanto isto não acontece vou bebendo água e escovando os dentes, porque engana a vontade de fumar!
Beijos.

sábado, 9 de setembro de 2006

Chispita e cabeludos

Cabeça de mulher é complicada. No ranking das complicações a minha encabeça (perdoem-me o trocadilho) a lista.

Por falar em cabeça tenho que confessar que, apesar de amar meus cachos, esta foi a primeira semana em muitas (creio que desde o início do outono) em que usei meus cabelos ao natural (mezzo, mezzo tem a caseira escova progressiva que doma os cachinhos e não os destroem, um dia conto o segredo).
Puxa vida, demorou para eu gostar dos cabelinhos crespos e, apesar disto, por pura falta de tempo, venho mantendo-os lisos à base de escova e prancha. É mais prático. Nestes dias frios me faz ganhar tempo pela manhã e não preciso molhar... Só pentear e pronto!
Por estas e outras o J. falou que eu deveria dar um curso de otimização do tempo. Modéstia a parte, sou boa nisto. A ocasião faz o ladrão, e jornada tripla não é nada mole... ganhar tempo é fundamental.
Falando nele, um dia brincando de se eu ainda gostaria dele se os seus cabelos caíssem, se ele ficasse gordo, barrigudo, ruivo, etc. eu disse que gostaria dele até se ficasse amarelo, desde que o cabelo continuasse liso, rs.
Porque cabelo cacheado é lindo, mas dá um trabalho... Ah, e gera traumas também. Que o digam minhas lembranças da infância . Eu só ficava bonitinha quando minha mãe fazia duas trancinhas e eu ia toda faceira para a rua esperando me chamarem de Chispita (desenterrei esta!), e ficava feliz. Adorava!
Só que nem tudo eram flores, já disse. Dormir na casa das amiguinhas, por exemplo, pois ao contrário de minha mãe que tem cabelo liso, mas domava meu hair tão bem, nenhuma delas cuidava do meu cabelo direito, e lá ia eu brincar horrivelzinha...
Daí que contrariando o que eu e todos que me conhecem pensamos, a minha tara por cabeludos da adolescência nada deve ter de amor ao rock and roll... Acho que deve-se aquele instinto de procriação presente nas mulheres em escolher um bom parceiro, porque querendo ou não, cabelo comprido mostra de cara se é bom ou bombril, rs.
Para finalizar, pensando bem, eu hoje, não amo um cabelo. Declaro aqui que o amaria mesmo se seu cabelo ficasse crespo... mas... sabemos bem que isto é impossível. Ufa!

terça-feira, 5 de setembro de 2006

A falta do que tenho

Sentimentos que parecem transcender a barreira da sanidade.
Amor.
Amor que transborda.
Amor que falta.
Sinto que tenho, acredito que não.
Acredito que possuo, aí sinto que não.
Minhas faculdades mentais já não me acompanham.
Não acompanham os meus desejos.
Hoje só um: Desejo egoísta.
Egoísta por necessidade.
Necessidade do corpo e da alma.
Porque quase tudo me dão.
Mas falta algo.
Como hoje.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Lisergia

O fim da separação foi comemorado com uma overdose de presença... outro tanto de vinho e uma incontável quantidade de amor.

Assistimos pela bilionésima vez (eu né?) The Doors - O Filme e, cada vez que assisto, mais eu tenho certeza de que deveria ter nascido a tempo de viver com idade suficiente naquela época.

Suficiente de curtir: uns 18 anos, talvez...Jossano e Carla

Tenho certeza também que se tivesse vivido naquela época não estaria viva hoje para contar a história... Isto porque teria curtido tão intensamente os excessos, os exageros, o amor-livre, a liberdade, a moda, a música, os ideais...

Diante de tais evidências também, que me importaria se não tivesse sobrevivido?

Cabe contar antes de encerrar este post que estamos no mês de comemoração de um ano de namoro... Como a genética desta relação é não lembrar datas, primeira vez e afins, então temos como normal não saber o dia exato de comemorar... Decidimos, o J. e eu,  que o mês (pelo menos isto recordamos) será de comemoração... Para compensar a tristeza (ou absurdo?) de não termos uma data, um mês é melhor que um dia.

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Mesmo longe me aquece

Presente que meu amor J. me deu... Ele me deixa quentinha mesmo quando está longe. Não é um fofo?