Páginas

Mostrando postagens com marcador notas mentais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador notas mentais. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de agosto de 2012

Prioridades

Que coração o cacete. Coração burro não merece crédito.

539851_369806156422696_686223118_n

Nota para dar prioridade (assim no singular):

  • Me jogar no trabalho. Fim.

Com a cabeça pensando apenas em trabalho, mesmo que temporariamente seja uma escolha não muito boa para o meu coração (nem para meu futuro em todos os aspectos), não faltam tarefas, então, sem dar bola pra bosta do lado direito do cérebro eu consigo ser alguém que pensa na família, que tem coragem de largar o cigarro e investir este dinheiro economizado em aulas de pilates (que há tempos venho adiando).

 

(a imagem eu peguei lá no Facebook em algum compartilhamento idiota que não resisti em fazer)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei nem o que falar

Nem vou transcrever, vou colar mesmo! (Clica que amplia)

contato

Eu perdi um filho com quatro semanas de gestação em 2010, pelos mesmos motivos emocionais citados da atual suposta gravidez – diante do histórico, não sei se posso acreditar na palavra da pessoa.

Eu perdi 7 anos da minha vida, por acreditar nas milhares de promessas.

 

Alguém veio pedir desculpas?

Alguém veio saber como estou?

Eu não tenho marido e nem família perto de mim. Quando perdi meu filho, sofri sozinha.

Hoje, com toda a dor inominável que sinto, a dor que rasga a alma e me faz sentir vontade de me jogar na frente de um trem, a dor que não me deixa comer, a dor que não me deixa dormir.

A dor que não me deixa sequer limpar a minha casa há varios dias.

Com a minha dor ninguém se preocupa?

Com minha saúde, com meu estado emocional.

E ainda tenho que ouvir que eu passei dos limites? E que tenho que pedir desculpas!

Para mim, passar dos limites foi: brincar com minha vida, com meu maior sonho, destruir todo a esperança que eu tinha no amor, no coração de uma pessoa romântica, que ama com o mais fundo da alma, me fazer perder a fé em Deus e mais muitas outras coisas que a dor e emoção não me deixam nem listar…

---

Descobrir que aquela pessoa a quem você deu uma segunda chance, a quem você abriu seu coração, que você perdoou, que te encantou, e até há alguns DIAS, planejava casamento, pois acreditava na verdade de serem um o amor da vida do outro. Isto não machuca?

Ver a pessoa que você amou casando com outra, paramentado de noivo, com OUTRA noiva que não você, apenas TREZE dias depois de ter dormido contigo, jurando amor eterno e sincero. Isto não causa transtorno emocional?

Tenho medo até que seja irreversível.

Ver aquelas fotos foi enlouquecedor. A dor, o desespero… Uma dor que parecia que só a morte ia me curar…

 

Até hoje, ninguém veio perguntar como eu estou, ninguém veio me pedir desculpas por ter desgraçado toda a minha vida emocional que está refletindo em todos os outros aspectos: trabalho, saúde. E meu financeiro? Sou eu que me sustento, moro sozinha… Ninguém está preocupado com isto. E eu tenho que arrancar forças das entranhas para levantar e trabalhar… Mesmo com toda a dor.

E mesmo com toda a dor eu que tenho que pedir desculpas, eu que passei dos limites…

E como se não bastasse a noticia do casamento, tenho que ler que a pessoa dei todo o meu amor, vai ser pai, mas não dos nossos futuros “cabecinhas”. Vai ser pai com o outra. E só a dor dela importa…


UPDATE: Se alguém merece processo aqui não sou eu. Se mais um filho morrer, veja bem, MAIS UM, a culpa é de uma única pessoa, que devastou a vida de pelo menos duas. Ainda que de forma culposa.

Em tempo, todas as pessoas relacionadas são relacionadas na história. Todos tem tudo a ver com a história. Eu não vivi esta mentira sozinha. Alias, foi por não estar sozinha nesta história de amor, que ela se transformou numa farsa.

domingo, 12 de setembro de 2010

Olhos de Criança

Estava lendo este texto, que transcrevo abaixo, agora há pouco, no livro que dá titulo ao post “Olhos de Criança”, de Richard North Patterson.  Mais um dos livros das baciadas do Extra.

Estou na página 463 e creio que há cerca de cem delas passando por um julgamento.

Apesar do sono, do freela que tenho pra fazer, dos posts e e-mails para responder e de ter passado a manhã toda gravando um comercial para a Telefônica (voltarei a falar sobre isto neste ou no outro blog) não consigo largar o livro. Sou assim, talvez por isto mesmo venho evitando a leitura, porque este ano, definitivamente, tempo não foi algo comum na minha vida.

Ao livro:

“Diana se recostou, encolhendo-se mais. Parecia claro a Caroline que o que ela estava prestes a fazer violava suas crenças profissionais mais profundas.

- Minhas sessões com o Sr. Arias – disse ela por fim – indicavam uma intensa absorção consigo mesmo, uma profunda falta de empatia com outras pessoas, um desrespeito pelas normas sociais e regras consagradas de comportamento, uma tendência a projetar em outros seus próprios erros, uma falta de interesse pelos sentimentos ou crenças de qualquer outra pessoa, uma alto grau de desonestidade e de manipulação em relações interpessoais, uma desconfiança dos motivos de outras pessoas e, paradoxalmente, uma tendência para ver os outros estritamente segundo as necessidades dele próprio.

Diana fez uma pausa, franzindo a testa, como se resolvendo se devia ou não explicar o homem em si. Por fim, disse:

- Esse tipo de personalidade pode ter muito charme. Na verdade, o charme ajuda uma pessoa assim a conseguir o que quer e, enquanto as pessoas lhe derem o que quer, pode ser muito agradável, até mesmo alegre. Porém, se alguém se opõe a ele, o resultado pode ser raiva extrema e uma série de atos… frequentemente contrários ao comportamento comumente aceito – para atacar de volta a parte agressora. Assim era com o Sr. Arias.

Caroline fitou-a por um instante.

- Isso é um conglomerado impressionante de sintomas, Dra. Gates. Será que tem nome?

- Desajuste social.”

 

O grifo é meu, assim como a nota mental de vir reler este trecho SEMPRE, sempre eternamente.

Pois sinto que minha vida prospera desde que decidi que o passado é passado. Um brinde ao futuro!