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domingo, 12 de agosto de 2012

Prioridades

Que coração o cacete. Coração burro não merece crédito.

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Nota para dar prioridade (assim no singular):

  • Me jogar no trabalho. Fim.

Com a cabeça pensando apenas em trabalho, mesmo que temporariamente seja uma escolha não muito boa para o meu coração (nem para meu futuro em todos os aspectos), não faltam tarefas, então, sem dar bola pra bosta do lado direito do cérebro eu consigo ser alguém que pensa na família, que tem coragem de largar o cigarro e investir este dinheiro economizado em aulas de pilates (que há tempos venho adiando).

 

(a imagem eu peguei lá no Facebook em algum compartilhamento idiota que não resisti em fazer)

Não sei dar amor enquanto espero amor

Quando eu fico triste eu fico incapaz de dar amor…

Não sei se me acho indigna de tal ato, sei lá… Parando pra pensar agora eu acho que fico mesmo incapaz de fazer qualquer coisa.

Quando eu estou triste não é uma constante. Eu estou triste, mas tenho momentos de alegrias, seja por estar em algum lugar legal, fazendo um trabalho que gosto… Fico feliz, mas ESTOU triste. E quando o momento passa, volto a ficar triste.

O que me deixa mais triste são minhas ilusões do amor.

(Não caro leitor, não é o suposto “amor” psicótico do passado, estou em outra)

Mas acho que tenho algum defeito de amar. Ou amo demais. Ou tenho dedo podre para ficar nesta eterna luta de esperar reciprocidade em sentimentos.

Sentimentos que sinto que quando sinto que são de verdade. Mesmo que duvidem. Eu sei o que estou sentindo. Saco.

Resumindo, de maneira bem simplória, vou contrariar todos que dizem que devemos ser felizes sozinhos para sermos felizes acompanhados: não consigo me ver feliz se estiver sozinha.

Aí vem a desgraça na vida, na minha, diga-se de passagem, estou sempre esperando.

Porque não sou a chata, a pegajosa, nem aquela que só diz que vai beijar o cara se tiver uma aliança no dedo. Não sei bancar a difícil. Se eu sinto, as pessoas (ou a pessoa) ficam sabendo e foda-se.

Acho que não sei jogar.

E fico pensando que se eu fosse estas moças vadias que só agem por interesse, que jogam e trapaceiam no amor, mas estão sempre com alguém legal rastejando aos seus pés… Então, será que eu faço errado?

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De qualquer maneira, hoje me sinto triste. Mesmo tendo recebido uma visita.

Talvez os filmes de amor que assisti e os romances que li tenham me estragado. Talvez eu seja assim de nascença mesmo. Mas uma visita de uma pessoa que poderia estar na PQP ao invés de estar comigo não foi o suficiente.

Faltam as palavras. O brilho no olho. O abraço inesperado (que no fundo sempre espero). Falta o pedido de “vamos ficar juntos de verdade?”.

Talvez a forma de amar do outro não seja tão efusiva quanto eu gostaria que fosse. Mas cansei desta vida de ter que adivinhar se passar tempo comigo é interesse real em mim…

Cansei de ter que compreender que as pessoas são diferentes e talvez tenham tempo de resposta diferentes. Mas que cacete, por que é tão difícil encontrar um amor que venha no tempo certo?

Sei lá, se eu gosto eu gosto, por que as outras pessoas precisam racionalizar os sentimentos?

Isto me deixa triste.

Tão triste que coisas banais me deixam mais triste ainda.

Como, por exemplo, mesmo sabendo que minha irmã amada está feliz curtindo sua noite de sábado nos EUA com seus amigos, fiquei triste porque as fotos da alegria dela estão sendo publicadas com uma camera que poderia ser melhor. Que eu queria que ela tivesse agora. Porque eu queria que ela tivesse tudo de melhor no mundo…. Mesmo que ela nem esteja dando bola pra este detalhe das fotos.

E também fico triste com o amor que não consigo dar enquanto espero o amor que quero ter.

Como por passar tanto tempo sem falar com meus pais.

Simplesmente eu evito ligar para aqueles para quem eu não consigo mentir. Vou mentir felicidade enquanto meu coração tá pequeninho?

E olha, estou com saúde, estou “trabalhando”, meu carro não está quebrado… No geral tá tudo ok. O que seria importante para eles. Mas estou com uma puta dor de cotovelo.

Só que amanhã é dia dos pais e será inevitável não ter que ligar para o meu.

E aí eu fico lembrando de como ele deve estar tão triste como eu por esperar o amor do outro. E, neste caso, quase um crime: um pai não deveria esperar o amor da filha.

Que impasse!

Sou a filha-decepção, que se sujeita a trabalhar de graça para ter a graça de estar perto de quem estima, mas não telefona para os seus pais porque sabe que se escancarar suas escolhas será uma decepção para eles.

Mesmo sabendo que tem pais maravilhosos que não a julgam, aceitam e apoiam a filha quando ela corre precisando de colo porque mais uma vez fez merda por pensar com o coração.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eu ainda acredito na bondade humana

Posso dizer que sou uma pessoa meio Anne Frank. Sabe, ela estava lá escondida dos nazistas, comendo o pão que o diabo amassou e, ainda assim, acreditava na bondade humana. Acreditava, apesar de tudo.

Sou assim. Me ferro, me lasco, me machuco, mas sempre acho que as outras pessoas são diferentes das anteriores.

Em todos os sentidos.

E hoje estou falando do meu lado profissional e pessoas que vivem no meio em que trabalho.

Há dias em que quero jogar tudo para o alto. E, na maioria das vezes, quero jogar tudo para o alto por causa de “gente” e não por não estar feliz fazendo o que faço (assumo minha parte da culpa em depositar expectativas em terceiros, em não dar bola para intrigas e fingir que não existe inveja, por exemplo).

Pelo contrário, amo com todas as minhas forças “transformar sonhos em concreto”. Pode ser uma casa de cachorro, um conjunto habitacional ou até mesmo uma caixa d’água. Realizo-me em saber que contribuo para que algo concreto (mesmo que seja de outro material, rs) saia do papel.

Enfrentar os problemas e os empecilhos do dia a dia. A entrega que não veio, o caminhão que quebrou atrasando todos os planos do dia (e semana)…  Alterar um projeto no meio do caminho porque algo na hora da execução saiu diferente do planejado.

Enfim, nada disto me incomoda. Pode cansar mentalmente. Mas é o cansaço gostoso do sentir-se viva e parte de uma realização. O cansaço de quem levanta da cama todos os dias pra “fazer algo”. Principalmente porque visto a camisa e sei que conseguiremos vencer os obstáculos dando sempre nosso melhor.

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Não faço nada sozinha. E gosto de ser equipe. Só me entristece quando esta equipe não trabalha na mesma sintonia.

Aí sim tenho vontade de pular fora. E, na loucura de virar a mesa, chego a cogitar a mudar de área. Mas são sempre pensamentos insanos de um cansaço de quem dá soco em ponta de faca.

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Mas hoje, especialmente hoje, gostaria de deixar registrado que foi um dia, a despeito de todos os acontecimentos de um passado muito recente, em que estou cansada (fisicamente), mas feliz e realizada.

Incluo aí a realização do reconhecimento profissional. E, veja bem, não é reconhecimento financeiro – se fosse isto, nem estaria onde estou hoje – tampouco de elogios diretos, é um outro tipo de reconhecimento.

Reconhecimento por ser ouvida e levada a sério nos seus conceitos e preocupações. Por perceber que sou alguém crível naquilo que acredita e naquilo que vem fazendo.

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Hoje vou dormir esperançosa e acreditando mais na bondade humana.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

My second life

Gostaria de avisar que se engana (e MUITO) quem pensa que sabe tudo sobre mim ao me seguir nas redes sociais, blogs e afins.

Pode parecer que gente como eu adora exposição, e não é um fato de todo distorcido, mas gosto de exposição para o meu blog, para minhas fotos, para meus textos e até tuites de cunho pessoal – mas são sempre sobre coisas que eu quero que saibam. Coisas que escrevo com total consciência de se tornarem públicas.

Mesmo as merdas no ventilador (que já joguei por aqui) não serão jamais totalmente conhecidas de quem não faz parte integralmente da minha vida (no sentido mais literal que puder existir).

Então, o que quero deixar claro é: minha vida é de certa forma pública, mas só naquilo que eu permito (e quero) que saibam.

Ninguém que me segue sabe o quanto ganho ou o nome do meu chefe, por exemplo. Podem saber que ganho pouco/muito ou que meu chefe é chato/legal… Mas nunca mais do que isto!

Podem saber a cor do meu batom preferido, mas jamais saberão a cor da calcinha que uso (se é que uso calcinha, ou cueca, ou ceroulas…).

Podem saber que estive na balada X no dia Y, mas jamais saberão, apenas me seguindo na internet, de quem era a boca que eu beijei (e se beijei).

Existem limites.

Sejam reais ou virtuais há os seguidores e os amigos.

Amigos que podem ser reais ou virtuais que, independentes de estarem separados por duas casas na mesma rua ou por uma banda larga de internet, sabem que são amigos. E saberão sempre o que for conveniente saber. Sem precisar imaginar, stalkear ou contar com a fofoca alheia.

Os demais, por mais que eu tuite de onde estou, que roupa nova comprei na liquidação ou a dor de barriga que tive no dia, saibam que só sabem de mim aquilo que permito que saibam.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei nem o que falar

Nem vou transcrever, vou colar mesmo! (Clica que amplia)

contato

Eu perdi um filho com quatro semanas de gestação em 2010, pelos mesmos motivos emocionais citados da atual suposta gravidez – diante do histórico, não sei se posso acreditar na palavra da pessoa.

Eu perdi 7 anos da minha vida, por acreditar nas milhares de promessas.

 

Alguém veio pedir desculpas?

Alguém veio saber como estou?

Eu não tenho marido e nem família perto de mim. Quando perdi meu filho, sofri sozinha.

Hoje, com toda a dor inominável que sinto, a dor que rasga a alma e me faz sentir vontade de me jogar na frente de um trem, a dor que não me deixa comer, a dor que não me deixa dormir.

A dor que não me deixa sequer limpar a minha casa há varios dias.

Com a minha dor ninguém se preocupa?

Com minha saúde, com meu estado emocional.

E ainda tenho que ouvir que eu passei dos limites? E que tenho que pedir desculpas!

Para mim, passar dos limites foi: brincar com minha vida, com meu maior sonho, destruir todo a esperança que eu tinha no amor, no coração de uma pessoa romântica, que ama com o mais fundo da alma, me fazer perder a fé em Deus e mais muitas outras coisas que a dor e emoção não me deixam nem listar…

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Descobrir que aquela pessoa a quem você deu uma segunda chance, a quem você abriu seu coração, que você perdoou, que te encantou, e até há alguns DIAS, planejava casamento, pois acreditava na verdade de serem um o amor da vida do outro. Isto não machuca?

Ver a pessoa que você amou casando com outra, paramentado de noivo, com OUTRA noiva que não você, apenas TREZE dias depois de ter dormido contigo, jurando amor eterno e sincero. Isto não causa transtorno emocional?

Tenho medo até que seja irreversível.

Ver aquelas fotos foi enlouquecedor. A dor, o desespero… Uma dor que parecia que só a morte ia me curar…

 

Até hoje, ninguém veio perguntar como eu estou, ninguém veio me pedir desculpas por ter desgraçado toda a minha vida emocional que está refletindo em todos os outros aspectos: trabalho, saúde. E meu financeiro? Sou eu que me sustento, moro sozinha… Ninguém está preocupado com isto. E eu tenho que arrancar forças das entranhas para levantar e trabalhar… Mesmo com toda a dor.

E mesmo com toda a dor eu que tenho que pedir desculpas, eu que passei dos limites…

E como se não bastasse a noticia do casamento, tenho que ler que a pessoa dei todo o meu amor, vai ser pai, mas não dos nossos futuros “cabecinhas”. Vai ser pai com o outra. E só a dor dela importa…


UPDATE: Se alguém merece processo aqui não sou eu. Se mais um filho morrer, veja bem, MAIS UM, a culpa é de uma única pessoa, que devastou a vida de pelo menos duas. Ainda que de forma culposa.

Em tempo, todas as pessoas relacionadas são relacionadas na história. Todos tem tudo a ver com a história. Eu não vivi esta mentira sozinha. Alias, foi por não estar sozinha nesta história de amor, que ela se transformou numa farsa.

sábado, 5 de novembro de 2011

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Eu acho que ninguém consegue imaginar o tanto que dói.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mudanças x Escolhas

Depois de um longo período (uma noite e uma manhã) deitada na cama – achando que assim, evitando a vida real, evitava ter que fazer escolhas – de repente percebi que é isto: tenho medo de ter que fazer escolhas, ou melhor, tenho mais medo de fazer escolhas do que medo de mudanças.

Tenho alma de velha e evito o novo, tanto quanto posso - exceto nos aparelhos eletrônicos, porque, neste caso, poderia ser cobaia de empresas japonesas.

Mas a mudança, querendo ou não (acho que nem preciso dizer “querendo”, quase nunca quero), sempre me pega. E lá vou eu, fazendo a corajosa e enfrentando o desconhecido. Sempre. Modéstia bem à parte!

E, desta vez, depois de inventar trilhões de desculpas para não abandonar aquele local que provinha meu sustento há mais de quatro anos. Um local que pra “sobreviver” tive que literalmente vencer mais obstáculos do que um suposto desconhecido poderia me proporcionar, mas ainda assim, era “seguro”. Confortável.

Mas me tiraram do time.

Não tive tempo de lamentar. Também não chorei.

Mas tive que viver a mudança. Porque se a vida segue seu curso, se as contas vencem e os gatos precisam de ração, precisei lembrar das outras pessoas que tive a sorte de conhecer e que tive a sorte de gostarem de mim (principalmente do meu lado profissional) e fazer algumas ligações.

Dois e-mails e um telefonema foram o suficiente pra me colocar em pânico. Porque por melhor que possa parecer, novas oportunidades surgiram antes mesmo de eu ter que esperar temer a nova situação.

E tive que parar de tentar encontrar pessoas e parar pra fazer uma escolha.

Foi aí que travei. Foi aí que o bicho pegou, ou talvez tenha sido a hora que a ficha caiu. Tudo mudou e agora é hora de seguir em frente… Mas ter que escolher entre dois caminhos.

Segui meu coração, que preferiu optar pelo mais prático, pelo mais confortável e seguro (no sentido de achar que terei gente que posso contar) e acabei optando pelo primeiro mesmo…

Não será agora que saberei se a segunda opção, aparentemente mais vantajo$a, teria sido a mais correta. Ainda não quero caminhar tão longe (ou tão sozinha)… Ou não quero ser tão radical. Acho que esta última opção é a que vale.

E agora, com a escolha feita, poderei sentir o luto dos sonhos que ficaram para trás. Dos sonhos que virarão concreto nas mãos de outras pessoas.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eu sempre digo: dinheiro há!

Entrem nos sites dos Ministérios e vejam os programas (habitacionais, ambientais, de infraestrutura, planejamento, transportes, educação e até cultura), se inscrevam.

Os mesmos Ministérios também capacitam os profissionais, com cursos, congressos… tornando-os mais aptos à atenderem todas as exigências que um projeto precisa para ser considerado apto a receber os repasses do Governo Federal.

Em tempo: estas “exigências” não são para dificultar o acesso (a verba já está destinada), mas são pensadas sempre na melhor forma de garantir que a população realmente obtenha a benfeitoria/investimento.

Políticos, vocês até podem continuar "fazendo política", mas cerquem-se de profissionais técnicos (e não amiguinhos e/ou parentes) e apresentem suas propostas.

E aos técnicos da Caixa, um “salve”, porque, ao contrário do que muitos falam, estou pra conhecer profissionais com maior interesse em ajudar que os nossos sonhos (sim, muitos deles  são meus também) se transformem em concreto!

sábado, 16 de outubro de 2010

Estou na sua TV – Campanha da Telefônica

Um monte de gente já viu e eu ainda não, quer dizer, já vi no Youtube (umas mil vezes), mas ainda não tive oportunidade de ver na TV. Confesso que foi engraçado voltar do almoço e ler os recados no celular, Twitter, Facebook, Orkut, e até aqui no blog, enquanto eu estava no trabalho totalmente alheia ao que acontece na telinha!

Começou ontem mais uma campanha da Telefônica, com clientes reais, dando depoimentos reais – e eu já fui uma das pessoas que utilizou os serviços do site.

Então, já que eu não gosto de vídeos, prefiro ler e escrever, fica a oportunidade pra quem lê o blog ouvir a minha voz e conhecer a minha cara muito além das fotos toscas que eu coloco aqui:

 

 

Esta é a minha casa toda trabalhada nos efeitos da ótima iluminação captada pelos diretores (foram dois: Luis Pinheiro e Paschoal Samora, e uma super equipe da produtora Mixer que aportou por aqui em dois furgões)!

Pra não fugir do mundo dos cosméticos, vamos falar do maquiador, um amor de pessoa, Aloisio Pereira, que tinha uma maleta dos sonhos, ficou um tempão trocando figurinhas comigo e só fez adaptar a minha maquiagem para os efeitos das câmeras de alta definição. O mundo agora é HD!

Vale mencionar também as meninas da equipe que, quando entraram no meu quarto, perguntaram se eu vendia esmaltes ao ver minha coleção!

Foi uma experiência diferente, ou a “coisa mais estranha que aconteceu comigo este ano”, como a Milca perguntou no Formspring.

Gostei do resultado final, porque quem “precisa de tempo” e ainda resolve escrever em um blog não pode ficar sem internet!

Beijos!

 

PS: o esmalte é o Militar da Colorama! Que quando postei aqui disse que tinha recebido um monte de elogios, então…

domingo, 17 de janeiro de 2010

Reformas = Mudanças

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De volta a vida real a vida real me esperava. Na verdade a vida real não espera, ela acontece enquanto a gente sobrevive.

Chorar/desesperar/sucumbir? Não. Esta não era a alternativa correta.

Para ocupar a mente achei mais um passatempo: arrumar a casa, no sentido literal da palavra.

Como num processo de renascimento involuntário deu certo. Descascar a tinta desbotada de uma vida de mentira, varrer os restos de um quadro que nunca deveria ter sido pintado.

A porta, as paredes, o teto do banheiro… Todos sendo limpos do mofo do passado. A vida entra neste processo sem que eu perceba.

O processo vai ser demorado, porque a vida de lá de fora (os compromissos, os trabalhos) tem que ser vividos em conjunto, mas não tenho pressa, demore o tempo que tiver que demorar, nada de adiantar os ponteiros do relógio.

Descobri nas horas vagas um trabalho cansativo, mas recompensador… Porque como tentei registrar acima, as mazelas da alma entraram sem querer nesta reforma. Cada passada de espátula, cada remoção da tinta velha, cada buraco fechado numa parede, cada sujeira removida, não está só limpando minha casa, está limpando minha alma também – sem que eu perceba.

E, quando menos esperar, a terapia do faça você mesmo terá deixado tudo limpo, tudo pronto para cores novas que virão. Good vibes!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Significados

Cada dia mais me convenço da nossa ignorância ante os designios de Deus. Vivemos uma vida muitas vezes a questionar… Queremos saber porque é permitido que soframos. Morreremos sem estas respostas.Outras vezes nos questionamos se nossos sofrimentos da alma são plausíveis diante de tantos outros sofrimentos reais (terremotos, assassinatos, perdas de entes queridos, fome…).

Entretanto, sinto que nossos sofrimentos são apenas nossos, se são de alguma forma mais ou menos dolorosos não importa, nem há comparação. Exatamente, porque o sofrimento de cada um, a cada um pertence.

Não há parâmetro para dor.

Se houvesse e também se houvesse opção de escolha de sofrimento, decerto escolheria sofrer de outros males, que não dos sentimentos.

A pergunta que inicia meu ano de 2010:

“Por que Deus? Por que permitiu que eu me doasse e acreditasse em um amor durante os cinco anos da minha vida, os cinco anos que julgo cruciais para alguém como eu que sempre sonhou em formar família, em amar e ser amada? Por que permitiu que eu vivesse um sonho irreal, por que me permitiu que eu entrasse num emaranhado difícil até de ser contado? Qual o propósito de tudo isto?”

Sei que esta pergunta não será respondida e devo abandoná-la, para o bem de minha alma, para o bem de minha vida.

Assim como achei que as dificuldades ao longo de todos estes anos fossem provações para um futuro feliz. Assim como achei que passar por cima de todas adversidades fossem prova de amor. Apenas errei. Errei por bons quase cinco anos…

Encarar a vida como perdida?

Tirar um lição de tudo isto, mesmo com a ferida exposta e tão recente? Na verdade, isto sim se transforma em meta de 2010.

E perdoar. Perdoar sim, todos os envolvidos. Porque a libertação da alma só vem através do perdão – e nem é de perdão Divino o que me refiro. Cito para mim mesma, como nota mental, já que não há outra alternativa (senão remoer o passado) que perdoar é me libertar para mim mesma.

Espero não errar novamente, espero que meu coração de pisciana não se deixe enganar mais uma vez, porque agora são 32 anos. E que o avanço da idade (outra nota mental) não seja condutor para decisões precipitadas – sim, porque pretendo amar novamente, quando esta dor de amor passar.

Se eu passei por tudo isto foi porque de certa forma permiti. Devo aceitar que ninguém nos machuca sem nossa permissão. E tirar disto uma lição. Talvez a mais difícil de todas.

sábado, 22 de agosto de 2009

Novidades

Acabei de fazer 3 dias sem cigarro. Preciso registrar. Primeiro, fumar está fora de moda. Além disto, agora é proíbido, o fumante é quase um criminoso... Estava indo na acupuntura mesmo, umas sementes e agulhas a mais... E, eu economizo dinheiro.

Feliz com meu Xing Ling Phone, tem acesso à internet.


E, postando cada vez mais aqui ->> "Eu Acredito em Cosméticos" (e você?).

domingo, 5 de abril de 2009

O que falta?

Estava lendo à pouco na comunidade Fanáticas por Dança do Ventre do orkut a entrevista de uma amiga, a Dina (para mim as pessoas virtuais podem ser tão amigas quanto às reais). Enfim, lendo as respostas dela na trajetória de seus dois anos de aprendizado na dança do ventre, fiquei com "inveja" do seu caminho percorrido.
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.

Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.

Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.

Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.

Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.

Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!

O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).

Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.

E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.

Inshallah!

terça-feira, 24 de março de 2009

Está chegando a hora de ir...

Depois, quando O Clone acabar, e o milhão de providências para eu resolver antes da hora da mudança, eu venho contar.

Só para esclarecer:

O prefeito aí do post de baixo é o prefeito que é o meu chefe. O novo chefe da cidade que eu trabalho... Se eu xingasse, quase na porta do trabalho (que é a prefeitura) quem ía fazer barbeiragens era eu.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Noivos


Noivos - Carla e Jossano
Simples assim, meio brega.  Para coroar nossos anos e anos e idas e vindas, ele e eu ficamos noivos. Maktub.

domingo, 6 de julho de 2008

Carla

Estes dias andei falando bastante sobre o significado do meu nome. Agora, com trinta e um anos, eu adoro meu nome inteiro.
Demorou para eu gostar do meu segundo nome.
Também pudera, ter dois nomes era sinônimo de personagem de novela mexicana: Pablo Roberto!
Meus irmãos sortudos (na minha antiga visão): Carolina e Eduardo apenas, depois o sobrenome.
Por que eu Carla Regina?
Lembro-me duma época que meu pai tinha ficado meio decepcionado com o fato deu não utilizar o Regina. Sim, eu escrevia cartas e preenchia formulários esquecendo do meu segundo nome.
Um consolo é ninguém nunca ter me chamado pelos dois nomes, ou o que poderia ser pior, apenas pelo segundo nome.
Eles (meus pais) explicavam que Regina significava Rainha, e que a sugestão tinha sido da minha futura-ex-nunca-foi madrinha de crisma... E eu sempre gostei desta senhora, mesmo com este porém na minha certidão de nascimento.
Mas como eu ia dizendo lá em cima, antes de encher este texto com um monte de linguiça, é que hoje em dia eu adoro meu nome inteiro.
Adoro, principalmente, meu primeiro nome.
E tem uma coisa que me faz gostar mais dele ainda, e ilustro com isto uma frase de um amigo meu: "Carla é nome de mulher bonita. Toda vez que você liga no meu trabalho eu percebo o que a sonoridade do teu nome provoca na mulherada ao redor."
Carla, Carla, Carla.
Sem modéstia, fico feliz ao imaginar as pessoas associando um "a Carla ligou" com uma moça bonita.
E o melhor, meu nome "Carla", é de grafia simples, sem aquelas pirações de "k" no começo ou dois "l" no meio. Chique!

domingo, 27 de abril de 2008

Uma outra visão do mundo

Ler blogs, isto não me pertence mais...
Mais uma madrugada trabalhando.
Hoje ganhei uma lente de contato, grátis, free, na faixa.
Por que em loja de rico somos tratados como reis? Fui lá fazer meus óculos, um de sol, outro normal. Tomei cafezinho feito na hora, exclusivamente para mim e para minha tia, ela deu uma regulada na armação ("di grátis também") e eu ainda ganhei um par de lentes de contatos, tipo assim, só para ver como é que é...
Gente! Como o mundo é bonito!
Eu vi as folhas da árvore que eu acho bonita no caminho de casa - ela não é um enorme borrão verde.
Eu li as placas que estavam lá longe.
Eu consigo ler o nome dos livros da minha estante sem precisar chegar perto.
Acho que vou procurar o Dr. Fritz e operar minha miopia, o mundo tem contornos definidos e eu tinha esquecido.
Mudando de assunto, estou me sentindo tão bem, fazer boas ações é bom demais. Dar a mão para sua melhor amiga, quando ela já estava desacreditando de que lá no final do túnel tem uma luzinha, não tem preço.
Gastei boa parte de um tempo precioso que serviria para trabalhar no projeto das casinhas - temos até o dia 10 para dar entrada na Caixa Econômica, estou correndo contra o tempo e eliminando algumas diversões (tipo, nada de Virada Cultural), eliminando sono, evitando o supermercado, fazendo o namorado entender que a vida está corrida (ele é fofo e compreensivo sim)... Xi, me perdi nos parenteses de novo! Então, gastei preciosos minutos que poderiam ser revertidos em trabalho, com a vida dela - que em muitas épocas de nossas existências se funde com a minha - mas, fazer o bem é gratificante. Quem ler isto aqui, considere na vida, vale a pena!
Só vou falar como estou me sentindo - não o que fiz - para não pensarem que uso o blog para me promover, porque também não gosto de quem ajuda e fica pagando de bonzinho, só escrevo para dizer que têm certas coisas na vida que dão muito mais satisfação do que a realização de sonhos e consumos egoístas - é só tentar.
Bom, a pausa para descanso da mente já esgotou o prazo permitido, voltarei às minhas planilhas de custos e até um outro dia.

(Quero agradecer ao DO, a Lulu, a Bruninha, a Ju, a Ludi e aos amigos que ficam vindo aqui, mesmo com minha aparente falta de consideração em visitá-los: obrigada mesmo!)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Um post para mim mesma

Não precisa ler nem comentar, ninguém vai entender.

Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Ah o tempo...

Tempo que anda curto novamente.
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...

domingo, 13 de janeiro de 2008

Noite adentro

Procurando algo para fazer enquanto a geladeira descongela... Se eu levar o ventilador para a porta daquela que não é uma Brastemp, não terei nada para fazer com que a fumaça do cigarro saia pela porta... Pois é, só fumo na sala com a porta aberta e o ventilador do lado - mesmo que esteja muito frio.
Acho que vou pegar o secador de cabelos e fazer como o meu pai que, nesta minha mini férias lá em Natal, resolveu o problema do descongelamento demorado justamente na hora em que eu assistia "A Casa da Lagoa" (sim, é "da Lagoa" mesmo, coisas de vídeos piratas).
Acabei de dar uma limpada boa na casa, daquelas de passar cera líquida no chão. Sou realmente notívaga... Tenho muita disposição para fazer faxina de madrugada. Apenas tive o cuidado de não usar o aspirador de pó, respeito pelos vizinhos que nem sempre me respeitam no quesito barulho.
Desde que dispensei o J. que ficou em São José dos Campos, pois hoje teria centro e não teve, resolvi correr atrás das minhas pendências. Já fui até ao supermercado.
Sábado à noite é programa de família visitar mercado, eles entopem os corredores: tios, avós, crianças, papagaio...Haja paciência. De qualquer forma, eu tinha mesmo que ir, estava correndo o risco de ficar sem papel higiênico e o Nakombi sem ração (ele prefere Whiskas).
Só não tenho paciência para conversar no MSN.
Então depois do prato de sopa de legumes que fiz (com todos os temperos a que tenho direito e quase nada de sal - estou acostumando meu organismo a não precisar de sal), acho que vou assistir algum DVD e terminar com a garrafa do cabernet sauvignon que ganhei de uma construtora como mimo de natal, enquanto a geladeira termina de descongelar sem ventilador ou secador...
PS: Para conservar os alimentos durante o processo, caixas de isopor são uma boa.