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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eu sempre digo: dinheiro há!

Entrem nos sites dos Ministérios e vejam os programas (habitacionais, ambientais, de infraestrutura, planejamento, transportes, educação e até cultura), se inscrevam.

Os mesmos Ministérios também capacitam os profissionais, com cursos, congressos… tornando-os mais aptos à atenderem todas as exigências que um projeto precisa para ser considerado apto a receber os repasses do Governo Federal.

Em tempo: estas “exigências” não são para dificultar o acesso (a verba já está destinada), mas são pensadas sempre na melhor forma de garantir que a população realmente obtenha a benfeitoria/investimento.

Políticos, vocês até podem continuar "fazendo política", mas cerquem-se de profissionais técnicos (e não amiguinhos e/ou parentes) e apresentem suas propostas.

E aos técnicos da Caixa, um “salve”, porque, ao contrário do que muitos falam, estou pra conhecer profissionais com maior interesse em ajudar que os nossos sonhos (sim, muitos deles  são meus também) se transformem em concreto!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Auto atualização

Querendo escrever sobre nada... Mas sentindo que não posso deixar muitos dias em branco neste lugar que imaginei ser um arquivo de baboseiras ou coisas sérias ou pirações ou informações ou o que eu quiser (e que quero) que seja registrado (?). Um lugar onde volto algumas vezes para ler o que eu pensava há alguns dias, meses atrás.
E acho que estou deixando muitas novidades passarem o prazo de serem escritas como... com "novidades"!
Muita gente que "me lê" não me conhece pessoalmente, e o público que cai aqui nem sabe ainda que eu já tive outro gato depois do Nakombi, que nestes últimos seis meses contabilizo quase dois mil reais gastos (onde quase mil só em vinte dias) para salvar a vida dela - é tive outro gato que era gata - que veio com uma cartelinha de remédios a tiracolo do abrigo de onde saiu - e ela já morreu.
Sério! Consegui "matar" dois bichinhos este ano.
Eu não, desta vez foi a bactéria pasteurella: gripe, bronquite, sinusite e outros "ites", anorexia, anemia, fígado destruído, sistema nervoso idem por causa dos remédios e, no fim, infecção generalizada, duas convulsões e uma paradinha cardíaca.
Praguejei contra Deus, praticamente uma herege, comecei a duvidar de Seu amor pelos animais.
Duro conseguir entender como um ser que não peca, "pagar" com a dor.
Enfim, quase trouxe um bichinho (um gatinho fofinho tomba-latas-querendo-ser-siamês) da obra do mutirão (viu como está tudo atrasado? nem contei que trabalho agora numa obra para a prefeitura e o sistema construtivo é mutirão).
(...)
Estou feliz e terei no meu acervo profissional a responsabilidade técnica de execução de casas de interesse social em mutirão.
(...)
O candidato da situação pode nem ganhar as eleições. E eu que sou apenas técnica, e não fico fazendo política, nem sei se continuo depois do dia 05.
Sim, existem cargos de confiança que não sejam na base da gratificação política como todos pensam.
E aprendi que políticos que se cercam de profissionais de verdade conseguem verba (pois grana tem lá nos ministérios para várias áreas) para realizar projetos.
E vou terminando outro post que digo muito e digo nada, porque agora eu vou treinar mais um pouco de dança do ventre (desta vez com véu) antes de dormir para ver se consigo fazer bonito, porque a dança da espada que dancei até que iria dar certo se a espada resolvesse ficar na minha cabeça, equilibrada como nos ensaios...
Boa noite!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Um post para mim mesma

Não precisa ler nem comentar, ninguém vai entender.

Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Revolta

Queria que o que me revoltasse fosse apenas o fato de que meu corpo de biquíni não é mais o mesmo de que há 10 anos, porém tem coisas que conseguem irritar mais a quase balzaquiana aqui do que uma barriguinha saliente:
  • A Policia Florestal de São Paulo em vez de notificar o Governo Estadual que construiu um conjunto de prédios populares (do CDHU) sem sistema de coleta de esgoto, agora ocupado e que solta os dejetos de toda a população do tal empreendimento no córrego até então limpo por trás do residencial onde trabalho e que serve como fonte de abastecimento de água do condomínio vizinho, fica procurando multar responsáveis por árvores podadas que estavam colocando residências em perigo e pessoas em risco de morte. (Ah tá, o chefe de governo pode num rompante se sentir afrontado e transferir o autor de semelhante "disparate" para os confins do estado, melhor notificar e lucrar com o simples cidadão).
  • Aliás, quando se chama algum órgão para resolver problemas de árvores em risco de queda eles logo se esquivam. Bombeiro não corta árvore, só vem em caso de acidente. Eletropaulo também não, só aparece em caso de estouro de transformador. O DEPRN (Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais) coloca mil empecilhos quando se trata de um pedido deste porte, exigindo laudos de agrônomos e cobranças de taxas caríssimas, isto quando autorizam. (Sempre depois da desgraça, agora os grandes industriais continuam a manchar nosso solo e mar sem nenhuma grande punição).
  • Isto até me lembra a peregrinação e sofrimento da minha mãe para arrancar a mangueira defronte sua casa, na qual meu irmão provocou a própria morte por enforcamento. Nem com este tipo de argumento e o compromisso de plantar outras mudas eles a autorizaram a se livrar do objeto de recordação de fato tão chocante. Ela, infelizmente, teve que contar com a força de um parente "influente" no governo. (Uma árvore frutífera em uma calçada é tão significante, deve ser para minimizar os efeitos da devastação sem limites da Amazônia e da Mata Atlântica).
  • As áreas de preservação em volta das represas que abastecem quase toda a Grande São Paulo – Billings e Guarapiranga – são ocupadas de forma irregular, sem saneamento básico, onde os esgotos e lixo da ocupação poluíram as águas em sua totalidade, não são notificadas por nenhum fiscal. (Será que é porque os novos moradores do local não têm poder aquisitivo para pagar propinas ao contrário de proprietários de lotes em condomínios fechados?).
  • Meus vizinhos (moro num bairro residencial) colocam caixas de som no meio da rua, de altos decibéis, durante todo o final de semana, e a polícia diz para mim que não pode fazer nada, que não tem viatura suficiente, se eu quiser resolver o problema terei que ir à delegacia prestar queixa e aí sim “surge” uma viatura para me acompanhar ao local da "festa". (Depois meu vizinho ciente da reclamação me dá um tiro e ninguém me socorre, né? Mas em áreas nobres, eles imediatamente aparecem com medidor de ruídos).
  • O que explica então, quando vou a um churrasco no interior e me deparo com policiais amigos da anfitriã, de viatura e em serviço numa outra cidade para degustar uma picanha? Ou policiais em bate-papos com garotas em porta de escola? (Creio que para isto as viaturas e os homens são em quantidade suficiente).

Poderia ficar aqui torrando a paciência dos meus queridos amigos com mais outros fatos, mas concluo apenas com a gota d’água de ontem, quanto assistia a um telejornal e vi mais uma vez a policia intervir, de forma violenta, numa civilizada manifestação popular contra o aumento do salário dos parlamentares (socos, bombas de gás, spray de pimenta, tropa de choque...), tão violenta que por covardia agrediram repórteres e cinegrafistas que estavam registrando o fato. Um deles foi preso.

Caralho, as vezes sinto saudades de lembrar que sou mulher e ficar brava apenas por ter uma unha quebrada.

Update: acabei por corrigir o texto, onde lê-se "risco de morte" tinha cometido um crime à lingua portuguesa escrevendo "risco de vida", terrível vício de linguagem adquirido "ouvindo" TV, coisa que está sendo corrigida aos poucos neste intrigante meio de comunicação.

O puxão de orelhas bem dado foi de meu amigo Jhon. (Valeu!)

sábado, 16 de dezembro de 2006

Não fico mais indignada, sou palhaça sem esperança e ponto

Update: o Luz de Luma, colocou no início do blog um link para assinatura de uma petição on line contra o aumento abusivo dos "salários" dos parlamentares. Assine você também e indique aos amigos, vamos aumentar esta corrente.

Acabando com a esperança de milhões de brasileiros, foi aprovado o disparatado aumento dos “salários” dos parlamentares. Chamar de “salário” é meio indigesto, não acham? É praticamente um prêmio da loteria todo mês para quem trabalha apenas três vezes por semana, em benefício próprio.

Anarquizar, como questionou o DO como possível solução, é tentador. Espero que se ele resolver fazer isto me chame, já estou guardando umas garrafas pra coquetéis molotovs... (Brincadeira, que fique bem claro, numa destas sou presa por ameaça de atentado!).

São tantos os amigos (entre eles Cássio, Andréa) que postaram sobre o assunto, que a minha contribuição vai ficar resumida na reprodução da lista de endereços enviada por um amigo (Fatorelli), para quem quiser e tiver paciência em enviar um e-mail de repúdio. Vale destacar os nomes na agenda, quadro de avisos, junto ao título de eleitor para não esquecer os mesmos nomes abaixo e não elegê-los nunca mais. Me consola não ter votado em nenhum destes.

Ontem, vi na TV que alguns órgãos entraram com processo contra tal aumento abusivo, um outro conhecido fez as contas em quantos salários mínimos poderiam ser pagos com o "salário", ops, prêmio de cada um dos parlamentares. Espero que a manifestação da qual não faço parte, senão com este humilde post, sirva para algo, porque já estou separando meu nariz de palhaço e como afirmei, perdendo as esperanças, que é a pior coisa que pode acontecer a um ser humano.

De arrepiar os cabelos da peruca e querer sair dando tiro em tudo o que é político que existe (mais uma vez apenas desabafo que não se configura intenção real).

Trechos do e-mail bem como a lista negra seguem abaixo:

"Envie sua opinião aos parlamentares que aumentaram o próprio salário

Um salário de 420 é impossível, diz o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Já o salário dos parlamentares aumentará de R$ 12,8 mil para R$ 24,6 mil. Eles devem ter pensado "se os caras lá da Procuradoria podem, nós também podemos"... Gasto extra pode chegar a R$ 1,7 bilhão.

Ministro diz que salário mínimo de R$ 420 é "impossível"
Parlamentares aprovam aumento de quase 100% nos próprios salários

Abaixo a lista dos parlamentares - dos mais diversos partidos, PT, PSDB, PMDB, PTB... - que votaram a favor do reajuste. Basta você clicar no nome do parlamentar escolhido e enviar um email com a sua opinião sobre o assunto, para que eles saibam o que nós, brasileiros, achamos. Você votou em algum desses?"


Aldo Rebelo (PC do B-SP):
dep.aldorebelo@camara.gov.br

Renan Calheiros (PMDB-AL):
renan.calheiros@senador.gov.br

Ciro Nogueira (PP-PI):
dep.cironogueira@camara.gov.br

Jorge Alberto (PMDB-SE):
dep.jorgealberto@camara.gov.br

Luciano Castro (PL-RR):
dep.lucianocastro@camara.gov.br

José Múcio (PTB-PE):
dep.josemuciomonteiro@camara.gov.br

Wilson Santiago (PMDB-PB):
dep.wilsonsantiago@camara.gov.br

Miro Teixeira (PDT-RJ):
dep.miroteixeira@camara.gov.br

Sandra Rosado (PSB-RN):
dep.sandrarosado@camara.gov.br

Colbert Martins (PPS-BA):
colbertmartins@camara.gov.br

Bismarck Maia (PSDB-CE):
dep.bismarckmaia@camara.gov.br

Rodrigo Maia (PFL-RJ):
dep.rodrigomaia@camara.gov.br

José Carlos Aleluia (PFL-BA):
dep.josecarlosaleluia@camara.gov.br

Sandro Mabel (PL-GO):
dep.sandromabel@camara.gov.br

Givaldo Carimbão (PSB-AL):
dep.givaldocarimbao@camara.gov.br

Arlindo Chinaglia (PT-SP):
dep.arlindochinaglia@camara.gov.br

Inácio Arruda (PC do B-CE):
dep.inacioarruda@camara.gov.br

Carlos Willian (PTC-MG):
dep.carloswillian@camara.gov.br

Mário Heringer (PDT-MG):
dep.marioheringer@camara.gov.br

Inocêncio Oliveira (PL-PE):
dep.inocenciooliveira@camara.gov.br

Demóstenes Torres (PFL-GO):
demostenes.torres@senador.gov.br

Efraim Moraes (PFL-PB):
efraim.morais@senador.gov.br

Tião Viana (PT-AC):
tiao.viana@senador.gov.br

Ney Suassuna (PMDB-PB):
neysuassun@senador.gov.br

Benedito de Lira (PL-AL):
dep.beneditodelira@camara.gov.br

Ideli Salvatti (PT-SC):
ideli.salvatti@senadora.gov.br

sábado, 18 de novembro de 2006

De volta à blogosfera

Meu TCC ficou pronto, finalmente. Entreguei minhas quase cem páginas hoje ao meu orientador, rezando para que ele ache que está pronto também. Sua correção só ficará pronta na próxima quinta, um dia antes do prazo final da faculdade... Socorro!
Foram noites e madrugadas varadas, terminando algo que adiei o máximo que pude. Simplesmente não agüento mais estudar. Passei os últimos vinte e cinco anos da minha vida fazendo isto. E ainda me arrisquei nesta segunda faculdade, fazer o quê? Era meu sonho.
Agora vêm as provas finais e em dezenove dias serei engenheira com CREA na mão. Resta-me limpar a casa, arrumar os livros, apostilas e artigos espalhados, tirar o pó que se acumulou nestes dias em que me dediquei ao compromisso final. Ufa, só de tirar este peso das costas, faço faxina cantando I’ll survive em alto em bom som.

Mudando de pato para ganso, e dando uma de Magui (embora ela pense diferente de mim em questões políticas), desabafo aqui uma indignação que tomou conta de mim estes dias.
Os tucanos, que dominam São Paulo há anos, mostram cada vez mais que andam levando em frente o lema da música do finado Raul Seixas, que pregava que a solução era alugar o Brasil... De maneira distorcida, claro. Eles não alugam, vendem descaradamente. E ao contrário da música, nós vamos pagar sim. E caro, mais uma vez.
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo, mal esperou duas semanas do final das eleições e colocou as garras, ops, bico de fora. Assinou esta semana a privatização do Rodoanel Mário Covas. Uma obra que finalmente poderia desafogar o trânsito caótico na Grande São Paulo. Poderia né? Porque com esta moda de vender nossa terra, contrariando a constituição, tirando nosso direito de ir e vir – porque se a liberdade de transitar nas vias privatizadas é mediante pagamento de pedágios, respondam se forem capazes, onde está o direito?
O trecho Sul do Rodoanel, pedágiado, será construído com dinheiro privado (é o que dizem, porque no fim acabam financiados com dinheiro público, do povo). A “boa” notícia é: o trecho Oeste que passa perto de casa, e foi construído com o dinheiro público, será “concedido” no pacote e já teve aprovada a colocação de uma "bela" praça de pedágio. Sim, este é o investimento a ser feito nesta obra de grande utilidade que foi paga por nós. Pistas novas, feitas com a mais nova tecnologia em pavimento de concreto, será passada assim, a troco de mais prejuízo ao bolso do cidadão.
Estarei ilhada em meio a tantas praças. Primeiro foi a Rodovia Castello Branco, que me trazia para casa numa boa. Ganhou uma tal marginal, fechamento dos acessos às pistas antigas, e se hoje eu quiser fugir do pedágio tenho que dar uma volta de 12 quilômetros ou passear pela cidade vizinha, enfrentando trânsito, semáforos e contribuindo com mais um veículo nos congestionamentos.
Agora, o Rodoanel, que veio como uma solução à este drama, como uma ótima uma via de acesso para chegar a cidade, vai ficar no passado ou, se quiser “matar a saudade” terei que investir num módico pagamento de cinco reais. E para “melhorar”, veio de “brinde”, a aprovação concomitante dos chamados pedágios de bloqueio, que todas as rodovias que chegam ao Rodoanel terão antes, cada um custando “apenas” dois reais.
E, a intenção inicial da rodovia, em forma de anel, que era contornar São Paulo, cruzando todas as estradas que na cidade chegam, fazendo que quem estivesse apenas passando por aqui não precisasse transitar na zona urbana, contribuindo para a melhoria do trânsito, a meu ver terá efeito contrário: para fugir do pagamento de pedágio a tendência vai ser... Adivinhem? Entupir mais um pouquinho as vias urbanas, deixando as estradas, obras caríssimas, sendo pouco utilizadas, fazendo com que sua vida útil, em torno de 30 anos, exatamente igual ao tempo de “aluguel”, dure o bastante até que volte a ser nossa.
É o fim da picada. To bege!

Abaixo, para quem não é de São Paulo, um mapa do traçado do Rodoanel para melhor compreensão. Na cor marrom as rodovias cruzadas pelo anel viário.


PS: Flavinha querida, não esqueci de ti, meu próximo post terá o tema da "selada" que você me deu. Sou eu, finalmente, voltando a “blogar”, beijos!

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Nostalgia

Sessão nostalgia... Porque eu ainda acredito que o mundo pode ser melhor...
Porque eu não perdi as esperanças...
E a musiquinha me emociona!

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Mundo cor-de-rosa

Sempre acreditei na bondade das pessoas e tenho cada dia mais certeza que as pessoas que acham que todos os demais habitantes do universo são ladrões, bandidos ou que agem em benefício próprio estão, no fundo, baseando-se em si mesmas. E, infelizmente, conheço gente deste tipo!

Para mim todo mundo é bom até que se prove o contrário e sou feliz assim.
E como disse Anne Frank: "Ainda acredito na bondade humana". Quer saber? Prefiro assim...

Fui ao neurologista hoje que recomendou algumas coisas:
  • largar o anticoncepcional (para quem tem predisposição à enxaqueca isto é um veneno);
  • dormir mais (impossível, até dezembro terei que me contentar com as cinco horas de sono ou menos);
  • não passar nervoso, situação de stress e afins. (mais impossível ainda);

Resumindo, além de tudo isto, vou passar por uma bateria de exames - já que ainda posso pagar convênio melhor aproveitar.

E, eu acredito (ou quero acreditar) no Lula ainda. Apesar disto fiquei brava com ele por não ter ido ao debate. Acho que se não fosse isto, ele teria ganhado no primeiro turno. Mas vejamos pelo lado bom, teremos mais tempo para esclarecer muita coisa... Inclusive as traíragens, rs. E também Memorex para o povo: O FHC não foi ao debate na época dele, e ganhou a eleição. Ainda há esperança.

Agora convenhamos, votarem no Maluf e no Collor é demais.

E para descontrair: o pai do J. disse que votou em primeiro lugar (deputado federal) no candidato 1907. "Quem é este?" perguntou ele. "O vôo da Gol que caiu!". Sem mais comentários!