Páginas

Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sonhos. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de agosto de 2012

Prioridades

Que coração o cacete. Coração burro não merece crédito.

539851_369806156422696_686223118_n

Nota para dar prioridade (assim no singular):

  • Me jogar no trabalho. Fim.

Com a cabeça pensando apenas em trabalho, mesmo que temporariamente seja uma escolha não muito boa para o meu coração (nem para meu futuro em todos os aspectos), não faltam tarefas, então, sem dar bola pra bosta do lado direito do cérebro eu consigo ser alguém que pensa na família, que tem coragem de largar o cigarro e investir este dinheiro economizado em aulas de pilates (que há tempos venho adiando).

 

(a imagem eu peguei lá no Facebook em algum compartilhamento idiota que não resisti em fazer)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eu ainda acredito na bondade humana

Posso dizer que sou uma pessoa meio Anne Frank. Sabe, ela estava lá escondida dos nazistas, comendo o pão que o diabo amassou e, ainda assim, acreditava na bondade humana. Acreditava, apesar de tudo.

Sou assim. Me ferro, me lasco, me machuco, mas sempre acho que as outras pessoas são diferentes das anteriores.

Em todos os sentidos.

E hoje estou falando do meu lado profissional e pessoas que vivem no meio em que trabalho.

Há dias em que quero jogar tudo para o alto. E, na maioria das vezes, quero jogar tudo para o alto por causa de “gente” e não por não estar feliz fazendo o que faço (assumo minha parte da culpa em depositar expectativas em terceiros, em não dar bola para intrigas e fingir que não existe inveja, por exemplo).

Pelo contrário, amo com todas as minhas forças “transformar sonhos em concreto”. Pode ser uma casa de cachorro, um conjunto habitacional ou até mesmo uma caixa d’água. Realizo-me em saber que contribuo para que algo concreto (mesmo que seja de outro material, rs) saia do papel.

Enfrentar os problemas e os empecilhos do dia a dia. A entrega que não veio, o caminhão que quebrou atrasando todos os planos do dia (e semana)…  Alterar um projeto no meio do caminho porque algo na hora da execução saiu diferente do planejado.

Enfim, nada disto me incomoda. Pode cansar mentalmente. Mas é o cansaço gostoso do sentir-se viva e parte de uma realização. O cansaço de quem levanta da cama todos os dias pra “fazer algo”. Principalmente porque visto a camisa e sei que conseguiremos vencer os obstáculos dando sempre nosso melhor.

---

Não faço nada sozinha. E gosto de ser equipe. Só me entristece quando esta equipe não trabalha na mesma sintonia.

Aí sim tenho vontade de pular fora. E, na loucura de virar a mesa, chego a cogitar a mudar de área. Mas são sempre pensamentos insanos de um cansaço de quem dá soco em ponta de faca.

---

Mas hoje, especialmente hoje, gostaria de deixar registrado que foi um dia, a despeito de todos os acontecimentos de um passado muito recente, em que estou cansada (fisicamente), mas feliz e realizada.

Incluo aí a realização do reconhecimento profissional. E, veja bem, não é reconhecimento financeiro – se fosse isto, nem estaria onde estou hoje – tampouco de elogios diretos, é um outro tipo de reconhecimento.

Reconhecimento por ser ouvida e levada a sério nos seus conceitos e preocupações. Por perceber que sou alguém crível naquilo que acredita e naquilo que vem fazendo.

---

Hoje vou dormir esperançosa e acreditando mais na bondade humana.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei nem o que falar

Nem vou transcrever, vou colar mesmo! (Clica que amplia)

contato

Eu perdi um filho com quatro semanas de gestação em 2010, pelos mesmos motivos emocionais citados da atual suposta gravidez – diante do histórico, não sei se posso acreditar na palavra da pessoa.

Eu perdi 7 anos da minha vida, por acreditar nas milhares de promessas.

…

 

Alguém veio pedir desculpas?

Alguém veio saber como estou?

Eu não tenho marido e nem família perto de mim. Quando perdi meu filho, sofri sozinha.

Hoje, com toda a dor inominável que sinto, a dor que rasga a alma e me faz sentir vontade de me jogar na frente de um trem, a dor que não me deixa comer, a dor que não me deixa dormir.

A dor que não me deixa sequer limpar a minha casa há varios dias.

Com a minha dor ninguém se preocupa?

Com minha saúde, com meu estado emocional.

E ainda tenho que ouvir que eu passei dos limites? E que tenho que pedir desculpas!

Para mim, passar dos limites foi: brincar com minha vida, com meu maior sonho, destruir todo a esperança que eu tinha no amor, no coração de uma pessoa romântica, que ama com o mais fundo da alma, me fazer perder a fé em Deus e mais muitas outras coisas que a dor e emoção não me deixam nem listar…

---

Descobrir que aquela pessoa a quem você deu uma segunda chance, a quem você abriu seu coração, que você perdoou, que te encantou, e até há alguns DIAS, planejava casamento, pois acreditava na verdade de serem um o amor da vida do outro. Isto não machuca?

Ver a pessoa que você amou casando com outra, paramentado de noivo, com OUTRA noiva que não você, apenas TREZE dias depois de ter dormido contigo, jurando amor eterno e sincero. Isto não causa transtorno emocional?

Tenho medo até que seja irreversível.

Ver aquelas fotos foi enlouquecedor. A dor, o desespero… Uma dor que parecia que só a morte ia me curar…

 

Até hoje, ninguém veio perguntar como eu estou, ninguém veio me pedir desculpas por ter desgraçado toda a minha vida emocional que está refletindo em todos os outros aspectos: trabalho, saúde. E meu financeiro? Sou eu que me sustento, moro sozinha… Ninguém está preocupado com isto. E eu tenho que arrancar forças das entranhas para levantar e trabalhar… Mesmo com toda a dor.

E mesmo com toda a dor eu que tenho que pedir desculpas, eu que passei dos limites…

E como se não bastasse a noticia do casamento, tenho que ler que a pessoa dei todo o meu amor, vai ser pai, mas não dos nossos futuros “cabecinhas”. Vai ser pai com o outra. E só a dor dela importa…


UPDATE: Se alguém merece processo aqui não sou eu. Se mais um filho morrer, veja bem, MAIS UM, a culpa é de uma única pessoa, que devastou a vida de pelo menos duas. Ainda que de forma culposa.

Em tempo, todas as pessoas relacionadas são relacionadas na história. Todos tem tudo a ver com a história. Eu não vivi esta mentira sozinha. Alias, foi por não estar sozinha nesta história de amor, que ela se transformou numa farsa.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

AcupunCurada

E assim, acupunCurada, sigo em frente e tomando a frente de correr atrás dos meus sonhos. Não desistir do que desejo, enfim, a tal decisão de ter metas e segui-las está funcionando.

domingo, 5 de abril de 2009

O que falta?

Estava lendo à pouco na comunidade Fanáticas por Dança do Ventre do orkut a entrevista de uma amiga, a Dina (para mim as pessoas virtuais podem ser tão amigas quanto às reais). Enfim, lendo as respostas dela na trajetória de seus dois anos de aprendizado na dança do ventre, fiquei com "inveja" do seu caminho percorrido.
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.

Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.

Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.

Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.

Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.

Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!

O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).

Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.

E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.

Inshallah!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Retrospectiva 2006

De acordo com a Micha, hoje é dia de retrospectiva, e de falar sobre os planos para 2007.

Como aluna aplicada, e às vezes precisando de temas para escrever outras coisas, vamos lá:



(Escrever é terapia, desde os doze anos coleciono diários tradicionais).

Foi no ano de 2006 que decidi criar este blog, nem eu mesma sabia como era bom isto aqui. Por vezes me assusto com o teor de meus devaneios publicados e tenho pena das pessoas que lêem e se preocupam, porque já que fiz alguns amigos aqui. Porém se fez necessário para que eu me libertasse de algumas angustias e pudesse compartilhar sentimentos (entre eles alegria e amor) que ficam atolados na garganta precisando de um escape.

Também foi o ano em que consegui realizar um dos sonhos da minha vida, ser engenheira civil. Acabei de concluir a tão sonhada faculdade. Por sinal paguei o diploma hoje (no sentido de dar entrada nos papéis na faculdade e não de comprá-lo, meu sonho foi conquistado no verdadeiro sentido da palavra). Ainda não caiu a ficha do que significa isto, mas um peso enorme da tensão dos estudos saiu das costas...

Na parte emocional da vida, digo que comecei com o pé direito. Estava totalmente feliz e equilibrada, feliz comigo mesma, e gostaria que tivesse sido sempre assim... Mas já foi um grande passo, aprendi que em primeiro lugar na minha vida sou eu, embora nem sempre tenha praticado isto.

Principalmente porque Deus me deu um Presentinho em 2005, mas foi em 2006 que se configurou presença na minha vida mesmo. O sonho do amor. Que delicia de momentos que passei, da espera, da cumplicidade, da amizade, dos sonhos em comum, do amor verdadeiro. Pela primeira vez na vida me senti completa, feliz e não tinha medo de dividir com ninguém o que sentia... Brilhava os olhos a qualquer pessoa, mesmo que estas não quisessem ver.
Entro em 2007, sem saber se este “presente” continuará a fazer parte da minha vida. Se foi apenas algo com duração limitada, eterno enquanto durou. Não sei, deixa o Sr. Ano Novo resolver, o que não está em minhas mãos, resta esperar.

"Concedei-me Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso modificar, coragem para modificar aquelas que eu posso, e sabedoria para distinguir umas das outras”.
Confesso que ainda não tenho planos mirabolantes ou concretos, embora nunca deixe de sonhar com um mundo melhor (sou pisciana nata), os sonhos estão turbulentos, há tanto que se fazer, que se realizar. Não sei se presto concurso público, se troco de carro, se me mudo para Natal, se procuro outro emprego, se faço uma pós, se dou entrada no meu primeiro apartamento (a casa aqui é do meu pai)...

Deixarei rolar, e escolherei o que me parecer melhor diante das circunstâncias. Sem sonhos programados, mas não sem desejar (viagens).

De concreto, pretendo apenas me matricular numa aula de Pilates, desenvolver HTML como terapia, praticar Autocad e realizar algum trabalho voluntário – penso a princípio em dar aulas aos pedreiros e ajudantes do condomínio em iniciação técnica na construção civil (leituras de plantas, pequenos cálculos de volumes, áreas, inclinações, consumo de material). Acho que terei tempo, e fatores externos dificilmente influem em planos deste estilo e, se influírem, não será nenhum castelinho de Cinderela desmoronando.

O resto, que venha o que tiver que ser, pois qualquer que seja, será o melhor. Sempre é. Até porque estou meio cansada de planejar, vamos ver se consigo.

E ficam registrados aqui meus sinceros votos de tudo de bom em 2007 para todos, para o caso de eu não voltar postar até o ano que vem! (Adoro falar “ano que vem”, parece tão longe e é só daqui a três dias).

Beijos e sonhos realizados, programados ou não.

domingo, 19 de novembro de 2006

Sonho Possível

Fui selada pela Flavinha, já faz mais de uma semana a fazer um post sobre o tema Sonhos Possíveis, uma corrente que veio do blog do Leonardo do Indizível.
Não vou escrever aqui mais uma vez porque não pude fazer antes – já fiquei repetitiva.
Pensando no assunto, me deu vontade de falar do sonho de ter uma chácara um dia e poder adotar todos os vira-latas que eu acho que tem cara de “caídos da mudança” e acho que todos têm. E, juntando o fato da Flavia ter um sonho parecido e ter postado primeiro, preferi falar de um sonho que tomou conta dos meus devaneios e preencheu meus desejos durante todo este ano: viajar o mundo.
Talvez levada pelo stress ou pelo avanço inevitável da idade, juntando outros fatores (ainda achando que seja mesmo pela idade), me sinto meio vazia por não ter ido a outros lugares, saído do meu país. Tudo bem dei uma passada na Argentina e um pulo no Paraguai, mas não vale. Enquanto um monte de gente que conheço meteu as caras, saiu por aí, e eu cá fiquei, como já disse escolhendo o caminho mais concreto, ou melhor, do concreto.
E a vontade aflorou. Aquela invejinha básica (do bem gente) bateu. No orkut “encontrei” amigas de infância e da adolescência do outro lado do mundo. Uma na Espanha, outra na Inglaterra, outra na Suíça...
A Silvia, outra amiga, postando fotos da Europa em sua temporada de férias: Paris, Roma, praticamente todos os lugares que Dan Brown descreveu em Anjos e Demônios e no Código da Vinci, que eu havia acabado de ler. Passada a invejinha inicial, outra amiga, a Cida, me liga para dizer que lembrou de mim, porque esteve na França, visitou o túmulo do Jim Morrison, minha eterna paixão... Queria morrer!
Daí que para “melhorar” mais, minha priminha querida Chrisley voltou da Inglaterra, onde esteve trabalhando por uns anos e passou um final de semana em casa contando as delicias e as facilidades de com apenas um bilhete de trem conhecer outros países. Ir à Grécia, Itália, Espanha...
E eu que não tive coragem nem de mudar de estado quando meus pais se arrancaram para o Rio Grande do Norte, o que dirá sair por aí, como elas fizeram? Comecei a me sentir presa, culpada, arrependida, porque agora a idade chegou e não é tão mais fácil fazer assim: largar tudo e tentar a vida fora.
O que o diga à vida que o J. levou, perambulando por dois anos pelo mundo com uma mochilinha nas costas – aliás, este é um outro capitulo. Se eu quiser viajar com ele, só sobrou a China e a Etiópia, que ele ainda não conhece, rs.
Mas, independente de toda a ladainha descrita, meu sonho continua, floresce a cada dia e quem sabe, o ano que vem, quando eu finalmente for uma engenheira rica, não possa realizá-lo aos poucos, sem precisar deixar minha vida feita aqui, e melhorar este mapa que peguei no blog do DO, que mostra a porcentagem do mundo que você conhece (no meu caso, 1%)?



Crie seu mapa visitando o site

Convido mais algumas pessoas a contarem seus sonhos (parte da brincadeira) até o dia 23, prazo final das postagens: Carolina, Clara, Grace, Yvonne e Rose.

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Criando vergonha e realizando sonhos

Resolvi postar outra vez depois de assistir mais um capitulo da novela (ê vício) e visitar minha princesinha Gabriela, filha da minha melhor amiga Lu, que faz um aninho amanhã cada dia mais linda, fofa, perfeita, rica... E pensar que no desespero da noticia eu cheguei a querer que ela não viesse a existir... Graças a Deus só pensei e me arrependo de no auge da loucura ter deixado uma besteira destas passar pela minha cabeça.
Eu simplesmente amo crianças.
E, por falar nelas, ontem foi aniversário da Luísa, filha da minha outra melhor amiga, a Fá, sua bebê, a fofurinha como ela diz, veio em uma situação totalmente diferente, ou "certa", como dizem as pessoas por aí... A Fá já estava casada (me emociono até hoje só de lembrar de seu casamento, foi a primeira de minhas amigas que presenciei a verdadeira cerimônia do matrimônio). Mas não fui na festinha dela porque elas estão lá em Viçosa – MG.
Em situações totalmente diferentes, pude acompanhar um sonho que até hoje não realizei: filhos. Escolhi outro caminho, estudar, estudar...
E, por falar em estudar, comunico aqui que vou parar de escrever com tanta freqüência no meu blog. Criei vergonha na cara, ainda que tardia, e voltarei com vontade ao TCC – agora é para valer. Acabei de ler um texto legal e vou escrever por um outro caminho (talvez mais interessante), e que meu orientador tão maravilhoso não me leia, mas acho que agora eu "pulo" para a terceira página da monografia, entrando de cabeça e trocando os horários "livres" pelo dever que me chama.
No fim, tenho certeza, poderei dizer e escrever como uma brilhante e autêntica engenheira, desculpa aí, rs.
Beijos e obrigada a todos que fizeram a "caridade" em comentar nos posts passados, fiquei muito feliz e sei que, pelo teor das mensagens, vocês leram com carinho este meu humilde blog.

terça-feira, 18 de julho de 2006

"The future's uncertain and the end is always near"

Minhas aulas estão voltando - já lançaram o calendário do segundo (e meu último) semestre.
Está acabando.
E eu estou com medo, medo do fim.
Enquanto teoricamente me preparo não preciso ser o que cobro de mim: perfeita.
Só que logo acaba, e já acabou outras vezes, acho que tenho a obrigação de ser mais.
Daí estudo novamente. Ando paquerando novos cursos...
Mas será que "já" não é hora de parar?
Penso que deveria preencher o tão sonhado futuro tempo livre com coisas que desejo: pilates, RPG, uma câmera nova, viagens (ah, viagens!), cremes, massagens, presentes...
Mas vem o perfeccionismo. Preciso ser a melhor, saber tudo daquilo que escolhi fazer.
Aí também me pergunto: "Será que fiz a escolha certa?".
Só que agora tenho a resposta na ponta da língua: "Não dá mais tempo de mudar."
É engenheira, boa sorte!