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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

My second life

Gostaria de avisar que se engana (e MUITO) quem pensa que sabe tudo sobre mim ao me seguir nas redes sociais, blogs e afins.

Pode parecer que gente como eu adora exposição, e não é um fato de todo distorcido, mas gosto de exposição para o meu blog, para minhas fotos, para meus textos e até tuites de cunho pessoal – mas são sempre sobre coisas que eu quero que saibam. Coisas que escrevo com total consciência de se tornarem públicas.

Mesmo as merdas no ventilador (que já joguei por aqui) não serão jamais totalmente conhecidas de quem não faz parte integralmente da minha vida (no sentido mais literal que puder existir).

Então, o que quero deixar claro é: minha vida é de certa forma pública, mas só naquilo que eu permito (e quero) que saibam.

Ninguém que me segue sabe o quanto ganho ou o nome do meu chefe, por exemplo. Podem saber que ganho pouco/muito ou que meu chefe é chato/legal… Mas nunca mais do que isto!

Podem saber a cor do meu batom preferido, mas jamais saberão a cor da calcinha que uso (se é que uso calcinha, ou cueca, ou ceroulas…).

Podem saber que estive na balada X no dia Y, mas jamais saberão, apenas me seguindo na internet, de quem era a boca que eu beijei (e se beijei).

Existem limites.

Sejam reais ou virtuais há os seguidores e os amigos.

Amigos que podem ser reais ou virtuais que, independentes de estarem separados por duas casas na mesma rua ou por uma banda larga de internet, sabem que são amigos. E saberão sempre o que for conveniente saber. Sem precisar imaginar, stalkear ou contar com a fofoca alheia.

Os demais, por mais que eu tuite de onde estou, que roupa nova comprei na liquidação ou a dor de barriga que tive no dia, saibam que só sabem de mim aquilo que permito que saibam.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Parabéns para Ela

Meu amigo virtual é diferente...
Ele não olha nos meus olhos,
Ele vê meu coração...
(Autor desconhecido)

E eu tenho um amigo destes, que faz aniversário hoje, e como nunca vou conseguir escrever palavras à altura de seus textos, deixo apenas meus singelos e sinceros votos de felicidade e um convite a todos (na cara de pau mesmo!), que passem por e deixem seu beijo também!

Felicidades Yvonne e um beijo com amor!

domingo, 15 de abril de 2007

Acho que agora vai!

E não é que deu sol e ainda peguei o bouquet da noiva?
E agora José? Agora o J. está amaldiçoado, porque eu peguei o bouquet... E eu nunca tinha pegado um bouquet... Bouquet!
Veremos se isto é verdade, uma mandingazinha nunca fez mal para ninguém...
Mais fotos do casamento, porque eu acho que sou fotógrafa e tenho câmera nova, no meu flickr e ponto.

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Pronta para o casamento

Unhas feitas pintadas com vermelho rubi, cabelo tingido e escovado... Praticamente um dia da noiva, tudo isto para ir ao casamento de mais uma das amigas da adolescência. Amanhã, logo cedo... E eu, continuo sobrando.

Mas, não tenho mais desespero para casar urgentemente, embora já tenha 30 anos, levo a vida feliz... Só tenho medo de ficar tarde demais para ter filhos e, como não quero produção independente, pode ser que nem venha a tê-los. Melhor dedicar-me a plantar a árvore e escrever o livro mesmo...

E, como todo castigo para corno é pouco, o tempo virou, e meu vestido preparado para o dia do casamento terá que ter um acessório a mais: um casaquinho.

P.Q.P.! No feríado: chuva, nos dias úteis: sol de lascar, daí vem o final de semana novamente e tempo fechado.

E, sobre a minha "alma gêmea" profissional, tenho um álibi, ou melhor, acho que nem preciso disto... Apesar de ter lutado com unhas e dentes para me defender, e teria feito novamente se fosse necessário, fiquei sabendo na primeira conversa como colega de trabalho com a garota, de que, quando ligaram para ela, ela já estava trabalhando...

Bem, ela tinha arrumado um emprego antes da resposta da entrevista. Jamais saberei se o telefonema era para dispensar ou contratar.... A verdade é, que nem ela ía querer pois tinha arrumado coisa melhor na época.

Talvez forças sobrenaturais tivessem imposto que não era o momento de nos juntarmos ainda...

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Festa no Atacado



A blogosfera está em clima de festas, parece que o universo blogueiro é em boa parte tomado pelos piscianos. Além do signo em comum, o mesmo prazer em blogar.
Senão vejamos, além de mim que já passei pela data, temos ainda muito a festejar:

- 26 de fevereiro, hoje:
Magui, com sua admirável capacidade contestadora e guerreira, que mostra a que veio, usando mais do que palavras, atos. É aquela que mata a cobra e mostra o pau!
Fer, que posta pouco, mas com uma sensibilidade e textos tão bem escritos que sempre que a visito, perco a noção do tempo relendo-a...

- 27 de fevereiro, amanhã:
Não menos guerreira, admirável, amiga, exemplo de cidadã do mundo, a adorável Grace, que me faz levantar da tristeza mostrando que a vida é muito mais que o próprio umbigo.

- 02 de março:
Lulu, que nos diverte e tira da dura realidade do dia a dia com seus posts sobre o fantasioso e glamouroso mundo das celebridades. Está a fim de novidades? Passe por lá.

- 06 de março:
A querida Flavinha, que me surpreendeu desde o princípio tamanha afinidade que encontrei em teu blog. A mesma posição política, o amor pelos animais e uma alegria tão gostosa que mesmo fazendo complô para que eu coma legumes (argh!) não deixa de ser fofa.

Pois é, o que seria da vida sem os amigos (parentes que se escolhe) para compartilhar a vida? Um feliz aniversário gostoso a estas meninas maravilhosas que mostram que este mundo virtual é mais do que simples palavras eternizadas na escrita, é de relação pessoal, de amizade e confraternização. Beijos!


PS: e um agradecimento especial aos amigos que fizeram questão de deixar escrito o carinho neste blog por ocasião do meu aniversário.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Reencontro comigo mesma

"Encontre um homem que te chame de linda ao invés de gostosa.Um homem que segure sua mão na frente dos amigos.Que queira te mostrar para todo mundo mesmo quando você está suando.Que permaneça acordado só para observar você dormindo.Que te ligue de volta quando você desligar na cara dele.Aquele que te lembra constantemente o quanto ele se preocupa com você e o quanto sortudo ele é por estar ao seu lado. Espere por aquele que esperará por você. Aquele que vire para os amigos e diga “É ela!”."

(Autor desconhecido, se alguém souber a quem pertence me avise para os devidos créditos)



******************************

Andei lendo estes dias, no livro que comprei (1.000 Lugares para Conhecer Antes de Morrer), uma frase de um tal (ainda é um tal para mim, preciso pesquisar sobre) Mark Twain, que dizia o seguinte:

“Daqui a 20 anos você tenderá a ficar mais decepcionado com as coisas que deixou de fazer do que com as coisas que fez.
Portanto, lance fora as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Deixe que o vento sopre suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

Completo o pensamento com uma outra frase, que meu ex professor de portos e obras hidráulicas dizia: “para quem não sabe a que porto quer chegar, nenhum vento é favorável”.

Logo, chego a conclusão que andei sonhando demais e realizando pouco (no aspecto sentimental da minha vida). Andei colocando de lado, aquilo que mais gosto de pregar: ame a si mesmo em primeiro lugar.

Foi o que quase (ou totalmente) deixei de fazer. Acordei a tempo, com uma surra, claro. Meu natal não foi o mais feliz da minha vida, verdadeiramente falando, foi o mais triste...

Mas, redescobri o valor da amizade, aquela que tenta salvar teu dia independente de teus atos (ou ausência de), que numa atitude egoísta em sonhar apenas com o amor, acabei deixando de lado. Tapa da vida, mas que me trouxe de volta à realidade.

(Talvez poucos entendam, mas não posso ser mais clara. Em respeito a terceiros, não entrarei em detalhes).

Mas a questão é a seguinte, mergulhei novamente na depressão. Acho que cismo com a poesia da dor, me encontro, às vezes penso que gosto. Mas dói pra cacete.

Depressão não é só estar triste. Depressão é perder o gosto pela vida, é ficar irritável, agressivo, apático, desesperançoso. No meu caso, alternando estados de extrema euforia (sempre vaga) ou ira com estados de tristeza profunda. Somando com a ansiedade gerada que por sua vez ataca o TOC (transtorno obsessivo compulsivo), onde um dos meus maiores sintomas é com a simetria, no visual e no meu corpo (nenhuma sensação do lado direito pode ser dar ao luxo de não acontecer do lado esquerdo), onde procuro reproduzir um esbarrão, uma cutucada, qualquer coisa em condições idênticas de intensidade. Senão piro mais ainda.

O médico diagnosticou ainda a presença do transtorno bipolar, que é a tal mudança de estado de espírito repentina, citada acima. Juntando a depressão e TOC, sou uma pessoa que mesmo quando estou doente não fico obrigatoriamente triste, enterrada num canto. Mas fico anti-social, tenho idéias recorrentes sobre como seria se eu deixasse de existir, sentimento enorme de culpa, falta de vontade de fazer as coisas mais que mais gosto e mais chorona que de costume. Sem esquecer dos distúrbios do sono (não preguei os olhos esta noite).

Logo, o teste anterior não estava errado. Ele serviu como uma escala pra medir o estado atual da doença. Quero dizer que já aprendi a me cuidar, mas inevitável é fazer com que ela não volte. Já procurei e realizei tratamentos.

Definitivamente, isto não se configura frescura. Mas uma coisa percebi em mim, que em cada tombo da vida, que remexe na ferida (leia-se depressão) e provoca recaídas, trás depois da tempestade um efeito colateral, uma vontade imensa de mudar o quadro (o que é um grande passo) e tentar fazer diferente para não incorrer no mesmo erro...

Desta vez (re)aprendi, a lutar pelo meu sonho, mesmo que custe sofrimento momentâneo, que não mata e evita uma vida mais ou menos, vivendo uma situação que não me agrada e prolongando a tal tristeza, por medo de perder algo (ou alguém). A Carlinha de hoje acordou amanheceu, assim, triste, mas com uma vontade enorme de dar um passo diferente, em direção ao seu amor-próprio. E sabendo a que porto quer chegar...

Obrigada a todos pelo apoio e pelo não abandono mesmo na fase chata (que está passando).
Um grande beijo!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

O que pensam de mim (?)

"Eu acho que a Carla tem muitos depoimentos. Se ela
fosse (raciocínio hipotético) uma criminosa, e tivesse sido presa, ia ser muito
difícil terminar o inquérito policial; levando-se em conta o constante
surgimento de novos depoentes.

Mas mesmo assim eu vou depor a respeito dessa menina,
não digo se a favor ou não, quem que porventura ler esse depoimento que tire
suas próprias conclusões.

Começando: Eu conheci essa menina moça há alguns anos
atrás e logo me identifiquei com ela, talvez pela sua personalidade forte e
única, uma mistura estranhíssima de doçura com toques de azedumes repentinos,
esse azedume talvez seja uma forma legítima de defesa.

Nunca conheci uma pessoa como ela... só ela, na época
que a conheci, era capaz de: juntamente com uma equipe topográfica composta, a
exceção da própria, de homens, desempenhar a atividade de levantamentos de campo
como líder, amassando barro, entrando em matagais por meio de picadas, almoçando
junto com os membros da equipe, isso tudo usando apenas, conforme a situação,
protetor solar ou repelente contra mosquitos; ela acordava de madrugada
trabalhava nesse serviço de maluco e, não sendo suficiente estudava a noite e
aos sábados na FATEC – SP, ainda não achando suficiente, participava de cursos
extracurriculares. Nessa época também os seus pais estavam longe de casa, morava
em Carapicuíba, não me lembro se só ou com um cachorrinho.

Com essa personalidade forte e única, aparentemente de
maneira simples, ela conseguia que todos a respeitassem como pessoa e
principalmente como uma profissional competente. Mesmo com os azedumes
repentinos... conquistou e conquista vários amigos por onde passa.

Para mim ela é um exemplo a ser seguido de pessoa,
profissional competente e mulher determinada; repleta de energia positiva. Quem
não a conhece quando a vê em seu pequeno corpo feminino imagina logo uma menina
frágil, porém quando ela mostra a que veio, por meio de sua inteligência e
determinação o espanto é coisa comum naqueles que estão começando a
conhecê-la.

Isso não acaba aqui, ela tem o horrível vício de fumar
cigarros de cravo. Tomara que um dia ela encerre esse vício tão abominável. A
mistura dos cosméticos que ela usa com o cigarro de cravo é quase insuportável.

Um beijo aqui do seu amigo.

E siga em frente vencedora!" (JHON)



Domingo passado ao ligar o computador, quase chorei de emoção, pois o texto acima faz parte de um depoimento no meu perfil do orkut, recebido neste dia de um amigo da primeira faculdade, justamente quando estava no auge de uma crise de depressão, meio que me achando um lixo e considerando injusto todo e qualquer elogio direcionado a minha pessoa. Até porque, modestamente falando, é tiro certo que todo mundo que conhece esta minha história de vida dizer que sou guerreira, vitoriosa, vencedora.

Mas às vezes, isto soa como obrigação de ser tudo o que falam, de corresponder às expectativas criadas em torno do que pensam sobre mim mesma, principalmente quando estou nas fases de discordar destes comentários.

Eu simplesmente corri atrás dos meus sonhos, mesmo com toda a dificuldade financeira e emocional por morar sozinha. Acreditei em tudo e prometo contar em outros posts um pouco de cada vitória – não para me gabar, mas para mostrar um pouco minha cara, quem sou, o que faço e a que vim neste mundo.

E tirem suas próprias conclusões...

Beijos!

sábado, 7 de outubro de 2006

A iluminada

Já ouviram falar de pessoas iluminadas no sentido de proteção?
Não vou entrar no mérito de encaixar o tema numa concepção religiosa, que não cabe discutir, além de eu até hoje estar tentando me encontrar no que se refere o assunto...
Mas na minha vida sempre aparece uma alma boa para me ajudar quando menos espero... Não sei se devo isto a anjos da guarda, santos, guias espirituais, coincidências, Deus... Estou muito longe de compreender o que ocorre...
Mas creio numa força boa, porque como ia contando sempre aparece um caridoso na minha vida para me salvar.
O J. já disse: “Carla, você tem muitos anjos da guarda, nunca vi isto, até seu mecânico faz por você o que ninguém faz.”.
Pois é, descobri que o que ele faz por mim, é apenas para mim, mesmo. E não é com segundas intenções. Ele, que me conhece desde criança, disse que me ajuda (tipo socorrer na rua, levar no trabalho, consertar o carro sem se preocupar se eu tenho grana para pagar, facilitar pagamento e etc.) porque já passou pela mesma situação que eu: morar só, estudar, ter que cuidar de tudo sozinho e com grana curta – sou universitária, e já dizia o comercial: “universitário é duro”. Diz que admira meu esforço (céus quanta responsabilidade! Ter que corresponder ao que os outros pensam de você é tentar nunca sair da linha).
Continuando a lista de coisas boas: amigos que vieram limpar minha casa pelo simples prazer de ajudar quando os bichos já estavam tomando conta e eu tendo que optar pelo estudo... Vizinhas trazendo comida, pois já sabiam que eu também estava sem tempo de fazer algo além de miojo. Amigo médico psiquiatra cuidando de mim gratuitamente quando eu mais precisei. O Zhé que surgiu do nada como um salvador no dia que atropelei o motoqueiro e ficou comigo o tempo todo (hospital, delegacia). O meu ex-chefe Ebenezer que quando bati meu carro veio advogar em minha causa e me fazer ser ressarcida do prejuízo, e etc. – o etecétera agora é real, e também para não ser injusta tamanha gama de favores inesperados com que já fui agraciada e certamente muitos ficariam de fora ou o blog seria insuficiente...
Somo a isto tudo, a minha mãe, que se pudesse faria ainda mais que o impossível, mais do que já faz: já mandou comida, dinheiro, amor...
Enfim, não posso negar, a vida sempre cuidou bem de mim.
Juro que não pratico maldade “de graça”, nem sou dada à vingança (excluindo no trânsito, “óbeveo”). Minha mãe diz que sou trouxa, na verdade eu acho que sou boa (sem ser modesta) e acredito na bondade humana... Mas, quando menos espero, assisto de camarote alguém que me fez mal pagar na mesma moeda e por vezes com juros, isto sem eu ter movido uma palha – palavra de escoteiro.
E, depois, não vou dizer que sou iluminada (ou qualquer outro sinônimo)?Isto porque não mencionei o presente de Deus na minha vida, tão falado em outros posts, meu amor...
Por estas e outras, altos e baixos, alegria e depressão (eitcha bipolaridade!) tenho certeza que sou feliz e sempre repito o mantra-pára-choque-de-caminhão: “Tudo dá certo no final e se não deu certo é porque o final ainda não chegou”.

Texto de charlatã profissional, mas é o que sinto, rs.

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Criando vergonha e realizando sonhos

Resolvi postar outra vez depois de assistir mais um capitulo da novela (ê vício) e visitar minha princesinha Gabriela, filha da minha melhor amiga Lu, que faz um aninho amanhã cada dia mais linda, fofa, perfeita, rica... E pensar que no desespero da noticia eu cheguei a querer que ela não viesse a existir... Graças a Deus só pensei e me arrependo de no auge da loucura ter deixado uma besteira destas passar pela minha cabeça.
Eu simplesmente amo crianças.
E, por falar nelas, ontem foi aniversário da Luísa, filha da minha outra melhor amiga, a Fá, sua bebê, a fofurinha como ela diz, veio em uma situação totalmente diferente, ou "certa", como dizem as pessoas por aí... A Fá já estava casada (me emociono até hoje só de lembrar de seu casamento, foi a primeira de minhas amigas que presenciei a verdadeira cerimônia do matrimônio). Mas não fui na festinha dela porque elas estão lá em Viçosa – MG.
Em situações totalmente diferentes, pude acompanhar um sonho que até hoje não realizei: filhos. Escolhi outro caminho, estudar, estudar...
E, por falar em estudar, comunico aqui que vou parar de escrever com tanta freqüência no meu blog. Criei vergonha na cara, ainda que tardia, e voltarei com vontade ao TCC – agora é para valer. Acabei de ler um texto legal e vou escrever por um outro caminho (talvez mais interessante), e que meu orientador tão maravilhoso não me leia, mas acho que agora eu "pulo" para a terceira página da monografia, entrando de cabeça e trocando os horários "livres" pelo dever que me chama.
No fim, tenho certeza, poderei dizer e escrever como uma brilhante e autêntica engenheira, desculpa aí, rs.
Beijos e obrigada a todos que fizeram a "caridade" em comentar nos posts passados, fiquei muito feliz e sei que, pelo teor das mensagens, vocês leram com carinho este meu humilde blog.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Farsa, filosofia barata, charlatanismo e etc...

... e viver continua sendo estranho. Nem estou tão velha assim e já perdi a conta nos dedos de gente que eu conheço que se foi, digo, morreu mesmo.
Gente da minha idade.
Deixou de existir de uma hora para outra...
Até namorado eu já perdi.
Hoje foi mais uma pessoa que eu conhecia, uma garota.
Mesmo ela não fazendo parte do meu círculo social (quase extinto dada a infinidade de afazeres desta minha vida), uma notícia de morte sempre mexe com a gente.

E tem os sopros de vida nova no ar também, fazendo com que eu fique filosofando (charlatanamente, diga-se de passagem) ... Porque acabei de vir da casa da Lu e fiquei um tempão com a Gabriela, a bebê adorada filha da minha irmã adotiva por opção nossa.
Comprovei mais uma vez com a Gabi, a eficácia da Lei de Murphy: tente fotografar uma criança e ela não ficará quieta, tente filmá-la e ela será como uma múmia petrificada. Tentei fotografá-la....

E, por falar em charlatanismo, cada dia que passa eu começo a acreditar mais na verdade de eu ser uma farsa.
Eu sou uma farsa, até para mim.
Fico me culpando por saber que os outros me admiram, me acham guerreira, vitoriosa, estudiosa e todos os etecéteras - tá, tudo bem, não é fácil viver sozinha há oito anos em SP e conseguir terminar a segunda faculdade, ter sido reconhecida no emprego e ainda dar o gosto aos meus pais da filha deles ter uma vida decente e não ter engravidado sem casar...
Mas, escrevi apenas duas folhas (sem revisão ainda) do meu TCC apesar de ter feito um monte de pessoas viajarem na minha empolgaçao ao falar sobre meu tema...

Além de charlatã convicta acho que sofro de escapismo, se é que é possível alguém sofrer disto. Se não for, já deixo corrigido, não sofro, o que costumo mesmo é praticá-lo...

E a quem interessar possa: recebi meu primeiro e-mail resposta em inglês que prontamente teve sua tréplica.

domingo, 6 de agosto de 2006

Saudades e coincidências: é a vida!

Meio perdida. Sinto que meu norte foi parar na Argh, digo, Argentina.
Meu amor foi para lá, acabou de ir... O Jossano vai ficar um mês estudando naquela terra. E eu, neste momento, sem rumo.
Engraçado! Já esperava por isto, sabia que ia acontecer e fico assim...
Mas acho que vai passar. Nada como uma bela segunda-feira, retorno à vida real e ao trabalho.
É, taí, o ócio do domingo faz isto... Mas tem o amor também, não posso negar.
E o amor, as vezes, é egoísta querendo o ser amado sempre perto de si e quando não dá... Deixa pra lá...

A vida é engraçada mesmo, e surpreendente.
Quinta-feira passada trabalhei o dia todo com uma pessoa que não conhecia e veio de fora para implantar um novo sistema nos computadores lá do residencial.
No final do expediente, falando sobre o novo site e possíveis fotos e etc. veio o papo do orkut.
Que o condomínio tem uma comunidade feita por mim.
Esta pessoa, o Márcio, entrou lá, entrou no meu perfil e descobriu que nossos blogs têm o mesmo template.
Caraca! Já era uma coincidenciazinha considerável. Existem milhões de temas a serem escolhidos... Fucei sua página, logo de cara descobri que ele é amigo de uma amiga, a Cida, que acabei de reencontrar e outras coisas em comum.
Resultado: uma amizade que parece ser de infância, conversas no msn até as duas horas da manhã e tentativas de entender html em conjunto!
Adorei te conhecer Márcio. E adorei seus textos. Ah, assisti ontem Zuzu Angel no cinema, que por sinal estava vazio – confortável de assistir e desconfortável de saber que o filme, que estava no segundo dia de exibição, tinha uma sala daquele jeito. Recomendo que vejam e lotem as salas.

E, Carolina, preste atenção: maior que tudo no mundo é o meu amor por você.