domingo, 24 de fevereiro de 2008
31 anos
Dinheiro não tem hora para precisar entrar, sempre precisa.
Desenhos, traçados, apaga, desenha, pesquisa, salva.
Uma área de lazer.
Campo de futebol, quadra poliesportiva, quiosque com churrasqueira.
Ainda no mundo virtual da tela do computador.
E eu aqui... No meu mundo real. Idade real.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Um ano
Meu bloguinho faz um ano. Hoje, dia 28, e não dia 18 como eu estava achando...
Pensamento clichê: "como passa rápido!". Mas, passa mesmo, nem senti... E, tentando fazer um balanço do último ano, vejo que passei por emoções dignas de uma vida inteira (sim, sou sensacionalista).
Sorri, chorei. Terminei namoro, voltei. Tive crises depressivas, TOC's, melhorei (estou tratando). Terminei a faculdade de engenharia. Mudei de emprego. Adotei um gato. Troquei de carro, de camera fotográfica, de celular. Fiz barracos, arrumei amigos. Visitei a família em Natal e conheci lugares pitorescos...
Na blogosfera, descobri um mundo maior do que eu poderia imaginar quando resolvi ter um lugar na net para escrever meus devaneios. Conheci amigos, daqueles quase que reais - uma coisa inimaginável antes disto.
Enfim, me viciei. E, apesar de passar por uma fase de correria na vida, cada dia mais tenho certeza de que não conseguirei abandonar isto aqui.
Parabéns para meu analista: "1,65m de Sol"!
terça-feira, 17 de abril de 2007
Parabéns para Ela
Meu amigo virtual é diferente...
Ele não olha nos meus olhos,
Ele vê meu coração...
(Autor desconhecido)
E eu tenho um amigo destes, que faz aniversário hoje, e como nunca vou conseguir escrever palavras à altura de seus textos, deixo apenas meus singelos e sinceros votos de felicidade e um convite a todos (na cara de pau mesmo!), que passem por lá e deixem seu beijo também!
Felicidades Yvonne e um beijo com amor!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Festa no Atacado

Senão vejamos, além de mim que já passei pela data, temos ainda muito a festejar:
- 26 de fevereiro, hoje:
Magui, com sua admirável capacidade contestadora e guerreira, que mostra a que veio, usando mais do que palavras, atos. É aquela que mata a cobra e mostra o pau!
- 27 de fevereiro, amanhã:
Não menos guerreira, admirável, amiga, exemplo de cidadã do mundo, a adorável Grace, que me faz levantar da tristeza mostrando que a vida é muito mais que o próprio umbigo.
- 02 de março:
Lulu, que nos diverte e tira da dura realidade do dia a dia com seus posts sobre o fantasioso e glamouroso mundo das celebridades. Está a fim de novidades? Passe por lá.
- 06 de março:
A querida Flavinha, que me surpreendeu desde o princípio tamanha afinidade que encontrei em teu blog. A mesma posição política, o amor pelos animais e uma alegria tão gostosa que mesmo fazendo complô para que eu coma legumes (argh!) não deixa de ser fofa.
Pois é, o que seria da vida sem os amigos (parentes que se escolhe) para compartilhar a vida? Um feliz aniversário gostoso a estas meninas maravilhosas que mostram que este mundo virtual é mais do que simples palavras eternizadas na escrita, é de relação pessoal, de amizade e confraternização. Beijos!
PS: e um agradecimento especial aos amigos que fizeram questão de deixar escrito o carinho neste blog por ocasião do meu aniversário.
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Sonho/Realidade
Como seria o dia ideal do meu aniversário de trinta anos? Porque aniversário é aniversário e, para mim, datas têm significado especial. Mesmo que eu faça um ar blasé e diga que não me importo. Quem me conhece sabe que me importo sim.
Pois então, o dia do meu aniversário ideal seria assim: acordaria tarde, para ter brilho suficiente na pele para poder curtir a noitada.
Ficaria em casa, receberia alguns poucos e bons amigos. Os mais próximos, no sentido geográfico.
Teria feito a sobrancelha.
Navegado um pouco na internet, sozinha em casa, do jeito que eu gosto. Antes dos amigos chegarem. Teria descoberto alguma novidade, um carinho de alguém por mim. Teria tido tempo de responder pessoalmente a todas as felicitações de aniversário via Orkut.
Enviaria e-mails desencanados, de última hora, convidando aqueles que moram mais longe, para um bar legal.
Convidaria também aqueles que me ligarem, convidaria a melhor amiga dando um jeito de arrumar alguém para cuidar de seu bebê, além de carona cativa comigo lá no carro do namorado. Que viria antes do anoitecer e me esperaria colocar o vestido novo, guardado para esta ocasião.
Usaria alguns dos cosméticos que provavelmente eu ganharia.
Teria comemorado alegremente a virada de década na minha vida num dia especial com 25 horas.
(Se você que chegou até aqui decidir parar de ler, desculpo por antecipação. Este post, destas linhas em diante, é totalmente “diárinho”, no qual desabafo como foi meu dia. Escolho meu blog pra isto porque quando o criei, queria ter a liberdade de ter um local para escrever besteiras, novidades, coisas legais, pirações da mente e, principalmente, desabafar em ocasiões como esta. E como já ocorreram em outras vezes, não é necessário ler. Nem ficar com dó, ou preocupado, apenas entender que no meu espaço, sim hoje pelo menos isto, meu espaço, eu o usei para aliviar a alma.)
- A realidade:
Acordei cedo. E dormi mal. Naveguei na internet, postei no blog, comentei em alguns.
Recebi telefonemas, de parentes. Posteriormente visita surpresa. De uma tia e de uma prima (esta que há anos não via). Sinceramente, para quem anda pouco sociável e chegou ao cúmulo de desligar o celular e não atender telefonemas um dia antes porque não queria contato com o mundo, este não era propriamente o tipo de visita que eu desejava.
Ter que fazer sala, tratar bem, não ter tempo de banho, sorrir, não tirar a sobrancelha, não poder enviar os programados e-mails nem convidar os amigos dos telefonemas.
Oras, eu tinha visitas.
Fazer comida. Ajudar a localizar a fôrma no fundo do baú porque minha tia gostaria de me fazer um bolo (sem farinha, para quem não pode comer glúten, um achado, e eu posso comer glúten).
Sim, estou altamente intolerante.
Apertar o power do computador e antes mesmo de sentar em frente à tela, ceder o lugar à sua tia que na cara larga senta dizendo que ia ficar só um pouquinho, para esta enviar um scrap para mim mesma de feliz aniversário e ficar olhando as fotos do meu álbum pacientemente na internet.
Recebi alguns amigos queridos, que me trouxeram cosméticos. Mas estes não pude deixar à vontade. Tinha visitas de cerimônia: a família.
Preparei alimentos, destrinchei o congelador, pouco tinha a oferecer à pessoas do nível parentes que podem pensar que por você morar só e não fazer comida é irresponsável. Talvez nem pensem, mas dado o grau de não intimidade, melhor não fazer feio.
Daí que chegou a noite, as visitas ainda em casa, e não sonhando que meu mais íntimo desejo desde o meio dia era a paz da solidão, acho eu que estavam com dó de me deixar sozinha, porque o namorado ainda não tinha aparecido, falaram que iam embora, por educação disse: “assistam a novela, depois vocês vão”.
Bingo! Assistiram a novela.
Horário em que o namorado chegou.
Este, um caso à parte, seu carro entalado na oficina. Ele que precisa do automóvel, está sem casa, quase sem emprego e com o mestrado tendo que ser defendido... Bem, seria injustiça exigir que ele abandonasse tudo para ficar comigo no dia do meu aniversário. Ajudar a fazer sala para as minhas visitas enquanto eu faria os poucos telefonemas de última hora.
Sem tempo para e-mails.
Eu sem tomar banho, cabelo num coque, suada porque é verão e o ar condicionado do planeta está ligado no quente. No máximo.
A Carla, entre sorrisos com as visitas, que se avolumaram na sala para ver a novela, idas a cozinha preparando os últimos salgados e espetinhos... Uma choradinha escondida.
Fim da novela, literalmente, as visitas se foram. Eu lavei a louça.
O namorado cansado, cheio de problemas, dormiu no sofá.
Peguei um livro, deitei na cama.
Visualizei as duas meias noites do meu querido aniversário passando. Pronto, acabou.
Não saí. Tomei banho.
Pensei em como sou infeliz.
Chorei de verdade. Com vergonha de mim. Vergonha dos outros, vergonha de ser triste de causar pena ao ter que assumir para todo mundo, ao ser questionada amanhã, em como foi o dia, e eu não ter coragem de dizer: “uma bosta”.
O namorado para se desculpar, contou os problemas. Eu não briguei, mas também não fiz papel de namorada. Culpa.
Culpa por saber que minha tristeza foi por mim causada. Culpa por não ter forças para acalentar a alma do ser que amo.
No dia do meu aniversário.
E a melhor amiga, também não ligou.
Sonho que se sonha sozinho, continua sendo sonho.
(Desabafei... Um passo para eliminar o buraco enorme do peito e o nó na garganta que nem os remédios para depressão curam, porque o vinho, ah, o vinho já cortou o efeito...)
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Trinta anos
Hoje é meu aniversário, e o dia terá 25 horas. Eu que sempre quis um dia com horas a mais, para dar tempo de fazer tudo e poder dormir mais, terei hoje...Mudança de década. Finalmente uma balzaquiana. Já?
Deveria fazer reflexões, balanço e afins... Deveria? Na boa, nem ao menos programei como será meu dia. Deixa rolar, talvez um bar à noite, com alguns amigos, aqueles que ligarem e quiserem ir... Talvez...
O bom de fazer aniversário é que além de teoricamente ser o seu dia de estrela, ainda ganhamos de quebra o fim do inferno astral! Que eu acho que não tive, pelo menos não senti!
Mas, ah se eu pudesse imaginar como seria minha vida com trinta anos. Antigamente (velho que tem isto de “antigamente”). Então, antigamente eu achava que com esta idade seria tudo diferente do que vivo hoje: casada, com filhos, carro, emprego, cachorro no quintal.

Ainda bem que não é.
Não sou casada, não tenho filhos. Mas tenho pais maravilhosos, uma irmãzinha linda, ótimos amigos e pude ir além do que imaginava no âmbito profissional. Tenho carro (não é o último tipo, aliás, descobri que o apelido dele na oficina é Caveirinha, rs) e tenho uma cachorra, no quintal da minha mãe.
Enfim, não ia fazer balanço e acabei escrevendo isto. Não se assustem se daqui pra noite eu programar uma festa, porque esta sou eu, inconstante, bipolar, seja com 10, 20 ou 30 anos.
Feliz aniversário para mim!
PS: além de ter 25 horas, o meu dia caiu em um sábado e fora do feríado de carnaval.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Aniversário do meu pai sem homenagens aqui e nossas semelhanças
Explico: conheceu o endereço do meu flog e, numa época em que desembestei a falar de uns sentimentos, ele quase surtou de preocupação – mandou que minha mãe me ligasse imediatamente desesperado e impotente, “lá longe”. E, como este 1,65m de Sol foi criado com o intuito de poder escrever tudo o que quero, por uma questão de amor e preservação de sua tranqüilidade, não contei deste espaço.
Mas lá, no endereço “antigo” será postada uma foto e palavras de carinho, para aquele ser que foi o meu herói quando criança, às vezes temido na adolescência e admirado hoje, na minha fase adulta (?).
E como somos, né? A cada dia que passa me sinto mais parecida com ele, principalmente no “jeitinho” de dirigir.
Falando nisto, e mudando de pato pra ganso, permitam-me confessar, odeio lerdos em minha frente e desejo muitas vezes um tanque de guerra super veloz (mas Deus não dá asas pra cobra, ainda bem). Outras considerações:
- O que explica aqueles seres com um motor potente (acima de duas mil cilindradas) em sua frente, na faixa da esquerda andando a 20 km/h, que nunca dão passagem e ainda fazem sinal “de passar por cima” mesmo que tenha dez mil faixas à sua direita pra deslizar com seu automóvel em ritmo de desfile de sete de setembro?
- Gente que não dá seta me faz perder a cabeça também.
- E kombi’s e utilitários brancos que me perseguem, sempre estão em minha frente em local que não posso ultrapassar. Lá vou eu por quilômetros em velocidade de funeral, só faltando acender os faróis em sinal de condolências.
- Motoqueiro é outra raça: quando querem ultrapassar tiram “finas” que assustam, mas quando você está atrás deles numa velocidade maior, eles teimam em ficar bem no meio da tua frente ocupando mais espaço da faixa do que uma Jamanta tamanho extra largo. Juro que dá vontade às vezes de dar um beijinho na bunda da moto, ah dá!
- E homens, (sem generalizar, apenas experiências da minha vida real) que quando percebem que a ultrapassagem foi realizada por uma mulher, rebelam-se e tentam reconquistar a posição de “primeiro colocado” na frente novamente?
- Ou, os seres motorizados que nas chamadas lombadas eletrônicas que induzem a redução de velocidade à 60 km/h, passam por lá todos os dias, a quase 10 Km/h de lerdeza? Senhor paciência!
- Fora os adolescentes metidos à playboys que rebaixam seus carros e depois não podem se dar ao luxo de dirigir convenientemente em cidades esburacadas como São Paulo ou Carapicuíba. Com estes eu grito pra mim: “%$#@#@, sai de dentro desta @!$%, põe o carro na cabeça e anda”. Parecem que não pensam!
Mas não pensem que sou um exemplo de como não ser cidadã, sei parar para um pedestre, dou “passagem”, respeito semáforos, dou setas, não paro em local proibido, nem vaga de deficiente e adoro dar caronas. Enfim, apesar de nervosinha, sei respeitar as regras e fico PUTA, apenas com quem não faz o mesmo. Pois é, tal pai, tal filha!
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Satisfação e Felicitações
Espero que esta madrugada eu possa visitar todo mundo.
Já "virei" engenheira e estou bem, mesmo depois de toda lamentação publicada anteriormente.
E, antes de me despedir, quero deixar um beijo especial a linda Marília, que está fazendo aniversário hoje e já faz parte daquela turminha de amigos especiais feitas aqui, na blogosfera.Parabéns linda!
sábado, 2 de dezembro de 2006
Pessoinha Especial
(Nem que eu tivesse trezentos TCC’s, nem que estivesse acabando o mundo ou chovendo canivetes eu deixaria de postar hoje).
Mesmo que eu nunca venha a ter um filho saído da minha barriga nesta vida, posso dizer que já realizei o sonho de ser mãe.
Há 16 anos, em um domingo de sol, nascia minha amada irmã Carolina. Lembro-me do dia, estava quente como hoje. Ela veio sem esperar o almoço ficar pronto e sem esperar minha vizinha que desembarcava no aeroporto de Cumbica trazendo um doce de caju. Doce que minha mãe deu a luz desejando... (A Carol tem um cajuzinho no queixo).
Eu, com 13 anos de idade tinha nela a minha boneca, o bebê “de verdade” que eu sempre quis, a filha de mentirinha.
Carregava-a a todos os lugares, decidia que roupas ela usaria (ao três anos ela já tinha sua calça boca de sino), escolhia o tema e os enfeites de seus aniversários.
Aos oito anos ela “foi embora” junto com minha família para Natal, sofremos nós duas.
Nas férias da escola ela vinha me visitar, sozinha. Ficava em casa enquanto eu trabalhava, e olhar aquela coisinha dormindo, me fazia sentir pena de todas as mães que têm que trabalhar e deixar seus filhinhos em casa.
Aprontava também, trazia vira-latas da rua, bagunçava meu guarda roupas. Mas, me alegrava ao extremo, como no dia em que eu pude vê-la na rua brincando na hora que eu chegava do trabalho e correu pros meus braços: “Carlinha, você veio!”, feliz porque eu havia dito pela manhã que não sabia se conseguiria leva-la à faculdade comigo.
Passeávamos nos finais de semana. Eu era toda parques, junk food, pokemon, Castelo Ra-tim-bum.
Passou tão rápido, da qualidade de bebê foi promovida à irmã mais nova, com direito a adjetivos do tipo melhor amiga, companheira, cúmplice.
Mesmo morando longe (3000 km) e nos vendo uma vez ao ano, é uma das pessoas que mais sabe o que acontece na minha vida, o que sinto, de quem gosto, o que passo.
A internet ajuda a atualizar o amor (e as briguinhas), nos falamos pelo menos uma vez ao dia. Trocamos dicas, novidades, idéias, segredos.
Porque nem a distância geográfica que impede ações como o abraço, limita o sentimento.
Desejo que ela seja a pessoa mais feliz do mundo para sempre. Porque é uma pessoa que eu amo demais. Porque é um pedacinho de mim que veio de fora.
Feliz aniversário Jeriquinha!