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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Show do Whitesnake (eu fui, de novo)!


Passei o final de semana todo pensando nisto: o show do Whitesnake.

Ver novamente, depois de 19 anos, uma das bandas que eu mais gosto e que ainda está na ativa (e eu já tinha este mesmo pensamento, naquela época) é sem palavras o bastante para descrever....

Sabe, ver o cara que você curte, ao vivo e a cores, a menos de, sei lá, 10/15 metros, cantando as musicas que você ama???

Parece surreal, parece que eu estava vivendo um sonho!




Mas aconteceu, sim!

Eu sei... eu estava lá.

E, hoje, com quase 20 anos depois do primeiro show deles (que eu mal me lembro porque era v1d4 lok4), mesmo lembrando de tudo, é difícil acreditar.

Ainda bem que agora eu tenho fotos no meu celular e um pequeno vídeo (que fiz mesmo sabendo que me poderia perder parte do show - por isto poucas fotos e quase zero vídeos) para me fazer lembrar, realizar e deixar registrado que realmente aconteceu!





Set List Whitesnake Greatest Hits World Tour 23/09/2016 - Citibank Hall São Paulo - SP:

Bad Boys
Slide It In
Love Ain’t No Stranger
The Deeper the Love
Fool For Your Loving
Ain’t No Love In The Heart Of The City / Judgement Day
Slow An’ Easy
Crying In The Rain
Is This Love
Give Me All Your Love
Here I Go Again
Still Of The Night
Burn

Sim, ele tocou Burn!!!


domingo, 12 de agosto de 2012

Não sei dar amor enquanto espero amor

Quando eu fico triste eu fico incapaz de dar amor…

Não sei se me acho indigna de tal ato, sei lá… Parando pra pensar agora eu acho que fico mesmo incapaz de fazer qualquer coisa.

Quando eu estou triste não é uma constante. Eu estou triste, mas tenho momentos de alegrias, seja por estar em algum lugar legal, fazendo um trabalho que gosto… Fico feliz, mas ESTOU triste. E quando o momento passa, volto a ficar triste.

O que me deixa mais triste são minhas ilusões do amor.

(Não caro leitor, não é o suposto “amor” psicótico do passado, estou em outra)

Mas acho que tenho algum defeito de amar. Ou amo demais. Ou tenho dedo podre para ficar nesta eterna luta de esperar reciprocidade em sentimentos.

Sentimentos que sinto que quando sinto que são de verdade. Mesmo que duvidem. Eu sei o que estou sentindo. Saco.

Resumindo, de maneira bem simplória, vou contrariar todos que dizem que devemos ser felizes sozinhos para sermos felizes acompanhados: não consigo me ver feliz se estiver sozinha.

Aí vem a desgraça na vida, na minha, diga-se de passagem, estou sempre esperando.

Porque não sou a chata, a pegajosa, nem aquela que só diz que vai beijar o cara se tiver uma aliança no dedo. Não sei bancar a difícil. Se eu sinto, as pessoas (ou a pessoa) ficam sabendo e foda-se.

Acho que não sei jogar.

E fico pensando que se eu fosse estas moças vadias que só agem por interesse, que jogam e trapaceiam no amor, mas estão sempre com alguém legal rastejando aos seus pés… Então, será que eu faço errado?

---

De qualquer maneira, hoje me sinto triste. Mesmo tendo recebido uma visita.

Talvez os filmes de amor que assisti e os romances que li tenham me estragado. Talvez eu seja assim de nascença mesmo. Mas uma visita de uma pessoa que poderia estar na PQP ao invés de estar comigo não foi o suficiente.

Faltam as palavras. O brilho no olho. O abraço inesperado (que no fundo sempre espero). Falta o pedido de “vamos ficar juntos de verdade?”.

Talvez a forma de amar do outro não seja tão efusiva quanto eu gostaria que fosse. Mas cansei desta vida de ter que adivinhar se passar tempo comigo é interesse real em mim…

Cansei de ter que compreender que as pessoas são diferentes e talvez tenham tempo de resposta diferentes. Mas que cacete, por que é tão difícil encontrar um amor que venha no tempo certo?

Sei lá, se eu gosto eu gosto, por que as outras pessoas precisam racionalizar os sentimentos?

Isto me deixa triste.

Tão triste que coisas banais me deixam mais triste ainda.

Como, por exemplo, mesmo sabendo que minha irmã amada está feliz curtindo sua noite de sábado nos EUA com seus amigos, fiquei triste porque as fotos da alegria dela estão sendo publicadas com uma camera que poderia ser melhor. Que eu queria que ela tivesse agora. Porque eu queria que ela tivesse tudo de melhor no mundo…. Mesmo que ela nem esteja dando bola pra este detalhe das fotos.

E também fico triste com o amor que não consigo dar enquanto espero o amor que quero ter.

Como por passar tanto tempo sem falar com meus pais.

Simplesmente eu evito ligar para aqueles para quem eu não consigo mentir. Vou mentir felicidade enquanto meu coração tá pequeninho?

E olha, estou com saúde, estou “trabalhando”, meu carro não está quebrado… No geral tá tudo ok. O que seria importante para eles. Mas estou com uma puta dor de cotovelo.

Só que amanhã é dia dos pais e será inevitável não ter que ligar para o meu.

E aí eu fico lembrando de como ele deve estar tão triste como eu por esperar o amor do outro. E, neste caso, quase um crime: um pai não deveria esperar o amor da filha.

Que impasse!

Sou a filha-decepção, que se sujeita a trabalhar de graça para ter a graça de estar perto de quem estima, mas não telefona para os seus pais porque sabe que se escancarar suas escolhas será uma decepção para eles.

Mesmo sabendo que tem pais maravilhosos que não a julgam, aceitam e apoiam a filha quando ela corre precisando de colo porque mais uma vez fez merda por pensar com o coração.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eu ainda acredito na bondade humana

Posso dizer que sou uma pessoa meio Anne Frank. Sabe, ela estava lá escondida dos nazistas, comendo o pão que o diabo amassou e, ainda assim, acreditava na bondade humana. Acreditava, apesar de tudo.

Sou assim. Me ferro, me lasco, me machuco, mas sempre acho que as outras pessoas são diferentes das anteriores.

Em todos os sentidos.

E hoje estou falando do meu lado profissional e pessoas que vivem no meio em que trabalho.

Há dias em que quero jogar tudo para o alto. E, na maioria das vezes, quero jogar tudo para o alto por causa de “gente” e não por não estar feliz fazendo o que faço (assumo minha parte da culpa em depositar expectativas em terceiros, em não dar bola para intrigas e fingir que não existe inveja, por exemplo).

Pelo contrário, amo com todas as minhas forças “transformar sonhos em concreto”. Pode ser uma casa de cachorro, um conjunto habitacional ou até mesmo uma caixa d’água. Realizo-me em saber que contribuo para que algo concreto (mesmo que seja de outro material, rs) saia do papel.

Enfrentar os problemas e os empecilhos do dia a dia. A entrega que não veio, o caminhão que quebrou atrasando todos os planos do dia (e semana)…  Alterar um projeto no meio do caminho porque algo na hora da execução saiu diferente do planejado.

Enfim, nada disto me incomoda. Pode cansar mentalmente. Mas é o cansaço gostoso do sentir-se viva e parte de uma realização. O cansaço de quem levanta da cama todos os dias pra “fazer algo”. Principalmente porque visto a camisa e sei que conseguiremos vencer os obstáculos dando sempre nosso melhor.

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Não faço nada sozinha. E gosto de ser equipe. Só me entristece quando esta equipe não trabalha na mesma sintonia.

Aí sim tenho vontade de pular fora. E, na loucura de virar a mesa, chego a cogitar a mudar de área. Mas são sempre pensamentos insanos de um cansaço de quem dá soco em ponta de faca.

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Mas hoje, especialmente hoje, gostaria de deixar registrado que foi um dia, a despeito de todos os acontecimentos de um passado muito recente, em que estou cansada (fisicamente), mas feliz e realizada.

Incluo aí a realização do reconhecimento profissional. E, veja bem, não é reconhecimento financeiro – se fosse isto, nem estaria onde estou hoje – tampouco de elogios diretos, é um outro tipo de reconhecimento.

Reconhecimento por ser ouvida e levada a sério nos seus conceitos e preocupações. Por perceber que sou alguém crível naquilo que acredita e naquilo que vem fazendo.

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Hoje vou dormir esperançosa e acreditando mais na bondade humana.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

My second life

Gostaria de avisar que se engana (e MUITO) quem pensa que sabe tudo sobre mim ao me seguir nas redes sociais, blogs e afins.

Pode parecer que gente como eu adora exposição, e não é um fato de todo distorcido, mas gosto de exposição para o meu blog, para minhas fotos, para meus textos e até tuites de cunho pessoal – mas são sempre sobre coisas que eu quero que saibam. Coisas que escrevo com total consciência de se tornarem públicas.

Mesmo as merdas no ventilador (que já joguei por aqui) não serão jamais totalmente conhecidas de quem não faz parte integralmente da minha vida (no sentido mais literal que puder existir).

Então, o que quero deixar claro é: minha vida é de certa forma pública, mas só naquilo que eu permito (e quero) que saibam.

Ninguém que me segue sabe o quanto ganho ou o nome do meu chefe, por exemplo. Podem saber que ganho pouco/muito ou que meu chefe é chato/legal… Mas nunca mais do que isto!

Podem saber a cor do meu batom preferido, mas jamais saberão a cor da calcinha que uso (se é que uso calcinha, ou cueca, ou ceroulas…).

Podem saber que estive na balada X no dia Y, mas jamais saberão, apenas me seguindo na internet, de quem era a boca que eu beijei (e se beijei).

Existem limites.

Sejam reais ou virtuais há os seguidores e os amigos.

Amigos que podem ser reais ou virtuais que, independentes de estarem separados por duas casas na mesma rua ou por uma banda larga de internet, sabem que são amigos. E saberão sempre o que for conveniente saber. Sem precisar imaginar, stalkear ou contar com a fofoca alheia.

Os demais, por mais que eu tuite de onde estou, que roupa nova comprei na liquidação ou a dor de barriga que tive no dia, saibam que só sabem de mim aquilo que permito que saibam.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei nem o que falar

Nem vou transcrever, vou colar mesmo! (Clica que amplia)

contato

Eu perdi um filho com quatro semanas de gestação em 2010, pelos mesmos motivos emocionais citados da atual suposta gravidez – diante do histórico, não sei se posso acreditar na palavra da pessoa.

Eu perdi 7 anos da minha vida, por acreditar nas milhares de promessas.

 

Alguém veio pedir desculpas?

Alguém veio saber como estou?

Eu não tenho marido e nem família perto de mim. Quando perdi meu filho, sofri sozinha.

Hoje, com toda a dor inominável que sinto, a dor que rasga a alma e me faz sentir vontade de me jogar na frente de um trem, a dor que não me deixa comer, a dor que não me deixa dormir.

A dor que não me deixa sequer limpar a minha casa há varios dias.

Com a minha dor ninguém se preocupa?

Com minha saúde, com meu estado emocional.

E ainda tenho que ouvir que eu passei dos limites? E que tenho que pedir desculpas!

Para mim, passar dos limites foi: brincar com minha vida, com meu maior sonho, destruir todo a esperança que eu tinha no amor, no coração de uma pessoa romântica, que ama com o mais fundo da alma, me fazer perder a fé em Deus e mais muitas outras coisas que a dor e emoção não me deixam nem listar…

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Descobrir que aquela pessoa a quem você deu uma segunda chance, a quem você abriu seu coração, que você perdoou, que te encantou, e até há alguns DIAS, planejava casamento, pois acreditava na verdade de serem um o amor da vida do outro. Isto não machuca?

Ver a pessoa que você amou casando com outra, paramentado de noivo, com OUTRA noiva que não você, apenas TREZE dias depois de ter dormido contigo, jurando amor eterno e sincero. Isto não causa transtorno emocional?

Tenho medo até que seja irreversível.

Ver aquelas fotos foi enlouquecedor. A dor, o desespero… Uma dor que parecia que só a morte ia me curar…

 

Até hoje, ninguém veio perguntar como eu estou, ninguém veio me pedir desculpas por ter desgraçado toda a minha vida emocional que está refletindo em todos os outros aspectos: trabalho, saúde. E meu financeiro? Sou eu que me sustento, moro sozinha… Ninguém está preocupado com isto. E eu tenho que arrancar forças das entranhas para levantar e trabalhar… Mesmo com toda a dor.

E mesmo com toda a dor eu que tenho que pedir desculpas, eu que passei dos limites…

E como se não bastasse a noticia do casamento, tenho que ler que a pessoa dei todo o meu amor, vai ser pai, mas não dos nossos futuros “cabecinhas”. Vai ser pai com o outra. E só a dor dela importa…


UPDATE: Se alguém merece processo aqui não sou eu. Se mais um filho morrer, veja bem, MAIS UM, a culpa é de uma única pessoa, que devastou a vida de pelo menos duas. Ainda que de forma culposa.

Em tempo, todas as pessoas relacionadas são relacionadas na história. Todos tem tudo a ver com a história. Eu não vivi esta mentira sozinha. Alias, foi por não estar sozinha nesta história de amor, que ela se transformou numa farsa.

sábado, 12 de novembro de 2011

Mentes Perigosas

Queria compartilhar alguns trechos do livro que estou lendo, e acabei “achando” um texto da Juliana (Dicas Blogger) reproduzindo exatamente as MESMAS partes que eu gostaria de digitar.

Este blog aqui tem sido meu caderninho de anotações, que acaba deixando registrado, “para sempre”, momentos pelos quais estou passando, nem que seja apenas para falar sobre o livro que estou lendo. E sim, sou uma parte da população que já cruzou com um tipo destes (e hoje tenho consciência disto).

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Este livro discorre sobre pessoas frias, insensíveis, manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, culpa ou remorso. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das pessoas: aquelas a quem chamaríamos de "pessoas do bem". (…)

Por serem charmosos, eloquentes,"inteligentes", envolventes e sedutores, não costumam levantar a menor suspeita de quem realmente são. (..)

A parte racional ou cognitiva dos psicopatas é perfeita e íntegra, por isso sabem perfeitamente o que estão fazendo. Quanto aos sentimentos, porém, são absolutamente deficitários, pobres, ausentes de afeto e de profundidade emocional (…)

Os psicopatas em geral são indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Em maior ou menor nível de gravidade e com formas diferentes de manifestarem os seus atos transgressores, os psicopatas são verdadeiros "predadores sociais", em cujas veias e artérias corre um sangue gélido. (…)

Os psicopatas são os vampiros da vida real. Não é exatamente o nosso sangue que eles sugam, mas sim nossa energia emocional. Podemos considerá-los autênticas criaturas das trevas. Possuem um extraordinário poder de nos importunar e de nos hipnotizar com o objetivo maquiavélico de anestesiar nosso poder de julgamento e nossa racionalidade. Com histórias imaginárias e falsas promessas nos fazem sucumbir ao seu jogo e, totalmente entregues à sorte, perdemos nossos bens materiais ou somos dominados mental e psicologicamente.

FONTE: Livro: Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado | Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva | Editora: FONTANAR | Gênero: Psiquiatria/Psicologia

FONTE DA FONTE: Blog Dicas para Blogger (<- link) Aliás, sugiro que quem quiser ter mais informações sobre o assunto, além de ler o livro, clique no post da Juliana. Ela também é psiquiatra e dá outras dicas preciosas para identificar este tipo de “gente”.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mudanças x Escolhas

Depois de um longo período (uma noite e uma manhã) deitada na cama – achando que assim, evitando a vida real, evitava ter que fazer escolhas – de repente percebi que é isto: tenho medo de ter que fazer escolhas, ou melhor, tenho mais medo de fazer escolhas do que medo de mudanças.

Tenho alma de velha e evito o novo, tanto quanto posso - exceto nos aparelhos eletrônicos, porque, neste caso, poderia ser cobaia de empresas japonesas.

Mas a mudança, querendo ou não (acho que nem preciso dizer “querendo”, quase nunca quero), sempre me pega. E lá vou eu, fazendo a corajosa e enfrentando o desconhecido. Sempre. Modéstia bem à parte!

E, desta vez, depois de inventar trilhões de desculpas para não abandonar aquele local que provinha meu sustento há mais de quatro anos. Um local que pra “sobreviver” tive que literalmente vencer mais obstáculos do que um suposto desconhecido poderia me proporcionar, mas ainda assim, era “seguro”. Confortável.

Mas me tiraram do time.

Não tive tempo de lamentar. Também não chorei.

Mas tive que viver a mudança. Porque se a vida segue seu curso, se as contas vencem e os gatos precisam de ração, precisei lembrar das outras pessoas que tive a sorte de conhecer e que tive a sorte de gostarem de mim (principalmente do meu lado profissional) e fazer algumas ligações.

Dois e-mails e um telefonema foram o suficiente pra me colocar em pânico. Porque por melhor que possa parecer, novas oportunidades surgiram antes mesmo de eu ter que esperar temer a nova situação.

E tive que parar de tentar encontrar pessoas e parar pra fazer uma escolha.

Foi aí que travei. Foi aí que o bicho pegou, ou talvez tenha sido a hora que a ficha caiu. Tudo mudou e agora é hora de seguir em frente… Mas ter que escolher entre dois caminhos.

Segui meu coração, que preferiu optar pelo mais prático, pelo mais confortável e seguro (no sentido de achar que terei gente que posso contar) e acabei optando pelo primeiro mesmo…

Não será agora que saberei se a segunda opção, aparentemente mais vantajo$a, teria sido a mais correta. Ainda não quero caminhar tão longe (ou tão sozinha)… Ou não quero ser tão radical. Acho que esta última opção é a que vale.

E agora, com a escolha feita, poderei sentir o luto dos sonhos que ficaram para trás. Dos sonhos que virarão concreto nas mãos de outras pessoas.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Olha eu no Clip do Zezé di Camargo & Luciano

 

Hahaha, nem gosto de sertanejo, mas não resisti na brincadeira. Olha aí que bafo ele pensando em mim em tudo o que vê?

domingo, 5 de abril de 2009

O que falta?

Estava lendo à pouco na comunidade Fanáticas por Dança do Ventre do orkut a entrevista de uma amiga, a Dina (para mim as pessoas virtuais podem ser tão amigas quanto às reais). Enfim, lendo as respostas dela na trajetória de seus dois anos de aprendizado na dança do ventre, fiquei com "inveja" do seu caminho percorrido.
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.

Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.

Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.

Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.

Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.

Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!

O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).

Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.

E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.

Inshallah!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Maktub

Surpresa teoricamente é uma coisa inesperada.
Mas, tem acontecimentos na vida de um ser humano, que procura acreditar sempre na bondade humana, que nem sempre é inesperado, ou não é o que se poderia chamar de surpresa. Tantos sinais, tantos avisos e deslizes... Surpresa seria se não acontecesse.
Complicado?
Complicado é perceber os furos de sempre, os erros cometidos há anos luz, as promessas sempre deixando de serem cumpridas, a personalidade se revelando uma farsa em busca de aplausos.
Um dia a máscara cai. Maktub (estava escrito).

O bom disto tudo é que quem sabe desta vez viro PHD em descobrir com antecedência as facetas dos que querem te transformar em divã, te usar por longos períodos, até se consertar e desfrutar a felicidade nos braços de outra.

Estou de mudança...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Complementando...

Queria gravar um filme, tipo ser atriz principal do "Um dia de fúria - versão real". Para poder quebrar tudo, xingar, matar e demais coisas que aliviassem os sentimentos que não podem ser colocados para fora e se acumulam no corpo como algo cozinhando numa panela de pressão.
Aí fiz minha primeira aula de Pilates Ball.
Não senti nada no corpo que se possa prever os benefícios físicos resultantes dos exercícios (dores, músculos repuxando), mas saí da aula relaxada mentalmente...
Agora sim, vou lá dar uma dançadinha...

Auto atualização

Querendo escrever sobre nada... Mas sentindo que não posso deixar muitos dias em branco neste lugar que imaginei ser um arquivo de baboseiras ou coisas sérias ou pirações ou informações ou o que eu quiser (e que quero) que seja registrado (?). Um lugar onde volto algumas vezes para ler o que eu pensava há alguns dias, meses atrás.
E acho que estou deixando muitas novidades passarem o prazo de serem escritas como... com "novidades"!
Muita gente que "me lê" não me conhece pessoalmente, e o público que cai aqui nem sabe ainda que eu já tive outro gato depois do Nakombi, que nestes últimos seis meses contabilizo quase dois mil reais gastos (onde quase mil só em vinte dias) para salvar a vida dela - é tive outro gato que era gata - que veio com uma cartelinha de remédios a tiracolo do abrigo de onde saiu - e ela já morreu.
Sério! Consegui "matar" dois bichinhos este ano.
Eu não, desta vez foi a bactéria pasteurella: gripe, bronquite, sinusite e outros "ites", anorexia, anemia, fígado destruído, sistema nervoso idem por causa dos remédios e, no fim, infecção generalizada, duas convulsões e uma paradinha cardíaca.
Praguejei contra Deus, praticamente uma herege, comecei a duvidar de Seu amor pelos animais.
Duro conseguir entender como um ser que não peca, "pagar" com a dor.
Enfim, quase trouxe um bichinho (um gatinho fofinho tomba-latas-querendo-ser-siamês) da obra do mutirão (viu como está tudo atrasado? nem contei que trabalho agora numa obra para a prefeitura e o sistema construtivo é mutirão).
(...)
Estou feliz e terei no meu acervo profissional a responsabilidade técnica de execução de casas de interesse social em mutirão.
(...)
O candidato da situação pode nem ganhar as eleições. E eu que sou apenas técnica, e não fico fazendo política, nem sei se continuo depois do dia 05.
Sim, existem cargos de confiança que não sejam na base da gratificação política como todos pensam.
E aprendi que políticos que se cercam de profissionais de verdade conseguem verba (pois grana tem lá nos ministérios para várias áreas) para realizar projetos.
E vou terminando outro post que digo muito e digo nada, porque agora eu vou treinar mais um pouco de dança do ventre (desta vez com véu) antes de dormir para ver se consigo fazer bonito, porque a dança da espada que dancei até que iria dar certo se a espada resolvesse ficar na minha cabeça, equilibrada como nos ensaios...
Boa noite!

domingo, 20 de julho de 2008

Muitas considerações (inconsideráveis talvez)

É realmente sou uma espécie de mãe desnaturada com o blog. Talvez relapsa até... Mas o fato é conhecido de quem já leu com atenção algo escrito aqui este ano.
Este é o ano que escolhi para ser o ano de plantar a semente profissional ou, mais claramente dizendo, o ano do trabalho.
Até o namorado já achou que eu tinha outro.
Tenho sim: meu futuro como engenheira - já que ele não me quer como dona de casa de uma futura vida conjugal (nem eu, rsrs).
Embora imagino como seria viver com um cartão de crédito cedido por um marido bonzinho para eu acordar as dez da manhã todos os dias, comprar todos os livros e ler o tanto quanto eu puder, viver de lavar os cabelos somente em salão de beleza e estar disposta a noite para jantar com meu maridinho.
Mas, só sonho com isto quando estou no limite do esgotamento. Prefiro ser engenheira.

Enfim, algumas muitas coisas aconteceram desde que postei sobre as casinhas. E não registrei aqui.
Coisas indizíveis, eu disse no blog "diário" que fiz e que só eu tenho acesso.
Preciso dizer também que comecei a biografia da minha vida em um outro blog... Talvez quando sair da fase infância e estiver preparada para o choque que provocarei na família (que agora também tem uma second life virtual) torno publica estas revelações...
Por falar em second life, estou me coçando para comprar o The Sims, só não sei onde arrumarei tempo para jogar. Talvez furtando algum tempo dos muitos trabalhos que arrumei para fazer.
O projeto das casinhas está indo de vento em popa, e as famílias concordaram em assumir a dívida do que vai faltar para construir a casa do sonho deles com o dinheiro da Caixa - que já disse antes ser insuficiente.
Fiz também meu primeiro projeto "solo", aquele que o cara tinha preferido fazer com o meu ex-professor que cobrou a metade do que eu cobrei... A obra foi embargada, e o "barateiro" mal tinha traçado as primeiras linhas do projeto... No fim aceitei, podia ter dado uma de gostosa e ter dito não, mas o dono do terreno aprendeu a lição e se mostrou um bom cliente, não sou eu quem vai jogar dinheiro fora, né? E, além do mais, pensem que agora existe uma obra no mundo com minha placa de engenheira!

A dança do ventre é outra coisa que inventei de fazer no pouco tempo que me resta. Agora preciso ensaiar... E já que falto muito na escola, a professora me deixou filmar a aula da minha coreografia para poder treinar em casa... Se eu ficar boa, eu coloco o Youtube.

Para ter menos tempo ainda, voltei a ler frenéticamente. Ando numa fase religiosa ecumênica que até assusta quem dá uma espiada na minha estante. De cristianismo a Rubens Saraceni. Sou eu, numa busca de respostas para as questões loucamente filosóficas da vida: porque existimos?
Devorando agora A Linguagem de Deus - Francis S. Collins, cientista diretor do Projeto Genoma que apresenta evidencias de que Ele existe.
Ok, mesmo sem respostas, ajuda perceber que muita gente fez (e faz) as perguntas que vivem martelando na minha cabeça acerca da existência humana e afins...

Num texto sem pé nem cabeça, termino dizendo que meu rosto está melhor do que antes, saiu até a mancha que eu tinha no buço. Mas ainda terei muitos dias fugindo do sol e usando protetor solar de duas em duas horas para não ganhar uma mega outra mancha.

E, finalmente, se alguém ler este texto até o fim, e ainda tiver coragem de comentar, deixo meus sinceros cumprimentos pela sensibilidade aguçada de conseguido compreender isto aqui que ainda estou pensando se clico ou não o tal do "publicar postagem"...

Ps: só pra registar na série "contecimentos importantes" da minha vida: minha máquina de lavar está "dando PT". Será que vou sobreviver se isto acontecer?

domingo, 6 de julho de 2008

Carla

Estes dias andei falando bastante sobre o significado do meu nome. Agora, com trinta e um anos, eu adoro meu nome inteiro.
Demorou para eu gostar do meu segundo nome.
Também pudera, ter dois nomes era sinônimo de personagem de novela mexicana: Pablo Roberto!
Meus irmãos sortudos (na minha antiga visão): Carolina e Eduardo apenas, depois o sobrenome.
Por que eu Carla Regina?
Lembro-me duma época que meu pai tinha ficado meio decepcionado com o fato deu não utilizar o Regina. Sim, eu escrevia cartas e preenchia formulários esquecendo do meu segundo nome.
Um consolo é ninguém nunca ter me chamado pelos dois nomes, ou o que poderia ser pior, apenas pelo segundo nome.
Eles (meus pais) explicavam que Regina significava Rainha, e que a sugestão tinha sido da minha futura-ex-nunca-foi madrinha de crisma... E eu sempre gostei desta senhora, mesmo com este porém na minha certidão de nascimento.
Mas como eu ia dizendo lá em cima, antes de encher este texto com um monte de linguiça, é que hoje em dia eu adoro meu nome inteiro.
Adoro, principalmente, meu primeiro nome.
E tem uma coisa que me faz gostar mais dele ainda, e ilustro com isto uma frase de um amigo meu: "Carla é nome de mulher bonita. Toda vez que você liga no meu trabalho eu percebo o que a sonoridade do teu nome provoca na mulherada ao redor."
Carla, Carla, Carla.
Sem modéstia, fico feliz ao imaginar as pessoas associando um "a Carla ligou" com uma moça bonita.
E o melhor, meu nome "Carla", é de grafia simples, sem aquelas pirações de "k" no começo ou dois "l" no meio. Chique!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Um post para mim mesma

Não precisa ler nem comentar, ninguém vai entender.

Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Ah o tempo...

Tempo que anda curto novamente.
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Novembro

Novembro precisa de um post... Um só que seja para tirar as teias de aranha deste 1,65m de Sol...
Acho que a missão está cumprida agora.

Outras coisas:
- Quase trinta livros lidos este ano;
- Visita do meu pai em casa depois de quase dez anos;
- Criando coragem para ensaiar para ver se consigo me apresentar no aniversário do Pai de Santo amanhã;

(Eu e meus dois pais!)

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Pensamentos e achismos

Eu já disse aqui antes, que eu penso que as pessoas que pensam mal de todo mundo, devem se julgar por elas. Mas, às vezes, me pego pensando que atos, que certas pessoas fizeram, são do mal... Aí, penso também que se eu estivesse no lugar delas, não agiria como hipoteticamente eu acho que elas agiram... Daí que a minha lógica não é tão lógica assim... (não era para ser entendida mesmo).

Fiquei pensando também em outra coisa antes de o sono vir, e eu decidi escrever aqui, como há muito não fazia. Descobri que talvez eu não esteja sofrendo tanto de amor, porque lá no fundo, eu ainda alimente a chance de que o que eu terminei, pelo fato do J. não ser como eu gostaria que fosse, seja revisto por ele... E que ele voltará um dia. Mas, daí que sonhei esta noite, e ele me abandonava para sempre... E eu sofri.

Então, que hoje, decidi tirar o dia só para mim (e o Nakombi), como há muito não fazia... Precisava de um dia para "bundar" mesmo. Comer besteiras alternando entre doce e salgado... Não tirar o pijama... Ler compulsivamente a metade final de um livro para descobrir como terminaria a história.

Peço desculpas pelo sumiço, mas acho que (estou achando tanto hoje), que a apatia está tendo um fim... Voltarei em breve.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Descobertas

Eu descobri que prefiro mais falar do ouvir.
Ainda não sei se prefiro ler à escrever.
Mas, tem dias que eu nada quero dizer.

PS: isto não foi um poema.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Epílogo do feríado extendido

Até que ter chovido não foi tão mal assim... Ficar "acampada" na sala de casa, em boa companhia, vendo filmes (e fazendo outras coisitas), às vezes, fugindo para ir ao cinema com a cidade vazia é uma beleza.

Beleza maior ainda, foi meu feríado extendido (cinco dias) que terminou hoje - hora de levantar acampamento.

Não sem antes fofocar aqui um babado forte, que fiquei sabendo ontem, que rolou na minha rua, enquanto eu hibernava... Um dos meus vizinhos foi pego transando e lambendo a periquita da sua cadela.

Depois da denúncia de uma vizinha da rua de cima, nada mais, nada menos do que três viaturas da PM vieram até o local da "ocorrência", levaram-no preso e a cachorrinha para fazer exame de corpo delito.

Duas questões, a primeira é: por que tanta viatura para um "caso" destes? Seria mera curiosidade de páscoa dos políciais? Pois quando eu chamo por causa de zona, bagunça, festas e caixas de sons na rua até altas horas eles alegam não terem carro... Vai entender... Tsc, tsc...
E segunda questão: não sei se fico com mais dó da cachorra (eu amo animais) ou com dó do ser humano que fez isto, porque para chegar à este ponto, bom da cabeça ele não estava né?