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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Não sei nem o que falar

Nem vou transcrever, vou colar mesmo! (Clica que amplia)

contato

Eu perdi um filho com quatro semanas de gestação em 2010, pelos mesmos motivos emocionais citados da atual suposta gravidez – diante do histórico, não sei se posso acreditar na palavra da pessoa.

Eu perdi 7 anos da minha vida, por acreditar nas milhares de promessas.

…

 

Alguém veio pedir desculpas?

Alguém veio saber como estou?

Eu não tenho marido e nem família perto de mim. Quando perdi meu filho, sofri sozinha.

Hoje, com toda a dor inominável que sinto, a dor que rasga a alma e me faz sentir vontade de me jogar na frente de um trem, a dor que não me deixa comer, a dor que não me deixa dormir.

A dor que não me deixa sequer limpar a minha casa há varios dias.

Com a minha dor ninguém se preocupa?

Com minha saúde, com meu estado emocional.

E ainda tenho que ouvir que eu passei dos limites? E que tenho que pedir desculpas!

Para mim, passar dos limites foi: brincar com minha vida, com meu maior sonho, destruir todo a esperança que eu tinha no amor, no coração de uma pessoa romântica, que ama com o mais fundo da alma, me fazer perder a fé em Deus e mais muitas outras coisas que a dor e emoção não me deixam nem listar…

---

Descobrir que aquela pessoa a quem você deu uma segunda chance, a quem você abriu seu coração, que você perdoou, que te encantou, e até há alguns DIAS, planejava casamento, pois acreditava na verdade de serem um o amor da vida do outro. Isto não machuca?

Ver a pessoa que você amou casando com outra, paramentado de noivo, com OUTRA noiva que não você, apenas TREZE dias depois de ter dormido contigo, jurando amor eterno e sincero. Isto não causa transtorno emocional?

Tenho medo até que seja irreversível.

Ver aquelas fotos foi enlouquecedor. A dor, o desespero… Uma dor que parecia que só a morte ia me curar…

 

Até hoje, ninguém veio perguntar como eu estou, ninguém veio me pedir desculpas por ter desgraçado toda a minha vida emocional que está refletindo em todos os outros aspectos: trabalho, saúde. E meu financeiro? Sou eu que me sustento, moro sozinha… Ninguém está preocupado com isto. E eu tenho que arrancar forças das entranhas para levantar e trabalhar… Mesmo com toda a dor.

E mesmo com toda a dor eu que tenho que pedir desculpas, eu que passei dos limites…

E como se não bastasse a noticia do casamento, tenho que ler que a pessoa dei todo o meu amor, vai ser pai, mas não dos nossos futuros “cabecinhas”. Vai ser pai com o outra. E só a dor dela importa…


UPDATE: Se alguém merece processo aqui não sou eu. Se mais um filho morrer, veja bem, MAIS UM, a culpa é de uma única pessoa, que devastou a vida de pelo menos duas. Ainda que de forma culposa.

Em tempo, todas as pessoas relacionadas são relacionadas na história. Todos tem tudo a ver com a história. Eu não vivi esta mentira sozinha. Alias, foi por não estar sozinha nesta história de amor, que ela se transformou numa farsa.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Reencontro comigo mesma

"Encontre um homem que te chame de linda ao invés de gostosa.Um homem que segure sua mão na frente dos amigos.Que queira te mostrar para todo mundo mesmo quando você está suando.Que permaneça acordado só para observar você dormindo.Que te ligue de volta quando você desligar na cara dele.Aquele que te lembra constantemente o quanto ele se preocupa com você e o quanto sortudo ele é por estar ao seu lado. Espere por aquele que esperará por você. Aquele que vire para os amigos e diga “É ela!”."

(Autor desconhecido, se alguém souber a quem pertence me avise para os devidos créditos)



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Andei lendo estes dias, no livro que comprei (1.000 Lugares para Conhecer Antes de Morrer), uma frase de um tal (ainda é um tal para mim, preciso pesquisar sobre) Mark Twain, que dizia o seguinte:

“Daqui a 20 anos você tenderá a ficar mais decepcionado com as coisas que deixou de fazer do que com as coisas que fez.
Portanto, lance fora as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Deixe que o vento sopre suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

Completo o pensamento com uma outra frase, que meu ex professor de portos e obras hidráulicas dizia: “para quem não sabe a que porto quer chegar, nenhum vento é favorável”.

Logo, chego a conclusão que andei sonhando demais e realizando pouco (no aspecto sentimental da minha vida). Andei colocando de lado, aquilo que mais gosto de pregar: ame a si mesmo em primeiro lugar.

Foi o que quase (ou totalmente) deixei de fazer. Acordei a tempo, com uma surra, claro. Meu natal não foi o mais feliz da minha vida, verdadeiramente falando, foi o mais triste...

Mas, redescobri o valor da amizade, aquela que tenta salvar teu dia independente de teus atos (ou ausência de), que numa atitude egoísta em sonhar apenas com o amor, acabei deixando de lado. Tapa da vida, mas que me trouxe de volta à realidade.

(Talvez poucos entendam, mas não posso ser mais clara. Em respeito a terceiros, não entrarei em detalhes).

Mas a questão é a seguinte, mergulhei novamente na depressão. Acho que cismo com a poesia da dor, me encontro, às vezes penso que gosto. Mas dói pra cacete.

Depressão não é só estar triste. Depressão é perder o gosto pela vida, é ficar irritável, agressivo, apático, desesperançoso. No meu caso, alternando estados de extrema euforia (sempre vaga) ou ira com estados de tristeza profunda. Somando com a ansiedade gerada que por sua vez ataca o TOC (transtorno obsessivo compulsivo), onde um dos meus maiores sintomas é com a simetria, no visual e no meu corpo (nenhuma sensação do lado direito pode ser dar ao luxo de não acontecer do lado esquerdo), onde procuro reproduzir um esbarrão, uma cutucada, qualquer coisa em condições idênticas de intensidade. Senão piro mais ainda.

O médico diagnosticou ainda a presença do transtorno bipolar, que é a tal mudança de estado de espírito repentina, citada acima. Juntando a depressão e TOC, sou uma pessoa que mesmo quando estou doente não fico obrigatoriamente triste, enterrada num canto. Mas fico anti-social, tenho idéias recorrentes sobre como seria se eu deixasse de existir, sentimento enorme de culpa, falta de vontade de fazer as coisas mais que mais gosto e mais chorona que de costume. Sem esquecer dos distúrbios do sono (não preguei os olhos esta noite).

Logo, o teste anterior não estava errado. Ele serviu como uma escala pra medir o estado atual da doença. Quero dizer que já aprendi a me cuidar, mas inevitável é fazer com que ela não volte. Já procurei e realizei tratamentos.

Definitivamente, isto não se configura frescura. Mas uma coisa percebi em mim, que em cada tombo da vida, que remexe na ferida (leia-se depressão) e provoca recaídas, trás depois da tempestade um efeito colateral, uma vontade imensa de mudar o quadro (o que é um grande passo) e tentar fazer diferente para não incorrer no mesmo erro...

Desta vez (re)aprendi, a lutar pelo meu sonho, mesmo que custe sofrimento momentâneo, que não mata e evita uma vida mais ou menos, vivendo uma situação que não me agrada e prolongando a tal tristeza, por medo de perder algo (ou alguém). A Carlinha de hoje acordou amanheceu, assim, triste, mas com uma vontade enorme de dar um passo diferente, em direção ao seu amor-próprio. E sabendo a que porto quer chegar...

Obrigada a todos pelo apoio e pelo não abandono mesmo na fase chata (que está passando).
Um grande beijo!

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Sua Pontuação foi de 67


Você parece estar tendo sintomas severos de depressão, comummente associados com severos desórdens depressivos tais como desordem depressivo maior ou dysthymia. Estes sintomas parecem estar lhe causando sérias deficiencias e disgostos em sua vivência diária. Você deveria beneficiarse da imediata atenção do seu médico ou de um profissional da área de saúde mental para uma avaliação, diagnóstico e tratamento dos seus sintomas.

P O N T U A Ç Ã O

54 e mais
Severamente Deprimido

36 - 53
Moderado - Severo

22 - 35
Suave - Moderado

18 - 21
Linha limite da depressão

10 - 17
Possivel Depressão Suave

0 - 9
Não parece haver Depressão


Mas não deixem de ler meu post sobre micos, logo abaixo. Serve para descontrair.

sábado, 9 de dezembro de 2006

Um amor que me entristece

Gente é bicho mais que irracional às vezes. Erra, erra e continua errando.
Continua a esperar no outro a felicidade que está em si.
Não a recebe, claro. E perde a chance de viver plenamente, feliz consigo mesmo.

Que amor é este?
Que amor é este que ama, mas exclui?
Que ama e separa?
Que ama e divide a vida em duas – a vida do amor e a vida de viver, só?
Que amor é este que faz o impossível pelo ser amado, mas não faz o possível?
Que amor é este que fica madrugadas acordado, perde feríados para ajudar o seu amor num trabalho de faculdade, mas não o inclui na própria vida?
Que viaja quilômetros para dar um beijo naquela que ama, mas não divide os próprios problemas?
Que prova que existe o amor com um simples olhar, mas não é capaz de se entregar de alma?
Que amor é este que sinto, que acaba colocando meu eu num segundo plano na minha própria vida?

Alguém já disse: “o segredo é não correr atrás das borboletas, é cuidar do jardim”.
No meu caso, as ervas daninhas tomaram conta, o mato secou as sementes de novas flores...

Isto não deve ser amor.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Apagada

Down, down, down. Ou seria TPM? Não, mulher “naqueles dias” não tem isto.

Mas, basta uma coisinha na vida de um ser do sexo feminino (que nem vou mencionar o que é) para zonear a vida toda, deixar o trabalho ruim, a paciência no limite, a concentração a zero, a comida sem gosto (e comendo mais, talvez tentando encontrar um sabor).

Tudo que me alegra hoje é ler, não estudar, porque este inferno astral do fim de curso ainda acaba amanhã, mas ler livros.

Sair da minha vida.

Por um desatino do destino, o único livro não lido aqui em casa era Cemitério do Stephen King. Deixa-me com medo... Mas estou lendo.

Chegou hoje um outro, 1.000 Lugares Para Conhecer Antes De Morrer (Patricia Schultz), presentinho de mim para mim. Já disse que adoro comprar na internet, porque quando o produto chega a gente fica feliz. Pesquisei no Bondfaro – dica da Clara, consegui por R$23,00 e frete grátis.

Mas, nem este vai me animar, é capaz de fazer com que os lugares maravilhosos que não vi me deixem mais deprê por não ter ido. Basta ler meu sonho possível.

Enfim, o 1,65m de Sol está apagadinho, apagadinho...

É a tal da bipolaridade no pólo negativo da minha personalidade.

Depois, com humor melhor, eu conto do livro, porque como diz o Zé Simão, hoje só amanhã.

domingo, 15 de outubro de 2006

Cuidando de mim

A vida continua, uma parada nos afazeres para cuidar de si faz bem.
Depois de não ter produzido nada ontem, e quase nada hoje – a salvação foi um trabalho mecânico (se tivesse que pensar não conseguiria, estou down ainda) de transformar um texto de 255 páginas no formato PDF para Word, pois só assim poderei “salvar” as fotos e usar no meu seminário de patologia das pontes rodoviárias... Precisarei ainda de um Datashow, a faculdade só empresta a pedido do professor, que neste caso, se eximiu de trabalhos...
Conversando com a Jéssica ontem no MSN, a mesma que me enviou o bendito programa “Detravation Tabajara” que só consegue converter três folhas por vez, resolvemos alugar um (Datashow) – metade da sala apresentando no mesmo dia não sairá caro a despesa...
Pois é, como ia contando, dei uma pausa e resolvi cuidar das madeixas – sempre me anima. Como chegou na sexta a encomenda da novíssima escova de chocolate, eis que me aventuro novamente no exercício ilegal da profissão cabeleireira... Não sei o resultado ainda, conto depois... Mas se for tal qual a escova progressiva, será ótimo.
Podem pensar assim, com tanta coisa para estudar esta pessoa (eu) fica perdendo tempo com cabelo?
Pois é, por incrível que pareça, eu ganho preciosos minutos fazendo estas experiências.
Tempo na semana.
Vamos fazer as contas: perdi duas horas na escovação, mas tenho que ficar três dias sem lavar o cabelo, e com ele liso, não preciso lavar e/ou passar a dúzia de cremes costumeiros para deixar os cachos assentados todas as manhãs. Também não preciso ficar a todo instante olhando no espelho, fugindo do “vento contra” e etc. cuidando em não virar o Capitão Caverna. Ou seja, ganhei tempo, pelo menos quarenta minutos por manhã nestes três dias. Além de economizar dinheiro, porque no salão isto custa os olhos da cara.
Depois que lavo, ele não fica liso não. (Não!) Pois no meu caso, que uso prancha de metal (ela absorve um pouco o produto) e também devida à força de puxar os próprios cabelos que não é muita, ele fica enrolado, mas com menos volume, que é igual a menos trabalho por pelo menos um mês.
Otimização do tempo, sim senhores, é comigo mesma!
Se quiserem o segredo, detalhes e afins passo por e-mail, é só pedir. Porque eu ainda não tenho grana para fazer estas coisas com um profissional (no fundo tenho prazer no “faça você mesmo")...
Vou voltar para o batente, mente ocupada não pensa asneira e/ou sofre.
Além de que tenho que aproveitar os sete dias de vida do já tão falado Able2Extract e verificar se os textos que servem para meu TCC também precisam de conversão.
E o cheirinho de chocolate aqui em cima tá uma delícia.
Beijos para todos!

sábado, 14 de outubro de 2006

Morri um pouco, disse adeus

Um pouco de mim morreu hoje, já aconteceu outras vezes... Inúmeras...
Talvez tenha deixado de cuidar do jardim e me preocupado demais com as borboletas!
E as borboletas não estavam muito a fim das minhas flores, um pouco descuidadas!
Este pouco que morreu, vai me fazer sofrer mais ou menos, ou melhor, pra caralho!
Mas, estou acostumada.
Como uma lagartixa, ou um fígado, as partes cortadas nascem novamente!
E como eu havia dito: é possível ser feliz sozinho!
Acredito hoje que é mais fácil assim...
Ser só uma.
Ser dois não deu certo.
A tormenta passa e a luz retorna.
1,65m de sol voltará, vai ser difícil mas vou brilhar.
Sozinha, porém inteira!

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

1,65m de Eclipse

Autodenomino-me como 1,65m de sol. Desde que ouvi esta música do Ira! roubei o título para mim. Mas comigo também acontece eclipse. Já disseram ser espiritual, às vezes não duvido...
Penso que realmente devo ter uma mediunidade “forte”, como já me disseram, e acho que vim nesta vida para fazer algo por quem já não “vive” mais...
Se for isto, talvez um dia eu brilhe sempre, assim como eu ando propagandeando no título deste blog, na tela do meu celular e onde mais eu tenha que me descrever...
Só para constar estou na fase eclipse, não por acaso no Brasil teve um hoje... Sugestivo?
Acho que no fundo preciso de férias, nada mais real que isto.
O médico do trabalho me disse ontem que esta dor de cabeça pode ser stress realmente.
Ainda mais pelos dias que ela costuma ocorrer, quinta, sexta, finais de semana.
Descreveu-a por completo (aversão à luz, pulsação na cabeça, enjôo), mas foi fatídico em um ponto - causa e cura: difíceis... Vão ter fases que ela virá e outras que sumirá por tanto tempo que nem lembrarei que tenho cabeça.
Em todo o caso, recomendou que eu devesse procurar o neuro (que já está marcado) para poder eliminar qualquer dúvida de uma coisa pior...
Bom, pelo menos, hoje é sexta e não estou com dor nenhuma.
E a primavera está chegando: viva!
E o final de semana também!

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

É possível ser feliz sozinho

Como pouco dei as caras na faculdade este semestre, tenho escutado com freqüência Wave do Tom Jobim na novela das “oito” Páginas da Vida: “... Fundamental é mesmo o amor é impossível ser feliz sozinho...”.
Este é impossível ser feliz sozinho eu acho engraçado. Explico: quando pela primeira vez na vida eu me descobri feliz sozinha e desisti da incansável busca pelo amor, porque eu tinha acabado de aprender a me amar, e só minha companhia bastava para mim... eis que me aparece o amor, o meu amor.
Dizem por aí, para quem quer amor, que é só parar de procurar que ele aparece. Pois é, não parei a procura com este propósito, mas acabou acontecendo comigo.
Parei por necessidade, a necessidade de aprender a me colocar em primeiro lugar na vida, aprender a me amar e evitar recaídas na depressão. E acabei gostando.
Gostei tanto que, as vezes, quando brigamos penso se não estava melhor antes... Só penso.
Porque apesar de ter provado que dá para ser feliz sozinho, acompanhado é bem mais gostoso.

segunda-feira, 31 de julho de 2006

Passou...


Depois de uma incursão na mini-depressão (talvez grande) que tomou conta de mim, somente a presença do amor para acalmar e deixar tudo cor de rosa novamente.
Foi tudo perfeito que merece ser registrado, relembrado sempre.
Para começar a chuva e o tempo frio, convidativos a uma boa caminha. Casinha fechada, comidas gostosas e qualquer coisa na tv (sempre qualquer coisa, mas é porque na verdade apesar de estarmos juntos há quase um ano a presença de um ao outro é mais importante do que o que se passa na tv).
Uma das qualquer coisas assistidas foi Bridget Jones No Limite da Razão, daquela personagem com que quase toda mulher se identifica e que tem um lado Chaves mais aflorado que o meu, ou não, talvez eu ganhe.
Aí ela olhava para seu amado Mark, como aquela criança que ganha um presente novo e corre toda hora para dar uma espiadinha e ver se é "de verdade" mesmo - bom, eu era assim.
E cá estou eu hoje lembrando do meu amado.
Das cenas fofas de preparar comidas, abrir mais uma garrafa de vinho e deitar em meio as cobertas e travesseiros... Fazer preguiça e carinhos.
Meu amor é simplesmente um presentinho de Deus na minha vida, e que me deixa feliz.
E me deixa também lembranças boas para uma pisciana nata ter com o que sonhar seu sonho real.

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Não sei

Meu coração está doendo.
Quer dizer, nem sei se dói, porque, na boa, nem consigo definir o que sinto.
Ah, tem uma coisa sim que sei definir: o sentimento de culpa por estar sentindo tudo isto sem ter uma razão plausível ao restante da população.
Só sei dizer que é como se eu estivesse quebrada, rasgada, deixado de funcionar...
Até comercial de margarina me comove, o Chaves seria capaz de me fazer chorar.
Tudo está me fazendo chorar. Mas pior mesmo são as horas (quase o dia todo) em que tenho que engolir o choro e fingir para todo mundo que está tudo bem.
Mas não está não.
Queria neste momento não ter que existir, porque viver está dando muito trabalho.
Não tenho mais condições físicas de agüentar esta carga pesada que só eu sinto e nem ao menos tem motivos óbvios.
Não consigo agüentar mais nada, nem um compromisso desmarcado.
Estou estragando tudo.
Mas não é justo fazer com que convivam com um fardo como o meu.
Só queria que tudo desse certo.
Acho que nunca serei feliz se não estiver triste.

quarta-feira, 26 de julho de 2006

Sad but True

O que é a dor senão uma eterna companheira?