Estava lendo à pouco na comunidade Fanáticas por Dança do Ventre do orkut a entrevista de uma amiga, a Dina (para mim as pessoas virtuais podem ser tão amigas quanto às reais). Enfim, lendo as respostas dela na trajetória de seus dois anos de aprendizado na dança do ventre, fiquei com "inveja" do seu caminho percorrido.
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.
Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.
Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.
Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.
Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.
Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!
O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).
Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.
E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.
Inshallah!
Mostrando postagens com marcador bellydance. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bellydance. Mostrar todas as postagens
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Viciada
Como seu eu não tivesse nada para fazer.
Como se meu emprego velho com chefes novos não estivessem sugando o máximo do meu tempo.
Como se meus dois novos gatinhos (Habibi e Ayuni) não fizessem da minha casa um pardieiro, com direito a pelo menos dez baratas capturadas por noite para eu limpar.
Como se minha vida não estivesse de ponta cabeça (talvez por causa do inferno astral que acaba agora no próximo dia 24).
E mais outras trocentas coisas e compromissos que me sugam todos os dias...
Eu pego e invento de assistir novamente a novela O Clone.
Estou baixando os capítulos através dos links de uma comunidade no Orkut - aqui.
Pra quem ficou curioso, uma amostra no Youtube (que só tem os cinco primeiros episódios em português):
Em breve eu retomo minha vida de blogueira. "Só" faltam 140 capítulos!
Como se meu emprego velho com chefes novos não estivessem sugando o máximo do meu tempo.
Como se meus dois novos gatinhos (Habibi e Ayuni) não fizessem da minha casa um pardieiro, com direito a pelo menos dez baratas capturadas por noite para eu limpar.
Como se minha vida não estivesse de ponta cabeça (talvez por causa do inferno astral que acaba agora no próximo dia 24).
E mais outras trocentas coisas e compromissos que me sugam todos os dias...
Eu pego e invento de assistir novamente a novela O Clone.
Estou baixando os capítulos através dos links de uma comunidade no Orkut - aqui.
Pra quem ficou curioso, uma amostra no Youtube (que só tem os cinco primeiros episódios em português):
Em breve eu retomo minha vida de blogueira. "Só" faltam 140 capítulos!
Marcadores:
animais,
bellydance,
dança do ventre,
indicação,
internet,
televisão
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Mahaila Amura - Véu
Para quem entende de dança do ventre (dança oriental, bellydance, raqs shark ou o diabo a quatro) já aviso: nem adianta vir com olhão crítico, pois sou apenas uma iniciante.
Para os meus amigos, aqueles que me conhecem e sabem da minha falta de talento para a dança e que sabem que eu pulei a fila da coordenação motora quando nasci, está aí uma demonstração do que eu já "consigo fazer" com um ano de aulas de dança do ventre (faltando em cerca de 50% das vezes, assumo): minha primeira apresentação com véu, com a coreografia totalmente idealizada por mim.
domingo, 20 de julho de 2008
Muitas considerações (inconsideráveis talvez)
É realmente sou uma espécie de mãe desnaturada com o blog. Talvez relapsa até... Mas o fato é conhecido de quem já leu com atenção algo escrito aqui este ano.
Este é o ano que escolhi para ser o ano de plantar a semente profissional ou, mais claramente dizendo, o ano do trabalho.
Até o namorado já achou que eu tinha outro.
Tenho sim: meu futuro como engenheira - já que ele não me quer como dona de casa de uma futura vida conjugal (nem eu, rsrs).
Embora imagino como seria viver com um cartão de crédito cedido por um marido bonzinho para eu acordar as dez da manhã todos os dias, comprar todos os livros e ler o tanto quanto eu puder, viver de lavar os cabelos somente em salão de beleza e estar disposta a noite para jantar com meu maridinho.
Mas, só sonho com isto quando estou no limite do esgotamento. Prefiro ser engenheira.
Enfim, algumas muitas coisas aconteceram desde que postei sobre as casinhas. E não registrei aqui.
Coisas indizíveis, eu disse no blog "diário" que fiz e que só eu tenho acesso.
Preciso dizer também que comecei a biografia da minha vida em um outro blog... Talvez quando sair da fase infância e estiver preparada para o choque que provocarei na família (que agora também tem uma second life virtual) torno publica estas revelações...
Por falar em second life, estou me coçando para comprar o The Sims, só não sei onde arrumarei tempo para jogar. Talvez furtando algum tempo dos muitos trabalhos que arrumei para fazer.
O projeto das casinhas está indo de vento em popa, e as famílias concordaram em assumir a dívida do que vai faltar para construir a casa do sonho deles com o dinheiro da Caixa - que já disse antes ser insuficiente.
Fiz também meu primeiro projeto "solo", aquele que o cara tinha preferido fazer com o meu ex-professor que cobrou a metade do que eu cobrei... A obra foi embargada, e o "barateiro" mal tinha traçado as primeiras linhas do projeto... No fim aceitei, podia ter dado uma de gostosa e ter dito não, mas o dono do terreno aprendeu a lição e se mostrou um bom cliente, não sou eu quem vai jogar dinheiro fora, né? E, além do mais, pensem que agora existe uma obra no mundo com minha placa de engenheira!
A dança do ventre é outra coisa que inventei de fazer no pouco tempo que me resta. Agora preciso ensaiar... E já que falto muito na escola, a professora me deixou filmar a aula da minha coreografia para poder treinar em casa... Se eu ficar boa, eu coloco o Youtube.
Para ter menos tempo ainda, voltei a ler frenéticamente. Ando numa fase religiosa ecumênica que até assusta quem dá uma espiada na minha estante. De cristianismo a Rubens Saraceni. Sou eu, numa busca de respostas para as questões loucamente filosóficas da vida: porque existimos?
Devorando agora A Linguagem de Deus - Francis S. Collins, cientista diretor do Projeto Genoma que apresenta evidencias de que Ele existe.
Ok, mesmo sem respostas, ajuda perceber que muita gente fez (e faz) as perguntas que vivem martelando na minha cabeça acerca da existência humana e afins...
Num texto sem pé nem cabeça, termino dizendo que meu rosto está melhor do que antes, saiu até a mancha que eu tinha no buço. Mas ainda terei muitos dias fugindo do sol e usando protetor solar de duas em duas horas para não ganhar uma mega outra mancha.
E, finalmente, se alguém ler este texto até o fim, e ainda tiver coragem de comentar, deixo meus sinceros cumprimentos pela sensibilidade aguçada de conseguido compreender isto aqui que ainda estou pensando se clico ou não o tal do "publicar postagem"...
Ps: só pra registar na série "contecimentos importantes" da minha vida: minha máquina de lavar está "dando PT". Será que vou sobreviver se isto acontecer?
Este é o ano que escolhi para ser o ano de plantar a semente profissional ou, mais claramente dizendo, o ano do trabalho.
Até o namorado já achou que eu tinha outro.
Tenho sim: meu futuro como engenheira - já que ele não me quer como dona de casa de uma futura vida conjugal (nem eu, rsrs).
Embora imagino como seria viver com um cartão de crédito cedido por um marido bonzinho para eu acordar as dez da manhã todos os dias, comprar todos os livros e ler o tanto quanto eu puder, viver de lavar os cabelos somente em salão de beleza e estar disposta a noite para jantar com meu maridinho.
Mas, só sonho com isto quando estou no limite do esgotamento. Prefiro ser engenheira.
Enfim, algumas muitas coisas aconteceram desde que postei sobre as casinhas. E não registrei aqui.
Coisas indizíveis, eu disse no blog "diário" que fiz e que só eu tenho acesso.
Preciso dizer também que comecei a biografia da minha vida em um outro blog... Talvez quando sair da fase infância e estiver preparada para o choque que provocarei na família (que agora também tem uma second life virtual) torno publica estas revelações...
Por falar em second life, estou me coçando para comprar o The Sims, só não sei onde arrumarei tempo para jogar. Talvez furtando algum tempo dos muitos trabalhos que arrumei para fazer.
O projeto das casinhas está indo de vento em popa, e as famílias concordaram em assumir a dívida do que vai faltar para construir a casa do sonho deles com o dinheiro da Caixa - que já disse antes ser insuficiente.
Fiz também meu primeiro projeto "solo", aquele que o cara tinha preferido fazer com o meu ex-professor que cobrou a metade do que eu cobrei... A obra foi embargada, e o "barateiro" mal tinha traçado as primeiras linhas do projeto... No fim aceitei, podia ter dado uma de gostosa e ter dito não, mas o dono do terreno aprendeu a lição e se mostrou um bom cliente, não sou eu quem vai jogar dinheiro fora, né? E, além do mais, pensem que agora existe uma obra no mundo com minha placa de engenheira!
A dança do ventre é outra coisa que inventei de fazer no pouco tempo que me resta. Agora preciso ensaiar... E já que falto muito na escola, a professora me deixou filmar a aula da minha coreografia para poder treinar em casa... Se eu ficar boa, eu coloco o Youtube.
Para ter menos tempo ainda, voltei a ler frenéticamente. Ando numa fase religiosa ecumênica que até assusta quem dá uma espiada na minha estante. De cristianismo a Rubens Saraceni. Sou eu, numa busca de respostas para as questões loucamente filosóficas da vida: porque existimos?
Devorando agora A Linguagem de Deus - Francis S. Collins, cientista diretor do Projeto Genoma que apresenta evidencias de que Ele existe.
Ok, mesmo sem respostas, ajuda perceber que muita gente fez (e faz) as perguntas que vivem martelando na minha cabeça acerca da existência humana e afins...
Num texto sem pé nem cabeça, termino dizendo que meu rosto está melhor do que antes, saiu até a mancha que eu tinha no buço. Mas ainda terei muitos dias fugindo do sol e usando protetor solar de duas em duas horas para não ganhar uma mega outra mancha.
E, finalmente, se alguém ler este texto até o fim, e ainda tiver coragem de comentar, deixo meus sinceros cumprimentos pela sensibilidade aguçada de conseguido compreender isto aqui que ainda estou pensando se clico ou não o tal do "publicar postagem"...
Ps: só pra registar na série "contecimentos importantes" da minha vida: minha máquina de lavar está "dando PT". Será que vou sobreviver se isto acontecer?
Marcadores:
bellydance,
dança do ventre,
livros,
passatempo,
pirações,
trabalho
sábado, 6 de outubro de 2007
Gato em perigo
Toda mãe conhece o choro do seu filho. Tem uma espécie de radar que indica quando ele está em perigo...
Foi assim uma vez, quando descobri que o choro dele vinha de dentro do motor do carro e todos insistiam que eu estava ouvindo "vozes".
Daí que para fuder, acabei de chegar da escola de dança, último dia de ensaio para apresentação amanhã... Tenho que estar bonita e acordar sem olheiras...
Procuro o Nakombi em casa. Nada...
Vou até a rua, escuto o miadinho... lá longe...
Quase quatro da madruga, estou eu na rua, fazendo "psssi, pissii... Nakombizinho... cadê o filhinho da mamãe?"
Ouço outros miadinhos...
Sei que ele está por aí, em perigo! Preso em alguma garagem, quiçá em outro motor de carro...
Acordo a vizinha amiga: "Cris, o Nakombi está em perigo, estou ouvindo que sim...".
E lá vem ela de pijamas para me ajudar.
Encontro o Zé Beleza, no terceiro pavimento da casa do vizinho!
"Putaqueopariu!!! Tinha que ser hoje!"
Daí que começo mímicas tentando indicar caminhos seguros para ele descer: trepo em árvores, subo em muros e nada do, já agora, desgraçado descer.
Desisto, tenho que dormir e estar bela amanhã...
Agradeço minha amiga, que sugere: "Chama os bombeiros!", e eu respondo: "Eles vão perguntar porque eu não acordei o vizinho..."
Resolvo relatar a minha sina e quando ligo o computador, eis que entra pela sala meu lindo gato preto...
Agora deixa eu verificar se não quebrou nada...
Foi assim uma vez, quando descobri que o choro dele vinha de dentro do motor do carro e todos insistiam que eu estava ouvindo "vozes".
Daí que para fuder, acabei de chegar da escola de dança, último dia de ensaio para apresentação amanhã... Tenho que estar bonita e acordar sem olheiras...
Procuro o Nakombi em casa. Nada...
Vou até a rua, escuto o miadinho... lá longe...
Quase quatro da madruga, estou eu na rua, fazendo "psssi, pissii... Nakombizinho... cadê o filhinho da mamãe?"
Ouço outros miadinhos...
Sei que ele está por aí, em perigo! Preso em alguma garagem, quiçá em outro motor de carro...
Acordo a vizinha amiga: "Cris, o Nakombi está em perigo, estou ouvindo que sim...".
E lá vem ela de pijamas para me ajudar.
Encontro o Zé Beleza, no terceiro pavimento da casa do vizinho!
"Putaqueopariu!!! Tinha que ser hoje!"
Daí que começo mímicas tentando indicar caminhos seguros para ele descer: trepo em árvores, subo em muros e nada do, já agora, desgraçado descer.
Desisto, tenho que dormir e estar bela amanhã...
Agradeço minha amiga, que sugere: "Chama os bombeiros!", e eu respondo: "Eles vão perguntar porque eu não acordei o vizinho..."
Resolvo relatar a minha sina e quando ligo o computador, eis que entra pela sala meu lindo gato preto...
Agora deixa eu verificar se não quebrou nada...
Marcadores:
animais,
bellydance,
dança do ventre
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Bellydance
Internet nos últimos tempos, só para baixar músicas, vídeos e aulas de dança do ventre.
Um dia eu chego lá, e volto para contar como foi minha apresentação.
Meu nome de bailarina: Mahaila (com possibilidades de mudança).
Falando nisto, deixa eu voltar para meus exercícios, pois o tempo urge e a coordenação motora aqui exige repetições aos montes.
Amo a blogosfera e os amigos que fiz mas, sem previsão de retorno. Perdão!
Um dia eu chego lá, e volto para contar como foi minha apresentação.
Meu nome de bailarina: Mahaila (com possibilidades de mudança).
Falando nisto, deixa eu voltar para meus exercícios, pois o tempo urge e a coordenação motora aqui exige repetições aos montes.
Amo a blogosfera e os amigos que fiz mas, sem previsão de retorno. Perdão!
Marcadores:
bellydance,
dança do ventre,
internet
sábado, 30 de junho de 2007
Dança do Ventre
Hoje foi minha primeira aula de dança do ventre... Ai que delícia, acho que a professora vai conseguir dar um jeito neste corpo desengonçado-duro-e-sem-coordenação-motora!
E isto é bom, muito bom...
Marcadores:
bellydance,
dança do ventre,
pessoal
Assinar:
Postagens (Atom)