A Helen, a primeira amiga de blogosfera que fiz, que me ensinou nem lembro mais o quê quando criei este blog, me passou um meme.
As regras deste meme são:
1.Dizer quem te presenteou com o selo e colocar o link do blog.
2.Copiar e responder o questionário.
3.Presentear cinco blogs com o selo e avisá-los sobre.
Mania:
Um monte, tanto é que já parei no psiquiatra. Minhas manias derivam todas da simetria. Meu olho é um prumo e um nível. Mas, de vez em quando eu gosto de descombinar e desequilibrar algo de propósito, e só aceito desequilíbrio assim, vai entender?
Pecado capital:
Apego nas minhas coisas. Não gosto de emprestar livros, roupas, CD’s e se faço fico com o coração apertado. Prefiro comprar algo igual e dar para a pessoa a me separar mesmo que temporariamente dos meus objetos.
Melhor cheiro do mundo:
De suorzinho de bebê.
Se dinheiro não fosse problema, o que eu faria:
Sairia comprando sempre, sem fazer contas. Compraria presentes também, muitos.
Casos de infância:
Só um: o medo fenomenal que eu tive de nascer um pé de feijão em mim ao ter surrupiado e engolido um feijão cru enquanto minha mãe escolhia feijões para o jantar. Sempre fui muito “Fantástico Mundo de Bobby”, pois imaginava e levava tudo ao pé da letra”.
Acredita que eu cruzei literalmente o cachorro da família, o Xinho, porque ouvi meu pai dizer que ele tava ficando estranho porque não tinha sido cruzado.
“Pronto vó, o Xinho não vai mais ser bobão, eu já cruzei ele!” e demonstrei atravessando o cachorro deitado e minha avó quase tendo uma síncope...
Só grande eu fui entender o que significava “cruzar”.
E, eis que acabei contando dois “causos”.
Habilidades como dona de casa:
Todas, sou muito prendada e não tenho problema nenhum em desempenhar tarefas domésticas. Não acho que isto me faz “menos gente”.
Frase:
"Amigo não se compra, adote um vira-latas".
Passeio para a alma:
Um bom livro e silêncio.
Passeio para o corpo:
25 de março serve?
O que me irrita:
Ter minha inteligência subestimada.
Palavra ou frase que usa muito:
Eu falo tanto que acho que não dá pra escolher uma palavra ou frase só.
Palavrão mais usado:
Caraleo!
Chuta o pau da barraca quando:
Sempre. No trânsito com gente lerda, gente que esquece de dar seta, gente que não dá passagem. Na fila do supermercado. E, com atendente grosseiro de qualquer comércio – o mínimo que eu exijo é respeito quando sou consumidora. Odeio gente aproveitadora. Falsos santos...
Perfume que usa no momento:
Egeo Dolce, Angel, Amor Amor Elixir e Sensuelle. Amo todos os perfumes beeeeeeem doces.
Elogio favorito:
A Carla é inteligente!
Talento oculto:
Meu sexto sentido!
Não importa o quanto seja moda, eu não usaria nem no meu enterro:
Macacão jeans com lycra, daqueles bem piriguetes.
Queria ter nascido sabendo:
Dançar.
Sou extremamente:
Romântica, apesar das aparências mostrarem o contrário.
Para dar continuidade, eu indico:
1.Ninguém, ando em falta com todo o universo blogueiro.
Quem quiser postar fique a vontade, me avise e eu vou ler.
domingo, 21 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Fazendo Arte
Eu acabei de perceber que realmente eu tenho síndrome de compulsão e tendência ao vício!
Tudo que eu gosto, eu gosto mesmo, muito, bastante! (É o lado positivo do bipolar falando!).
E de tudo que gosto, cosméticos em todas as suas variantes (esmaltes, cremes, perfumes e mais recentemente maquiagem) é uma das coisas que divide o topo da lista dos preferidos com livros, Melissas, temperos...
E agora dei para querer me profissionalizar na maquiagem. Sim, me profissionalizar, mas para mim apenas. Tudo que eu pego pra fazer quero fazer bem feito, do tipo achar que minha escova no cabelo fica mais bonita que a da cabelereira e minha unha melhor que muitas manicures por aí. Só falta levar este dom para a sombrancelha.
E, na onda da maquiagem, estou começando a montar minha coleçãozinha de pincéis, pois nos blogs da vida, que logo, logo farão parte do meu menu lateral (preciso de tempo), descobri que um pincel é tudo na vida de uma mulher. Com ele é que se consegue os milagres da arte de pintar o rosto. Como uma pessoa não rica, não posso me entupir de MAC assim de prima, então, posso apenas apresentar pra vocês meus queridinhos de acordo com as posses, incluindo aí pincéis de pintura artística (!), da Condor - que num bom garimpo são quase que idênticos aos exclusivos para cosméticos.

Na foto, meus novos filhinhos, estão recém lavados com shampoo neutro do jeito que eu aprendi com a super Marina. Tenho quase todos da nova coleção do O Boticário, dois da Bourjois, um pente de sobrancelha/sombra do conjunto xing ling da Avon e dois pincéis Condor (o maior com pelo natural e fofinho de ponei!). Estou esperando chegar um de blush/pó importado da Avon para ficar com a coleção básica quase completa.
E sigo no lema: "eu acredito em cosméticos"!
Tudo que eu gosto, eu gosto mesmo, muito, bastante! (É o lado positivo do bipolar falando!).
E de tudo que gosto, cosméticos em todas as suas variantes (esmaltes, cremes, perfumes e mais recentemente maquiagem) é uma das coisas que divide o topo da lista dos preferidos com livros, Melissas, temperos...
E agora dei para querer me profissionalizar na maquiagem. Sim, me profissionalizar, mas para mim apenas. Tudo que eu pego pra fazer quero fazer bem feito, do tipo achar que minha escova no cabelo fica mais bonita que a da cabelereira e minha unha melhor que muitas manicures por aí. Só falta levar este dom para a sombrancelha.
E, na onda da maquiagem, estou começando a montar minha coleçãozinha de pincéis, pois nos blogs da vida, que logo, logo farão parte do meu menu lateral (preciso de tempo), descobri que um pincel é tudo na vida de uma mulher. Com ele é que se consegue os milagres da arte de pintar o rosto. Como uma pessoa não rica, não posso me entupir de MAC assim de prima, então, posso apenas apresentar pra vocês meus queridinhos de acordo com as posses, incluindo aí pincéis de pintura artística (!), da Condor - que num bom garimpo são quase que idênticos aos exclusivos para cosméticos.
Na foto, meus novos filhinhos, estão recém lavados com shampoo neutro do jeito que eu aprendi com a super Marina. Tenho quase todos da nova coleção do O Boticário, dois da Bourjois, um pente de sobrancelha/sombra do conjunto xing ling da Avon e dois pincéis Condor (o maior com pelo natural e fofinho de ponei!). Estou esperando chegar um de blush/pó importado da Avon para ficar com a coleção básica quase completa.
E sigo no lema: "eu acredito em cosméticos"!
sábado, 23 de maio de 2009
Amor
Acompanhando a letra da música do Marcus Vianna vou confessar aqui o que realmente move minha vida.
Ao contrário do que muita gente que me conhece pensa, do que minha imagem passa e até mesmo do que eu escrevo, não é o trabalho, a garra, a força, ou qualquer outra coisa que minha personalidade forte possa passar, é o AMOR, com letras garrafais mesmo, o que me faz seguir em frente. O que me faz suspirar e ter forças para levantar a cada dia.
Pieguice máxima que espanta quem vê a Carlinha guerreira, desbocada, tatuada, cabelos vermelhos, cara de pau.
Máscara? Talvez. Ou melhor, com certeza. No fundo sou a pisciana romântica nata.
A letra da música reflete o momento, ou quiçá, todos os momentos desta minha vida. E, embora tenha passado os últimos meses escutando-a diariamente quando assistia a novela O Clone e chegando a ter raiva do refrão toda hora que a Jade olhava pro Lucas, parei nas últimas semanas para prestar atenção na letra.
Minha maneira de ver e encarar o amor totalmente transformada em letra de música. Meu "eu".
Brega? E daí? Já que estou pagando o mico mesmo. Vou até desenhar!!!
Ah! Se pudéssemos contar
As voltas que a vida dá
Pra que a gente possa
Encontrar um grande amor...
É como se pudéssemos contar
Todas estrelas do céu
Os grãos de areia desse mar
Ainda assim...
Não tenho medo de morrer solteira, de não usar um vestido de noiva, de não jogar bouquet e o escambau (tá, até deve ser legal passar por todo este ritual que deve levar uma grana preta da gente), mas, confesso, meu medo maior é ver a vida passar em branco. E passar em branco, para mim, significa não amar e ser amada. Não perder o fôlego de tanto amor e paixão que parecem explodir dentro do peito.
Pobre coração
O dos apaixonados
Que cruzam o deserto
Em busca de um oásis em flor
Arriscando tudo por
Uma miragem
Pois sabem que há uma fonte
Oculta nas areias...
Amar de verdade, de doer. Amar de te fazer querer mudar de planos, de trocar de ares (mas, sem jamais perder sua essência), sem medo de deixar a segurança da rotina de quem tem medo, de quem é racional...
Bem aventurados
Os que dela bebem
Porque para sempre
Serão consolados...
E assim, amando, sinto que estou viva. Só assim...
Somente por amor
A gente põe a mão
No fogo da paixão
E deixa se queimar
Somente por amor...
Não há dinheiro, luxo, fama, posição, glamour que seja tão atraente... Nada na vida justifica correr riscos insanos se não for por amor.
Movemos terra e céus
Rasgando sete véus
Saltamos do abismo
Sem olhar pra trás
Somente por amor
E a vida se refaz...
Quebrando a cara, caindo, sentindo dor, rasgando o peito. Se não for o suficiente pra te fazer "saltar do abismo, sem olhar pra trás" não é amor que tenha valido a pena.
E mesmo que meu momento atual seja o de estar repensando, de estar sentindo que talvez eu não aguente mais... Mesmo que eu queira dar uma de Forest Gump e sair correndo, se o amor não provocar tudo isto, não terá sido o bastante. Não terá sido amor.
E mesmo que o amor machuque, não mata. Um dia a gente levanta, faz uns curativos, ganha mais uma cicatriz, e... E lá vou eu me jogando novamente, às vezes na mesma comédia romântica, sempre correndo atrás do que realmente importa: o amor.
Porque...
A vida se refaz
E a morte não é mais
Pra nós!...
Ao contrário do que muita gente que me conhece pensa, do que minha imagem passa e até mesmo do que eu escrevo, não é o trabalho, a garra, a força, ou qualquer outra coisa que minha personalidade forte possa passar, é o AMOR, com letras garrafais mesmo, o que me faz seguir em frente. O que me faz suspirar e ter forças para levantar a cada dia.
Pieguice máxima que espanta quem vê a Carlinha guerreira, desbocada, tatuada, cabelos vermelhos, cara de pau.
Máscara? Talvez. Ou melhor, com certeza. No fundo sou a pisciana romântica nata.
A letra da música reflete o momento, ou quiçá, todos os momentos desta minha vida. E, embora tenha passado os últimos meses escutando-a diariamente quando assistia a novela O Clone e chegando a ter raiva do refrão toda hora que a Jade olhava pro Lucas, parei nas últimas semanas para prestar atenção na letra.
Minha maneira de ver e encarar o amor totalmente transformada em letra de música. Meu "eu".
Brega? E daí? Já que estou pagando o mico mesmo. Vou até desenhar!!!
Ah! Se pudéssemos contar
As voltas que a vida dá
Pra que a gente possa
Encontrar um grande amor...
É como se pudéssemos contar
Todas estrelas do céu
Os grãos de areia desse mar
Ainda assim...
Não tenho medo de morrer solteira, de não usar um vestido de noiva, de não jogar bouquet e o escambau (tá, até deve ser legal passar por todo este ritual que deve levar uma grana preta da gente), mas, confesso, meu medo maior é ver a vida passar em branco. E passar em branco, para mim, significa não amar e ser amada. Não perder o fôlego de tanto amor e paixão que parecem explodir dentro do peito.
Pobre coração
O dos apaixonados
Que cruzam o deserto
Em busca de um oásis em flor
Arriscando tudo por
Uma miragem
Pois sabem que há uma fonte
Oculta nas areias...
Amar de verdade, de doer. Amar de te fazer querer mudar de planos, de trocar de ares (mas, sem jamais perder sua essência), sem medo de deixar a segurança da rotina de quem tem medo, de quem é racional...
Bem aventurados
Os que dela bebem
Porque para sempre
Serão consolados...
E assim, amando, sinto que estou viva. Só assim...
Somente por amor
A gente põe a mão
No fogo da paixão
E deixa se queimar
Somente por amor...
Não há dinheiro, luxo, fama, posição, glamour que seja tão atraente... Nada na vida justifica correr riscos insanos se não for por amor.
Movemos terra e céus
Rasgando sete véus
Saltamos do abismo
Sem olhar pra trás
Somente por amor
E a vida se refaz...
Quebrando a cara, caindo, sentindo dor, rasgando o peito. Se não for o suficiente pra te fazer "saltar do abismo, sem olhar pra trás" não é amor que tenha valido a pena.
E mesmo que meu momento atual seja o de estar repensando, de estar sentindo que talvez eu não aguente mais... Mesmo que eu queira dar uma de Forest Gump e sair correndo, se o amor não provocar tudo isto, não terá sido o bastante. Não terá sido amor.
E mesmo que o amor machuque, não mata. Um dia a gente levanta, faz uns curativos, ganha mais uma cicatriz, e... E lá vou eu me jogando novamente, às vezes na mesma comédia romântica, sempre correndo atrás do que realmente importa: o amor.
Porque...
A vida se refaz
E a morte não é mais
Pra nós!...
(A Miragem - Marcus Viana)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
AcupunCurada
E assim, acupunCurada, sigo em frente e tomando a frente de correr atrás dos meus sonhos. Não desistir do que desejo, enfim, a tal decisão de ter metas e segui-las está funcionando.
Acupuntura
Nunca que ninguém me chamou de estressada (coisa que eu achava que era mesmo, e com orgulho, às vezes) de maneira tão delicada.
A semana retrasada minha amiga de trabalho, que eu chamo de filha, ao me ver entrar na sala maldizendo um puxa-sacos que em vez de trabalhar procura fazer da vida dos outros um inferno, pegou no telefone e marcou a consulta, porque meu convênio atendia e me "obrigou" a ir. Porque eu até achava legal, falava que um dia, quando desse tempo eu iria e coisas do tipo.
Caraca, parece que foi premeditado. Existem anjos com este dom, e eu nem duvido mais.
Porque depois de agendada a consulta eu descobri uma coisa horrível, uma notícia que me deixou sem chão por todo um fim de semana.
Chego no consultório do médico, finalmente, sem nem conseguir falar. Não sei que diabos aquele homem fez, mas deitada, toda furada (até que foi pouco, indo curar meu estress eu achava que viraria uma almofada de costureira espetar agulhas), com umas sementinhas de mostarda na orelha e, muuuuuuuito descrente, eu começo a sentir o meu corpo relaxar, sim, eu consegui sentir os músculos se soltando e uma enorme vontade de rir.
Tomei a frente dos problemas com clareza e achei solução. Equilíbrio. Sim, não sou estressada, apenas não sabia onde encontrar a minha sanidade.
Confesso que duvidei que aqueles simples grãozinhos pudessem me transformar assim num ser evoluído que não xinga mais no trânsito, ignora o ignorante e consegue dizer bom dia de verdade antes mesmo de tomar o meu indispensável café.
Amanhã tem mais e o médico se lascou, vai ter que operar umas agulhadas de expulsão da vida dele, porque pelo jeito eu viciei.
A semana retrasada minha amiga de trabalho, que eu chamo de filha, ao me ver entrar na sala maldizendo um puxa-sacos que em vez de trabalhar procura fazer da vida dos outros um inferno, pegou no telefone e marcou a consulta, porque meu convênio atendia e me "obrigou" a ir. Porque eu até achava legal, falava que um dia, quando desse tempo eu iria e coisas do tipo.
Caraca, parece que foi premeditado. Existem anjos com este dom, e eu nem duvido mais.
Porque depois de agendada a consulta eu descobri uma coisa horrível, uma notícia que me deixou sem chão por todo um fim de semana.
Chego no consultório do médico, finalmente, sem nem conseguir falar. Não sei que diabos aquele homem fez, mas deitada, toda furada (até que foi pouco, indo curar meu estress eu achava que viraria uma almofada de costureira espetar agulhas), com umas sementinhas de mostarda na orelha e, muuuuuuuito descrente, eu começo a sentir o meu corpo relaxar, sim, eu consegui sentir os músculos se soltando e uma enorme vontade de rir.
Tomei a frente dos problemas com clareza e achei solução. Equilíbrio. Sim, não sou estressada, apenas não sabia onde encontrar a minha sanidade.
Confesso que duvidei que aqueles simples grãozinhos pudessem me transformar assim num ser evoluído que não xinga mais no trânsito, ignora o ignorante e consegue dizer bom dia de verdade antes mesmo de tomar o meu indispensável café.
Amanhã tem mais e o médico se lascou, vai ter que operar umas agulhadas de expulsão da vida dele, porque pelo jeito eu viciei.
domingo, 5 de abril de 2009
O que falta?
Estava lendo à pouco na comunidade Fanáticas por Dança do Ventre do orkut a entrevista de uma amiga, a Dina (para mim as pessoas virtuais podem ser tão amigas quanto às reais). Enfim, lendo as respostas dela na trajetória de seus dois anos de aprendizado na dança do ventre, fiquei com "inveja" do seu caminho percorrido.
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.
Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.
Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.
Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.
Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.
Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!
O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).
Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.
E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.
Inshallah!
Ela mostrou que está seguindo um caminho de aprendizado, bem centrado. Estudando ritmos, menciona dificuldades, já sabe em que nível se encontra e etc.
Eu, que pratiquei aulas por cerca de um ano (parei no fim do ano passado com a promessa de procurar uma escola perto de casa) não tenho esta propriedade toda.
Minhas respostas seriam vagas, no lugar dela, seriam um "não sei", "quero saber", "sei que preciso saber mas não me ensinaram" e afins.
Pensar sobre isto me deu um estalo. A Dina, na dança, tem metas traçadas, sabe aonde quer ir.
E eu? Eu fico no tudo ao mesmo tempo agora, sem metas definidas, fazendo tudo e fazendo nada.
Sei que quero aprender dança. Mas quantas vezes eu procurei uma escola/professora que me ensinasse realmente do jeito que quero?
Eu fico apenas achando que na hora certa aquela mulher maravilhosa, legal e que mora perto de casa, que de quebra ensina num horário conveniente, que será inteligente o bastante para saber a teoria dos ritmos, ter sabedoria para me ensinar a decifrar músicas e toda a didática do mundo para me fazer aprender movimentos cairá do céu. Cruzará comigo no meio da rua.
Isto da dança eu levo para todos os aspectos da minha vida.
Quem me vê de fora me acha decidida, dona do nariz. Só que no fundo, acabei percebendo com uma entrevista despretenciosa que tenho que ter metas. E segui-lás.
Tirando o meu trabalho que vem sendo a veia mestra da minha vida, que é onde eu me realizo e onde oportunidades caem do céu (sim graças a Deus), e que embora não me dêem grana suficiente hoje para realizar todos os meus sonhos, pelo menos vem de encontro com o que planejo para o futuro: adquirir experiência na área habitacional, aprender muito fazendo (haja trabalho que eu abrace) e contatos profissionais.
Sei que não quero me trancar num escritório de construtora e me fechar no mercado de trabalho num único nicho, então o emprego público vem a calhar com meus sonhos.
Não vou me restringir à isto neste texto, porque iriam muito mais parágrafos para dizer o porque sou feliz e acho que pelo menos nisto deu certo.
Agora por que o trabalho, dá certo? Isto é respondido pela falta de meta (e por consequência realizações nas outras áreas da vida). Então meus sonhos são preenchidos com isto.
Mas, por outro lado, por consequência do trabalho (sem estabilidade, acabamos de mudar de prefeito e de sigla, tipo do Palmeiras para o Corinthians, e o salário não ser grande) eu evito dívidas que realizariam sonhos concretos no quesito bens adquiridos. Continuarei com meu carro ano 1991 sem previsão de mudança. Comprar uma casa própria a curto prazo não pode ser parte dos meus planos (a menos que a entrada seja um outro presente dos céus e a prestação baixinha). Até trocar de celular (que eu gostaria) não chega a ser uma prosposta nas minhas despesas dos próximos meses. E aí? Tá na hora de rever metas. Estou na casa dos trinta anos!
O amor, indefinido, estendi uma bandeira da paz estes dias. Mas não soube, ou não soubemos, partilhar sonhos, não sentamos nunca para conversar seriamente sobre futuro. Fica sempre naquela do vamos, quem sabe, um dia, quando ele sair do doutorado, quando o projeto tal se concretizar e assim vai indo. Eterno namoro sem prazo de virar coisa séria. Quando eu cobro, do nada, num surto de loucura, perco a noção da pressão. Mas, também chega de divagar sobre isto. Se eu faço pressão demais é porque a outra parte também não sabe me trazer para vida real. Deixa prá lá. Não saber nem se no próximo feríado ficaremos juntos já é falta de meta demais na vida de um casal (dá um desconto pela crise que passamos e não tenho certeza se desta vez ela terá um desfecho feliz).
Logo, concluo, que preciso traçar planos concretos. Que caibam no meu dia.
Mas, antes de traçar estas metas, vou colocar a cabeça para funcionar e ver o que realmente eu quero para mim.
Definir o que vai ser importante e o que cabe no meu tempo, porque até ele está curto dada à falta de organização em que me vejo.
E este será o primeiro item da minha lista, decidir o que eu quero, o que me faz bem. Jogar fora o que não presta e só toma meu tempo. Descartar sonhos não realizáveis e depois disto, como boa engenheira que sou, fazer um cronograma e segui-lo.
Inshallah!
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terça-feira, 24 de março de 2009
Está chegando a hora de ir...
Depois, quando O Clone acabar, e o milhão de providências para eu resolver antes da hora da mudança, eu venho contar.
Só para esclarecer:
O prefeito aí do post de baixo é o prefeito que é o meu chefe. O novo chefe da cidade que eu trabalho... Se eu xingasse, quase na porta do trabalho (que é a prefeitura) quem ía fazer barbeiragens era eu.
Só para esclarecer:
O prefeito aí do post de baixo é o prefeito que é o meu chefe. O novo chefe da cidade que eu trabalho... Se eu xingasse, quase na porta do trabalho (que é a prefeitura) quem ía fazer barbeiragens era eu.
terça-feira, 17 de março de 2009
Me livrei de uma...
Gente, eu lembrei que tenho blog (logo vou "lembrar" que meus amigos também têm - esperem O Clone acabar, please).
E eu estava esquecendo de contar uma coisa engraçada. Eu e meu jeito paga mico de ser. Vivo pagando mico, caindo, derrubando e mexendo com a pessoa errada.
Desta vez Deus deu um jeito de me segurar.
Estou indo, mais uma vez em cima da hora para o trabalho, e quando isto acontece parece que todos os lerdos do mundo resolvem colocar o carro na minha frente e fazer barbeiragens.
Não sou de segurar o verbo não. Buzino, xingo, pergunto se não tem seta e etc. Porque gente com porte de arma sem saber usar na minha frente é a morte.
Eis que pertinho da prefeitura, um ser resolve parar o carro no meio da rua, começa a conversar com uns funcionários da limpeza do município.
Decido ultrapassar. O "esperto" resolve sair na mesma hora, sem dar seta. E ainda na minha frente anda, tomando conta das duas pistas da rua, a passos de tartaruga.
Tudo bem, resolvi nem mexer com a pessoa. Estava chegando, faltava pouco, resolvi poupar a fadiga.
Pessoas, vocês não sabem do que me livre? Quando ele faz a curva, devagar, claro, na minha frente eu vislumbro no banco do motorista, dirigindo o carro maledeto, o perfil de nada mais nada menos que o prefeito da cidade em que trabalho.
Ufa, esta foi por pouco.
E eu estava esquecendo de contar uma coisa engraçada. Eu e meu jeito paga mico de ser. Vivo pagando mico, caindo, derrubando e mexendo com a pessoa errada.
Desta vez Deus deu um jeito de me segurar.
Estou indo, mais uma vez em cima da hora para o trabalho, e quando isto acontece parece que todos os lerdos do mundo resolvem colocar o carro na minha frente e fazer barbeiragens.
Não sou de segurar o verbo não. Buzino, xingo, pergunto se não tem seta e etc. Porque gente com porte de arma sem saber usar na minha frente é a morte.
Eis que pertinho da prefeitura, um ser resolve parar o carro no meio da rua, começa a conversar com uns funcionários da limpeza do município.
Decido ultrapassar. O "esperto" resolve sair na mesma hora, sem dar seta. E ainda na minha frente anda, tomando conta das duas pistas da rua, a passos de tartaruga.
Tudo bem, resolvi nem mexer com a pessoa. Estava chegando, faltava pouco, resolvi poupar a fadiga.
Pessoas, vocês não sabem do que me livre? Quando ele faz a curva, devagar, claro, na minha frente eu vislumbro no banco do motorista, dirigindo o carro maledeto, o perfil de nada mais nada menos que o prefeito da cidade em que trabalho.
Ufa, esta foi por pouco.
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