Depois, quando O Clone acabar, e o milhão de providências para eu resolver antes da hora da mudança, eu venho contar.
Só para esclarecer:
O prefeito aí do post de baixo é o prefeito que é o meu chefe. O novo chefe da cidade que eu trabalho... Se eu xingasse, quase na porta do trabalho (que é a prefeitura) quem ía fazer barbeiragens era eu.
terça-feira, 24 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Me livrei de uma...
Gente, eu lembrei que tenho blog (logo vou "lembrar" que meus amigos também têm - esperem O Clone acabar, please).
E eu estava esquecendo de contar uma coisa engraçada. Eu e meu jeito paga mico de ser. Vivo pagando mico, caindo, derrubando e mexendo com a pessoa errada.
Desta vez Deus deu um jeito de me segurar.
Estou indo, mais uma vez em cima da hora para o trabalho, e quando isto acontece parece que todos os lerdos do mundo resolvem colocar o carro na minha frente e fazer barbeiragens.
Não sou de segurar o verbo não. Buzino, xingo, pergunto se não tem seta e etc. Porque gente com porte de arma sem saber usar na minha frente é a morte.
Eis que pertinho da prefeitura, um ser resolve parar o carro no meio da rua, começa a conversar com uns funcionários da limpeza do município.
Decido ultrapassar. O "esperto" resolve sair na mesma hora, sem dar seta. E ainda na minha frente anda, tomando conta das duas pistas da rua, a passos de tartaruga.
Tudo bem, resolvi nem mexer com a pessoa. Estava chegando, faltava pouco, resolvi poupar a fadiga.
Pessoas, vocês não sabem do que me livre? Quando ele faz a curva, devagar, claro, na minha frente eu vislumbro no banco do motorista, dirigindo o carro maledeto, o perfil de nada mais nada menos que o prefeito da cidade em que trabalho.
Ufa, esta foi por pouco.
E eu estava esquecendo de contar uma coisa engraçada. Eu e meu jeito paga mico de ser. Vivo pagando mico, caindo, derrubando e mexendo com a pessoa errada.
Desta vez Deus deu um jeito de me segurar.
Estou indo, mais uma vez em cima da hora para o trabalho, e quando isto acontece parece que todos os lerdos do mundo resolvem colocar o carro na minha frente e fazer barbeiragens.
Não sou de segurar o verbo não. Buzino, xingo, pergunto se não tem seta e etc. Porque gente com porte de arma sem saber usar na minha frente é a morte.
Eis que pertinho da prefeitura, um ser resolve parar o carro no meio da rua, começa a conversar com uns funcionários da limpeza do município.
Decido ultrapassar. O "esperto" resolve sair na mesma hora, sem dar seta. E ainda na minha frente anda, tomando conta das duas pistas da rua, a passos de tartaruga.
Tudo bem, resolvi nem mexer com a pessoa. Estava chegando, faltava pouco, resolvi poupar a fadiga.
Pessoas, vocês não sabem do que me livre? Quando ele faz a curva, devagar, claro, na minha frente eu vislumbro no banco do motorista, dirigindo o carro maledeto, o perfil de nada mais nada menos que o prefeito da cidade em que trabalho.
Ufa, esta foi por pouco.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Maktub
Surpresa teoricamente é uma coisa inesperada.
Mas, tem acontecimentos na vida de um ser humano, que procura acreditar sempre na bondade humana, que nem sempre é inesperado, ou não é o que se poderia chamar de surpresa. Tantos sinais, tantos avisos e deslizes... Surpresa seria se não acontecesse.
Complicado?
Complicado é perceber os furos de sempre, os erros cometidos há anos luz, as promessas sempre deixando de serem cumpridas, a personalidade se revelando uma farsa em busca de aplausos.
Um dia a máscara cai. Maktub (estava escrito).
O bom disto tudo é que quem sabe desta vez viro PHD em descobrir com antecedência as facetas dos que querem te transformar em divã, te usar por longos períodos, até se consertar e desfrutar a felicidade nos braços de outra.
Estou de mudança...
Mas, tem acontecimentos na vida de um ser humano, que procura acreditar sempre na bondade humana, que nem sempre é inesperado, ou não é o que se poderia chamar de surpresa. Tantos sinais, tantos avisos e deslizes... Surpresa seria se não acontecesse.
Complicado?
Complicado é perceber os furos de sempre, os erros cometidos há anos luz, as promessas sempre deixando de serem cumpridas, a personalidade se revelando uma farsa em busca de aplausos.
Um dia a máscara cai. Maktub (estava escrito).
O bom disto tudo é que quem sabe desta vez viro PHD em descobrir com antecedência as facetas dos que querem te transformar em divã, te usar por longos períodos, até se consertar e desfrutar a felicidade nos braços de outra.
Estou de mudança...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Viciada
Como seu eu não tivesse nada para fazer.
Como se meu emprego velho com chefes novos não estivessem sugando o máximo do meu tempo.
Como se meus dois novos gatinhos (Habibi e Ayuni) não fizessem da minha casa um pardieiro, com direito a pelo menos dez baratas capturadas por noite para eu limpar.
Como se minha vida não estivesse de ponta cabeça (talvez por causa do inferno astral que acaba agora no próximo dia 24).
E mais outras trocentas coisas e compromissos que me sugam todos os dias...
Eu pego e invento de assistir novamente a novela O Clone.
Estou baixando os capítulos através dos links de uma comunidade no Orkut - aqui.
Pra quem ficou curioso, uma amostra no Youtube (que só tem os cinco primeiros episódios em português):
Em breve eu retomo minha vida de blogueira. "Só" faltam 140 capítulos!
Como se meu emprego velho com chefes novos não estivessem sugando o máximo do meu tempo.
Como se meus dois novos gatinhos (Habibi e Ayuni) não fizessem da minha casa um pardieiro, com direito a pelo menos dez baratas capturadas por noite para eu limpar.
Como se minha vida não estivesse de ponta cabeça (talvez por causa do inferno astral que acaba agora no próximo dia 24).
E mais outras trocentas coisas e compromissos que me sugam todos os dias...
Eu pego e invento de assistir novamente a novela O Clone.
Estou baixando os capítulos através dos links de uma comunidade no Orkut - aqui.
Pra quem ficou curioso, uma amostra no Youtube (que só tem os cinco primeiros episódios em português):
Em breve eu retomo minha vida de blogueira. "Só" faltam 140 capítulos!
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Noivos

Simples assim, meio brega. Para coroar nossos anos e anos e idas e vindas, ele e eu ficamos noivos. Maktub.
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domingo, 11 de janeiro de 2009
Minhas Eco Bags
Gentem, que eu ando me sentindo chique. Andar com minhas eco bags por aí me faz me sentir assim.
E a cara de espanto dos vendedores quando digo que não preciso das suas sacolas plásticas faz valer qualquer passeio.
E mesmo há um bom tempo sem trazer mais delas pra casa, ainda tenho um estoque considerável que armazenei quando as usava com as compras do supermercado. E são nelas que jogo fora meu lixo orgânico que, por morar em zona urbana, fico sem opção de aproveitamento (como transformar em adubo, por exemplo).
Sobre o lixo reciclável, na minha cidade não há coleta seletiva, mas mesmo assim eu faço a separação.
Porque desde que o mundo é mundo, existem diferenças gritantes de classes sociais e, por causa delas, existem os catadores "anônimos" de recicláveis, daqueles que andam puxando uma carrocinha, normalmente acompanhados de vários vira-latas.
É para eles que separo os meus. Lavo e reservo num canto da cozinha que não me atrapalha. Aí, quando tem quantidade suficiente pra encher uma caixa (também para reciclar), coloco na calçada e eles levam embora pra vender e ganhar uns trocos.
Não acho isto nobre, pois sei muito bem que eles poderiam estar sendo assistidos por um órgão público, organizados numa cooperativa e vivendo com segurança e dignidade como qualquer outro cidadão também trabalhador.
Mas, enquanto isto tudo não ocorre, sigo fazendo a minha pequena parte e, o que é melhor, me sentindo chique, na" última moda", batendo pernas com minhas eco bags pra todo lado.
E pra quem ainda não se convenceu, um argumento forte: elas são tão mais resistentes e seguras, que você pode voltar com a garrafa de vinho e a de refrigerante "fazendo peso" por dentro, que elas não correm o risco de estourar como as de plástico.
E, na maior cara de pau, me despeço poupando quem ainda lê este blog das desculpas esfarrapadas da minha ausência por aqui.
Feliz 2009!
E a cara de espanto dos vendedores quando digo que não preciso das suas sacolas plásticas faz valer qualquer passeio.
E mesmo há um bom tempo sem trazer mais delas pra casa, ainda tenho um estoque considerável que armazenei quando as usava com as compras do supermercado. E são nelas que jogo fora meu lixo orgânico que, por morar em zona urbana, fico sem opção de aproveitamento (como transformar em adubo, por exemplo).
Sobre o lixo reciclável, na minha cidade não há coleta seletiva, mas mesmo assim eu faço a separação.
Porque desde que o mundo é mundo, existem diferenças gritantes de classes sociais e, por causa delas, existem os catadores "anônimos" de recicláveis, daqueles que andam puxando uma carrocinha, normalmente acompanhados de vários vira-latas.
É para eles que separo os meus. Lavo e reservo num canto da cozinha que não me atrapalha. Aí, quando tem quantidade suficiente pra encher uma caixa (também para reciclar), coloco na calçada e eles levam embora pra vender e ganhar uns trocos.
Não acho isto nobre, pois sei muito bem que eles poderiam estar sendo assistidos por um órgão público, organizados numa cooperativa e vivendo com segurança e dignidade como qualquer outro cidadão também trabalhador.
Mas, enquanto isto tudo não ocorre, sigo fazendo a minha pequena parte e, o que é melhor, me sentindo chique, na" última moda", batendo pernas com minhas eco bags pra todo lado.
E pra quem ainda não se convenceu, um argumento forte: elas são tão mais resistentes e seguras, que você pode voltar com a garrafa de vinho e a de refrigerante "fazendo peso" por dentro, que elas não correm o risco de estourar como as de plástico.
E, na maior cara de pau, me despeço poupando quem ainda lê este blog das desculpas esfarrapadas da minha ausência por aqui.
Feliz 2009!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Mahaila Amura - Véu
Para quem entende de dança do ventre (dança oriental, bellydance, raqs shark ou o diabo a quatro) já aviso: nem adianta vir com olhão crítico, pois sou apenas uma iniciante.
Para os meus amigos, aqueles que me conhecem e sabem da minha falta de talento para a dança e que sabem que eu pulei a fila da coordenação motora quando nasci, está aí uma demonstração do que eu já "consigo fazer" com um ano de aulas de dança do ventre (faltando em cerca de 50% das vezes, assumo): minha primeira apresentação com véu, com a coreografia totalmente idealizada por mim.
sábado, 18 de outubro de 2008
Votem contra (protegendo os animais)
Pedindo a colaboração de todos, votem contra este absurdo, por favor. Só a nossa união pode vencer estes desalmados que querem transformar em esporte o sacrifício de pobres animais.
http://www.ibama.gov.br/2008/10/enquete-voce-e-contra-ou-a-favor-a-caca-amadora/
http://www.ibama.gov.br/2008/10/enquete-voce-e-contra-ou-a-favor-a-caca-amadora/
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