Não precisa ler nem comentar, ninguém vai entender.
Meu senso do que deve ser escrito está muito mais crítico do que a somatória de todas as correções já feitas em todas as postagens deste blog...
Momento de renovar. Como não sou de jogar nada fora (o apego material em coisas que me trazem recordação é de proporções gigantescas na minha vida) talvez eu mude meu jeito de escrever... Talvez mude o foco do que ando escrevendo.
Pensando bem, acho que neste blog nunca tive um foco fixo mesmo. Talvez ter um foco?
O fato é que eu andei lendo o passado registrado neste domínio de minha propriedade... Acho que não era o que eu queria...
Enfim, o que ficar registrado agora, depois que eu clicar no "publicar postagem" deste post talvez não seja compreendido (e nem é para ser) logo, nem precisa ser comentado.
Servirá para eu lembrar que eu quero dar um rumo novo às idéias...
Estou num momento de faxina na vida.
Talvez por isto eu tenha sido tentada a dar aquela geral no guarda-roupas. É inerente ao ser humano limpar a casa, organizar a mesa de trabalho, doar roupas (mesmo com o tal do apego material) quando sente que está perdendo o foco do que se deseja. Lava a alma por dentro.
Estou também com medo do desemprego no ano que vem...
Preciso focar no trabalho, na carreira... Parar de querer tudo e ver se com 31 anos decido de vez o caminho que quero seguir para sempre.
Queria era passar num concurso público, não ter mais um mundo de contas para pagar todo mês, comprar um terreno, construir minha casa, aprender a resistir bravamente ao consumismo (livros, dvd's, sapatos, bolsas, cosméticos, artigos técnicos e tecnológicos, doces, produtos de pet shop, acessórios de dança do ventre...).
Ah, tenho que aprender a me vender - como profissional liberal.
Mas puta merda, dia destes fui ver uma obra, cobrei 10 reais o metro quadrado do projeto (o mínimo que a ética manda cobrar em nossa área). Não é que o cara cotou com um ex-professor - um mesmo que uma vez me ligou no celular que não sei como conseguiu o número para me xingar porque eu dei um comunique-se (lista de coisas a corrigir) num projeto dele, que estava errado, ele dizia que por ter sido meu professor eu não poderia achar erros nele (!!!!) - então, voltando ao assunto, este féla que pensa que me ensinou algo, cobrou metade do preço e ainda forneceu o levantamento planialtimétrico de graça.
Meus colegas de trabalho ao saber do caso, estão até pensando em montar uma associação para poder denunciar ele, e outros, ao CREA.
Enfim, ao cara que quer ter a sua obra, boa sorte com o projeto do Arquiteto Nilton Humberto Melão - também vereador em Barueri.
Agora eu vou dormir.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Um post para mim mesma
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Ah o tempo...
Tempo que anda curto novamente.
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...
Maior que minha falta de tempo (desculpem-me amigos blogueiros) só a preguiça-mor do J. que inventou de secar as panelas que ele lavou no fogo da boca do fogão...
É ele tenta me ajudar...
quarta-feira, 19 de março de 2008
Piercing
Numa ida ao Centro (eu adoro ir ao Centro de São Paulo) descobri com minha amiga uma ponta de estoque da Cavalera. Nunca imaginei usando roupas das marcas que fazem desfiles dos Fashion's Week's da vida, mas lá estava acessível para mim e tinha roupas que eu gostei e pude comprar.
Adoro ser diferente, talvez por isto, nem ligue mais para o fato de ter um piercing. Eu coloquei o meu no dia 5 de fevereiro de 1996, o meu primeiro salário com estagiária de Edificações lá nos Correios. Corri para a Galeria do Rock e voltei perfurada na barriga.
Choquei geral. Eu era o comentário da escola, da família, da vizinhança. Alvo dos olhares no trem que eu pegava quatro vezes por dia.
Depois que a tal da Carla Perez (que ódio ser homônima desta peça) colocou, e aí não era mais a diferença num corpo, era praticamente obrigação de qualquer pretensa a poposuda...
Mesmo assim, dia destes comprei um piercing de caverinha, com os olhos vermelhos, meio punk chique. Mas, exibir, só para o J.
Adoro ser diferente, talvez por isto, nem ligue mais para o fato de ter um piercing. Eu coloquei o meu no dia 5 de fevereiro de 1996, o meu primeiro salário com estagiária de Edificações lá nos Correios. Corri para a Galeria do Rock e voltei perfurada na barriga.
Choquei geral. Eu era o comentário da escola, da família, da vizinhança. Alvo dos olhares no trem que eu pegava quatro vezes por dia.
Depois que a tal da Carla Perez (que ódio ser homônima desta peça) colocou, e aí não era mais a diferença num corpo, era praticamente obrigação de qualquer pretensa a poposuda...
Mesmo assim, dia destes comprei um piercing de caverinha, com os olhos vermelhos, meio punk chique. Mas, exibir, só para o J.
domingo, 16 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
O que não ficou explicado e mais algumas coisinhas
Às vezes eu não quero ser compreendida na hora, mas nunca me recuso a explicar o que faço. Acho que quem tem blog sofre deste mal, adora se expor, dizer como é a vida, colocar em pauta sua opinião e afins.
Enfim, alguns projetos eu prefiro não assinar ainda. Trabalho no departamento de aprovação de projetos de uma cidade. Apesar de sermos em quatro profissionais que podem se revesar e uma aprovar o projeto da outra (sempre exigimos mais de nós mesmas do que dos outros), não quero, ainda, assinar projetos na cidade onde eu aprovo os projetos particulares.
Por outro lado, quando aceitei o departamento de controle urbano, que é o que aprova projetos, foi com a condição de que pudesse permanecer no departamento de habitação, aquele que faz projetos - projetos públicos, obras públicas e, no nosso caso, habitações de interesse social. Projetos em parceria com o governo federal (de onde vem os financiamentos) para a população carente da cidade.
Me orgulha ver que além da ação social, que não tem preço que pague, saber que conseguimos coisas com nossa força de vontade.
Virar noites, trabalhar em feríados para conseguir verbas, dando o sangue, para no final conseguir porque nossos projetos são bons. Ser pioneiros. Participar.
Aprender a lidar com a "burrocracia" de muitos órgãos. Conhecer leis (as ambientais são as piores). Tudo isto, no final não terá preço.
Vou olhar para trás um dia e ver o que fiz, o que ficou de bom.
Vou olhar para trás e ver meu curriculum. Sentirei orgulho.
Uma das mágicas da construção civil é poder transformar sonhos em concreto (com e sem trocadilhos).
Enfim, alguns projetos eu prefiro não assinar ainda. Trabalho no departamento de aprovação de projetos de uma cidade. Apesar de sermos em quatro profissionais que podem se revesar e uma aprovar o projeto da outra (sempre exigimos mais de nós mesmas do que dos outros), não quero, ainda, assinar projetos na cidade onde eu aprovo os projetos particulares.
Por outro lado, quando aceitei o departamento de controle urbano, que é o que aprova projetos, foi com a condição de que pudesse permanecer no departamento de habitação, aquele que faz projetos - projetos públicos, obras públicas e, no nosso caso, habitações de interesse social. Projetos em parceria com o governo federal (de onde vem os financiamentos) para a população carente da cidade.
Me orgulha ver que além da ação social, que não tem preço que pague, saber que conseguimos coisas com nossa força de vontade.
Virar noites, trabalhar em feríados para conseguir verbas, dando o sangue, para no final conseguir porque nossos projetos são bons. Ser pioneiros. Participar.
Aprender a lidar com a "burrocracia" de muitos órgãos. Conhecer leis (as ambientais são as piores). Tudo isto, no final não terá preço.
Vou olhar para trás um dia e ver o que fiz, o que ficou de bom.
Vou olhar para trás e ver meu curriculum. Sentirei orgulho.
Uma das mágicas da construção civil é poder transformar sonhos em concreto (com e sem trocadilhos).
terça-feira, 11 de março de 2008
Criando meu acervo
Enfim, meu projeto da área de lazer (particular) está saindo... Mas, não sou eu quem vai assinar.
Na contramão, no lado bom, acabei de recolher minhas primeiras ART's pela prefeitura.
Responsabilidade por Conjuntos Habitacionais de Interesse Social (neste caso, sem fins lucrativos) - porque por Interesse Social, definido pelo Código Sanitário do Estado é toda edificação com menos de 60 m², portanto, prédio com cobertura, piscina e churrasqueira na varanda em pleno Morumbi pode ser considerado de Interesse Social.
Meu caso é diferente. E outra, financiado por meios dificílimos de se conseguir verba: Ministério das Cidades, Caixa Econômica, Crédito Solidário e/ou afins.
Ou seja, que acervo rico engenheira!
Na contramão, no lado bom, acabei de recolher minhas primeiras ART's pela prefeitura.
Responsabilidade por Conjuntos Habitacionais de Interesse Social (neste caso, sem fins lucrativos) - porque por Interesse Social, definido pelo Código Sanitário do Estado é toda edificação com menos de 60 m², portanto, prédio com cobertura, piscina e churrasqueira na varanda em pleno Morumbi pode ser considerado de Interesse Social.
Meu caso é diferente. E outra, financiado por meios dificílimos de se conseguir verba: Ministério das Cidades, Caixa Econômica, Crédito Solidário e/ou afins.
Ou seja, que acervo rico engenheira!
terça-feira, 4 de março de 2008
Presente de visita ilustre

Dia destes um autor de livros deu a honra de dar uma passadinha por aqui.
O nome? Roberto de Carvalho, que junto com o espírito Basílio, escrevem romances espirítas.
Eu que adoro o tema, que adoro ler, que já conhecia o trabalho, fui presenteada (que delícia) com o novo livro dele: Sem o Véu das Ilusões.
Devorei rapidinho.
Conta a história de uma garota que decide acabar com a própria vida quando não vê mais saída para seus problemas. Fica a lição, o exemplo e explicações para muitas das questões da vida.
Ah, você gosta de romances? Que tal experimentar procurar histórias em outro tipo de prateleira?
Roberto, querido, obrigada pelo presente. Parabéns pelo livro e sucesso.
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